Estudantes tocam meteoritos e mergulham na Amazônia em experiência científica
Alunos do CIEM Santa Luzia, em Pouso Alegre/MG, participaram de atividades com pesquisadores do INPE, UNIFEI e LNA, em uma imersão que uniu astronomia, física e tecnologia.
Meteoritos que vieram do espaço, realidade virtual para explorar a Amazônia, experimentos de física e até um telescópio fizeram parte de uma experiência diferente para alunos da Escola Municipal Anita Faria Amaral, o CIEM de Santa Luzia, em Pouso Alegre/MG.
O Circuito Interativo de Ciências levou à escola, nesta sexta-feira (25/9), atividades do projeto Astronomia – Ciência na Rua, com a participação de pesquisadores e profissionais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA).
A proposta foi aproximar os estudantes da ciência de uma maneira prática, permitindo que eles não apenas ouvissem sobre os temas, mas também experimentassem e interagissem com os equipamentos e atividades.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Viagem pela Amazônia sem sair da escola
Uma das experiências foi o projeto “Faces e Interfaces da Amazônia”, desenvolvido pelo INPE. Além da conversa com pesquisadores, os alunos puderam utilizar óculos de realidade virtual e explorar ambientes da Amazônia em uma experiência imersiva em 3D.
A tecnologia permitiu que os estudantes conhecessem diferentes ambientes da região e até observassem os botos em seu habitat. A atividade chamou a atenção dos alunos, que tiveram contato com uma ferramenta tecnológica pouco comum no ambiente escolar.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Um pedaço do espaço nas mãos
Outra atração foi a exposição de meteoritos organizada com a participação de pesquisadores do LNA. Os estudantes puderam tocar em fragmentos reais de meteoritos e aprender mais sobre a origem desses materiais e sua relação com a formação do Sistema Solar.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A experiência também abriu espaço para conversas com pesquisadores que trabalham com astronomia e ajudam a aproximar o conhecimento científico do cotidiano dos estudantes.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Telescópio chamou atenção
O programa Espaço Interciências, da UNIFEI, também levou um telescópio para a escola. A ideia era realizar uma observação guiada do Sol, mas as condições do tempo impediram a atividade.
Mesmo sem conseguir observar o Sol por causa das nuvens, o equipamento despertou a curiosidade dos alunos, que puderam conhecer de perto como funciona um telescópio e conversar sobre astronomia.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A programação também contou com experimentos interativos de física, incluindo atividades que permitiam aos estudantes experimentar fenômenos científicos na prática.
Estudante que construiu o próprio telescópio
Entre os participantes estava João Victor Moreira, estudante de Eletromecânica no Senai e interessado em seguir carreira na área de Engenharia da Computação.
Astrônomo amador, João Victor lançou um livro sobre astronomia no início deste ano e também construiu o próprio telescópio. Ele é ex-aluno da escola e voltou ao CIEM Santa Luzia para compartilhar um pouco da própria trajetória.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Para ele, encontrar pesquisadores e equipamentos de ciência dentro da antiga escola teve um significado especial. A diretora do CIEM Santa Luzia, Débora Cunha da Silva, destacou justamente a curiosidade do estudante e o interesse que ele demonstra pela área científica.
Experiência de pesquisadores chega às crianças
A programação também contou com a participação de pesquisadores aposentados do Laboratório Nacional de Astrofísica, entre eles Mariângela de Oliveira-Abans e Max.
Mariângela tem experiência em projetos internacionais e já representou o Brasil em consórcios internacionais, além de ter atuado como gerente nacional do telescópio Canadá-França-Havaí.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A presença dos pesquisadores permitiu que os alunos tivessem contato direto com profissionais que dedicaram parte da carreira ao estudo da astronomia e da ciência.
A proposta do projeto Astronomia – Ciência na Rua é justamente aproximar esse conhecimento do público e mostrar que a ciência pode ser experimentada de forma acessível, curiosa e divertida.
No CIEM Santa Luzia, os alunos tiveram a oportunidade de passar algumas horas entre meteoritos, telescópios, realidade virtual, experimentos de física e conversas com pesquisadores — uma experiência para enxergar a ciência não apenas nos livros, mas também ao alcance das mãos.
Meteoritos que vieram do espaço, realidade virtual para explorar a Amazônia, experimentos de física e até um telescópio fizeram parte de uma experiência diferente para alunos da Escola Municipal Anita Faria Amaral, o CIEM de Santa Luzia, em Pouso Alegre/MG.
O Circuito Interativo de Ciências levou à escola, nesta sexta-feira (25/9), atividades do projeto Astronomia – Ciência na Rua, com a participação de pesquisadores e profissionais do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA).
A proposta foi aproximar os estudantes da ciência de uma maneira prática, permitindo que eles não apenas ouvissem sobre os temas, mas também experimentassem e interagissem com os equipamentos e atividades.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Viagem pela Amazônia sem sair da escola
Uma das experiências foi o projeto “Faces e Interfaces da Amazônia”, desenvolvido pelo INPE. Além da conversa com pesquisadores, os alunos puderam utilizar óculos de realidade virtual e explorar ambientes da Amazônia em uma experiência imersiva em 3D.
A tecnologia permitiu que os estudantes conhecessem diferentes ambientes da região e até observassem os botos em seu habitat. A atividade chamou a atenção dos alunos, que tiveram contato com uma ferramenta tecnológica pouco comum no ambiente escolar.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Um pedaço do espaço nas mãos
Outra atração foi a exposição de meteoritos organizada com a participação de pesquisadores do LNA. Os estudantes puderam tocar em fragmentos reais de meteoritos e aprender mais sobre a origem desses materiais e sua relação com a formação do Sistema Solar.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A experiência também abriu espaço para conversas com pesquisadores que trabalham com astronomia e ajudam a aproximar o conhecimento científico do cotidiano dos estudantes.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Telescópio chamou atenção
O programa Espaço Interciências, da UNIFEI, também levou um telescópio para a escola. A ideia era realizar uma observação guiada do Sol, mas as condições do tempo impediram a atividade.
Mesmo sem conseguir observar o Sol por causa das nuvens, o equipamento despertou a curiosidade dos alunos, que puderam conhecer de perto como funciona um telescópio e conversar sobre astronomia.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A programação também contou com experimentos interativos de física, incluindo atividades que permitiam aos estudantes experimentar fenômenos científicos na prática.
Estudante que construiu o próprio telescópio
Entre os participantes estava João Victor Moreira, estudante de Eletromecânica no Senai e interessado em seguir carreira na área de Engenharia da Computação.
Astrônomo amador, João Victor lançou um livro sobre astronomia no início deste ano e também construiu o próprio telescópio. Ele é ex-aluno da escola e voltou ao CIEM Santa Luzia para compartilhar um pouco da própria trajetória.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Para ele, encontrar pesquisadores e equipamentos de ciência dentro da antiga escola teve um significado especial. A diretora do CIEM Santa Luzia, Débora Cunha da Silva, destacou justamente a curiosidade do estudante e o interesse que ele demonstra pela área científica.
Experiência de pesquisadores chega às crianças
A programação também contou com a participação de pesquisadores aposentados do Laboratório Nacional de Astrofísica, entre eles Mariângela de Oliveira-Abans e Max.
Mariângela tem experiência em projetos internacionais e já representou o Brasil em consórcios internacionais, além de ter atuado como gerente nacional do telescópio Canadá-França-Havaí.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A presença dos pesquisadores permitiu que os alunos tivessem contato direto com profissionais que dedicaram parte da carreira ao estudo da astronomia e da ciência.
A proposta do projeto Astronomia – Ciência na Rua é justamente aproximar esse conhecimento do público e mostrar que a ciência pode ser experimentada de forma acessível, curiosa e divertida.
No CIEM Santa Luzia, os alunos tiveram a oportunidade de passar algumas horas entre meteoritos, telescópios, realidade virtual, experimentos de física e conversas com pesquisadores — uma experiência para enxergar a ciência não apenas nos livros, mas também ao alcance das mãos.
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