Os estudantes de Medicina da Faculdade Zarns, em Pouso Alegre, Sul de Minas, têm contato com diversos laboratórios ao longo do curso. O investimento em tecnologia possibilita o conhecimento teórico e prático de forma mais eficaz. Confira no vídeo acima!
Um dos destaques é o laboratório de simulação realística, onde um ‘boneco’ apresenta todos os sintomas de um paciente que estaria internado, precisando de intervenção médica.
Cada procedimento adotado pelo aluno é assistido pelos demais colegas através de monitores e através de um vidro de uma sala anexa. Se uma decisão for equivocada, terá alteração no quadro do ‘paciente’.
Quem apresentou o espaço e contou mais sobre a estrutura da Faculdade de Medicina da Zarns foi o coordenador do curso, o médico Andrei Alkimin. Veja na reportagem em vídeo!
Cada procedimento adotado pelo aluno é assistido pelos demais colegas através de monitores e através de um vidro de uma sala anexa. Se uma decisão for equivocada, terá alteração no quadro do ‘paciente’.
O coordenador explica que a estrutura da Zarns apoia o aluno desde o início do curso a ter o conhecimento teórico e o aprendizado prático em laboratórios, em ambiente monitorado pelo seu professor.
Isso prepara o estudante a chegar numa terceira fase do curso, partindo para o internato, com mais confiança de exercer a sua aprendizagem e colocar em prática tudo aquilo que ele está aprendendo no curso.
São mais de uma dezena de laboratórios para diferentes áreas de aplicação na medicina. Desde exames clínicos a prática cirúrgica.
Além disso, os estudantes ainda participam do atendimento na prática, com o Centro de Especialidades Saber e Saúde, onde é feito o atendimento para a população, através de uma parceria com a prefeitura de Pouso Alegre.
“É importante destacar que ali nós exercemos uma assistência de maior complexidade, porque é um centro de especialidades com um professor especialista tocando esse ambulatório junto com os alunos, numa metodologia de ensino bastante interessante e que devolve para a população uma assistência de qualidade”, destaca Andrei Alkimin.
Outro laboratório que tem na Faculdade Zarns é o Laboratório I.A. Space, que é uma novidade se tratando de Faculdade de Medicina no Brasil.
“Isso é um grande diferencial que o curso traz também, levando em consideração que agora esse conteúdo entrou na DCN da Medicina a partir do ano passado. Antevendo essa demanda, a Zarns já se programou para que haja um laboratório de inteligência artificial, que agora entra no nosso curso de graduação de Medicina”.
Para o coordenador do curso de Medicina da Zarns, os investimentos em tecnologia aliados aos estudos são fundamentais para a formação dos profissionais, atualmente.
“Eu vejo a tecnologia como um parceiro, seja falando em inteligência artificial ou não, seja falando em cirurgia robótica que existe hoje, seja falando no que for. Acho que a gente não deve lutar contra. Na verdade, a gente tem que manter o high-tech sem perder o high-touch. Significa ter tecnologia, ter desenvolvimento, ter inteligência artificial, mas nunca esquecer que ali em frente a gente tem uma vida, tem uma pessoa que, antes de qualquer coisa, ela é um amor de alguém e ela precisa ser tratada com qualidade, com respeito e, principalmente, com humanidade”.
Os estudantes de Medicina da Faculdade Zarns, em Pouso Alegre, Sul de Minas, têm contato com diversos laboratórios ao longo do curso. O investimento em tecnologia possibilita o conhecimento teórico e prático de forma mais eficaz. Confira no vídeo acima!
Um dos destaques é o laboratório de simulação realística, onde um ‘boneco’ apresenta todos os sintomas de um paciente que estaria internado, precisando de intervenção médica.
Cada procedimento adotado pelo aluno é assistido pelos demais colegas através de monitores e através de um vidro de uma sala anexa. Se uma decisão for equivocada, terá alteração no quadro do ‘paciente’.
Quem apresentou o espaço e contou mais sobre a estrutura da Faculdade de Medicina da Zarns foi o coordenador do curso, o médico Andrei Alkimin. Veja na reportagem em vídeo!
Cada procedimento adotado pelo aluno é assistido pelos demais colegas através de monitores e através de um vidro de uma sala anexa. Se uma decisão for equivocada, terá alteração no quadro do ‘paciente’.
O coordenador explica que a estrutura da Zarns apoia o aluno desde o início do curso a ter o conhecimento teórico e o aprendizado prático em laboratórios, em ambiente monitorado pelo seu professor.
Isso prepara o estudante a chegar numa terceira fase do curso, partindo para o internato, com mais confiança de exercer a sua aprendizagem e colocar em prática tudo aquilo que ele está aprendendo no curso.
São mais de uma dezena de laboratórios para diferentes áreas de aplicação na medicina. Desde exames clínicos a prática cirúrgica.
Além disso, os estudantes ainda participam do atendimento na prática, com o Centro de Especialidades Saber e Saúde, onde é feito o atendimento para a população, através de uma parceria com a prefeitura de Pouso Alegre.
“É importante destacar que ali nós exercemos uma assistência de maior complexidade, porque é um centro de especialidades com um professor especialista tocando esse ambulatório junto com os alunos, numa metodologia de ensino bastante interessante e que devolve para a população uma assistência de qualidade”, destaca Andrei Alkimin.
Outro laboratório que tem na Faculdade Zarns é o Laboratório I.A. Space, que é uma novidade se tratando de Faculdade de Medicina no Brasil.
“Isso é um grande diferencial que o curso traz também, levando em consideração que agora esse conteúdo entrou na DCN da Medicina a partir do ano passado. Antevendo essa demanda, a Zarns já se programou para que haja um laboratório de inteligência artificial, que agora entra no nosso curso de graduação de Medicina”.
Para o coordenador do curso de Medicina da Zarns, os investimentos em tecnologia aliados aos estudos são fundamentais para a formação dos profissionais, atualmente.
“Eu vejo a tecnologia como um parceiro, seja falando em inteligência artificial ou não, seja falando em cirurgia robótica que existe hoje, seja falando no que for. Acho que a gente não deve lutar contra. Na verdade, a gente tem que manter o high-tech sem perder o high-touch. Significa ter tecnologia, ter desenvolvimento, ter inteligência artificial, mas nunca esquecer que ali em frente a gente tem uma vida, tem uma pessoa que, antes de qualquer coisa, ela é um amor de alguém e ela precisa ser tratada com qualidade, com respeito e, principalmente, com humanidade”.
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