Paciente oncológica morre 15 dias após cair de maca durante transporte para ambulância
Polícia Civil confirmou que Rosilaine de Fátima Machado sofreu traumatismo cranioencefálico no dia da queda. Corpo foi encaminhado para necropsia. Inquérito apura possível prática de crime culposo.
Rosilaine de Fátima Machado, de 39 anos, morreu na terça-feira (22/9), 15 dias depois de sofrer uma queda de maca enquanto era levada para uma ambulância em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas. A mulher fazia tratamento contra um câncer cerebral e estava sendo encaminhada para um procedimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município quando ocorreu o acidente.
O caso aconteceu em 7 de setembro. Uma câmera de segurança registrou o momento em que Rosilaine era retirada de uma residência sobre uma maca. Durante o deslocamento pela garagem, ao passar por uma pequena rampa, a paciente caiu do equipamento.
Nas imagens, é possível ver duas pessoas conduzindo a maca. A mulher estava segurando o equipamento com apenas uma mão. Depois da queda, outros funcionários se aproximam e ajudam a colocar a mulher novamente sobre a plataforma e na ambulância.
A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a morte nesta quarta-feira (23), um dia após o falecimento de Rosilaine, e informou que abriu um inquérito para esclarecer as circunstâncias da queda e verificar se existe relação entre as lesões sofridas no acidente e o óbito.
O caso aconteceu em 7 de setembro. Uma câmera de segurança registrou o momento em que Rosilaine era retirada de uma residência sobre uma maca. Durante o deslocamento pela garagem, ao passar por uma pequena rampa, a paciente caiu do equipamento.
Paciente sofreu traumatismo cranioencefálico
De acordo com a Polícia Civil, Rosilaine sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) após a queda. Ela já enfrentava um quadro de saúde delicado em razão do câncer cerebral, diagnosticado em 2024.
Segundo o marido, antes do acidente, a paciente já não conseguia movimentar o corpo e também não falava. Ainda conforme o relato, o estado de saúde dela apresentou piora depois da queda.
Rosilaine permaneceu internada na Santa Casa de São Sebastião do Paraíso até a morte, ocorrida 15 dias após o acidente. O corpo foi encaminhado para necropsia.
O exame deverá auxiliar na identificação da causa da morte e na apuração de uma possível ligação entre o óbito e as lesões provocadas pela queda.
Foto: Redes sociais
Polícia investiga atuação dos profissionais
A investigação está sendo conduzida pela Delegacia Regional de São Sebastião do Paraíso. A Polícia Civil informou que pretende verificar se os profissionais responsáveis pelo transporte seguiram os protocolos de segurança ou se houve alguma conduta que possa caracterizar imprudência, negligência ou imperícia.
O inquérito, inicialmente, apura a possibilidade de crime culposo, quando não há intenção de causar o resultado. Até o momento, já foram ouvidas pessoas envolvidas no caso, analisadas imagens de câmeras de segurança e realizados exames periciais.
A Polícia Civil informou que outras diligências ainda serão realizadas antes da conclusão da investigação. “Inicialmente, o inquérito policial apura possível prática de crime culposo (quando não há intenção). Já foram colhidas declarações nos autos, analisadas imagens de câmeras de vigilância e realizados exames periciais. A Polícia Civil prossegue com as diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos”, disse a nota.
Prefeitura diz que profissional foi dispensada
Após o acidente, a Prefeitura de São Sebastião do Paraíso informou que prestou assistência à família e que reforçou os protocolos de segurança utilizados no transporte de pacientes.
Na manifestação divulgada anteriormente, a administração municipal também afirmou que a profissional envolvida no episódio foi dispensada.
“Não compactuamos com nada fora dos protocolos estabelecidos e seguimos trabalhando para manter o transporte com segurança a todos que necessitam”, informou a prefeitura na ocasião.
Procurada novamente nesta quarta-feira (23/9) para comentar a morte da paciente e o andamento do caso, a Prefeitura de São Sebastião do Paraíso disse, por meio de sua assessoria de comunicação, que até ser confirmada alguma possível relação, não tem como se manifestar sobre o caso.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias da queda e da morte de Rosilaine.
Confira a nota completa da PCMG:
“A Polícia Civil de Minas Gerais informa que foi instaurado inquérito policial, perante a Delegacia Regional de São Sebastião do Paraíso, para apurar as circunstâncias da queda de uma mulher de uma maca enquanto era transportada para embarque em uma ambulância, ocorrida no município.
Trata-se de paciente oncológica que sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) na ocasião. Na data de 22/09/2026, a vítima foi à óbito. O corpo foi encaminhado para necropsia, a fim de esclarecer a causa da morte e verificar eventual relação entre o óbito e as lesões decorrentes da queda.
A investigação apura a conduta dos profissionais responsáveis pelo transporte da paciente, buscando esclarecer se os procedimentos foram realizados de acordo com os protocolos aplicáveis ou se houve eventual imprudência, negligência ou imperícia.
Inicialmente, o inquérito policial apura possível prática de crime culposo (quando não há intenção). Já foram colhidas declarações nos autos, analisadas imagens de câmeras de vigilância e realizados exames periciais. A Polícia Civil prossegue com as diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos”.
Rosilaine de Fátima Machado, de 39 anos, morreu na terça-feira (22/9), 15 dias depois de sofrer uma queda de maca enquanto era levada para uma ambulância em São Sebastião do Paraíso, no Sul de Minas. A mulher fazia tratamento contra um câncer cerebral e estava sendo encaminhada para um procedimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município quando ocorreu o acidente.
O caso aconteceu em 7 de setembro. Uma câmera de segurança registrou o momento em que Rosilaine era retirada de uma residência sobre uma maca. Durante o deslocamento pela garagem, ao passar por uma pequena rampa, a paciente caiu do equipamento.
Nas imagens, é possível ver duas pessoas conduzindo a maca. A mulher estava segurando o equipamento com apenas uma mão. Depois da queda, outros funcionários se aproximam e ajudam a colocar a mulher novamente sobre a plataforma e na ambulância.
A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a morte nesta quarta-feira (23), um dia após o falecimento de Rosilaine, e informou que abriu um inquérito para esclarecer as circunstâncias da queda e verificar se existe relação entre as lesões sofridas no acidente e o óbito.
O caso aconteceu em 7 de setembro. Uma câmera de segurança registrou o momento em que Rosilaine era retirada de uma residência sobre uma maca. Durante o deslocamento pela garagem, ao passar por uma pequena rampa, a paciente caiu do equipamento.
Paciente sofreu traumatismo cranioencefálico
De acordo com a Polícia Civil, Rosilaine sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) após a queda. Ela já enfrentava um quadro de saúde delicado em razão do câncer cerebral, diagnosticado em 2024.
Segundo o marido, antes do acidente, a paciente já não conseguia movimentar o corpo e também não falava. Ainda conforme o relato, o estado de saúde dela apresentou piora depois da queda.
Rosilaine permaneceu internada na Santa Casa de São Sebastião do Paraíso até a morte, ocorrida 15 dias após o acidente. O corpo foi encaminhado para necropsia.
O exame deverá auxiliar na identificação da causa da morte e na apuração de uma possível ligação entre o óbito e as lesões provocadas pela queda.
Foto: Redes sociais
Polícia investiga atuação dos profissionais
A investigação está sendo conduzida pela Delegacia Regional de São Sebastião do Paraíso. A Polícia Civil informou que pretende verificar se os profissionais responsáveis pelo transporte seguiram os protocolos de segurança ou se houve alguma conduta que possa caracterizar imprudência, negligência ou imperícia.
O inquérito, inicialmente, apura a possibilidade de crime culposo, quando não há intenção de causar o resultado. Até o momento, já foram ouvidas pessoas envolvidas no caso, analisadas imagens de câmeras de segurança e realizados exames periciais.
A Polícia Civil informou que outras diligências ainda serão realizadas antes da conclusão da investigação. “Inicialmente, o inquérito policial apura possível prática de crime culposo (quando não há intenção). Já foram colhidas declarações nos autos, analisadas imagens de câmeras de vigilância e realizados exames periciais. A Polícia Civil prossegue com as diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos”, disse a nota.
Prefeitura diz que profissional foi dispensada
Após o acidente, a Prefeitura de São Sebastião do Paraíso informou que prestou assistência à família e que reforçou os protocolos de segurança utilizados no transporte de pacientes.
Na manifestação divulgada anteriormente, a administração municipal também afirmou que a profissional envolvida no episódio foi dispensada.
“Não compactuamos com nada fora dos protocolos estabelecidos e seguimos trabalhando para manter o transporte com segurança a todos que necessitam”, informou a prefeitura na ocasião.
Procurada novamente nesta quarta-feira (23/9) para comentar a morte da paciente e o andamento do caso, a Prefeitura de São Sebastião do Paraíso disse, por meio de sua assessoria de comunicação, que até ser confirmada alguma possível relação, não tem como se manifestar sobre o caso.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer completamente as circunstâncias da queda e da morte de Rosilaine.
Confira a nota completa da PCMG:
“A Polícia Civil de Minas Gerais informa que foi instaurado inquérito policial, perante a Delegacia Regional de São Sebastião do Paraíso, para apurar as circunstâncias da queda de uma mulher de uma maca enquanto era transportada para embarque em uma ambulância, ocorrida no município.
Trata-se de paciente oncológica que sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) na ocasião. Na data de 22/09/2026, a vítima foi à óbito. O corpo foi encaminhado para necropsia, a fim de esclarecer a causa da morte e verificar eventual relação entre o óbito e as lesões decorrentes da queda.
A investigação apura a conduta dos profissionais responsáveis pelo transporte da paciente, buscando esclarecer se os procedimentos foram realizados de acordo com os protocolos aplicáveis ou se houve eventual imprudência, negligência ou imperícia.
Inicialmente, o inquérito policial apura possível prática de crime culposo (quando não há intenção). Já foram colhidas declarações nos autos, analisadas imagens de câmeras de vigilância e realizados exames periciais. A Polícia Civil prossegue com as diligências necessárias para o completo esclarecimento dos fatos”.
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