Pouso Alegre deverá assinar repactuação de contrato com a Copasa com novas exigências
O prefeito Coronel Dimas Fonseca afirma que estão sendo feitas análises técnica e jurídica dos termos e que novo contrato terá que ser vantajoso para o município.
A prefeitura de Pouso Alegre tem contrato vigente com a Copasa até 2046. Com a privatização da companhia aprovada, a empresa está se reunindo com os municípios para debater a repactuação desses contratos. Na prática, a Copasa está prometendo mais investimentos que não estão no atual acordo, em contrapartida, o prazo de concessão será estendido até 2073.
O prefeito de Pouso Alegre, Coronel Dimas Fonseca, afirma que a prefeitura deverá assinar a repactuação. No momento, estão sendo feitas análises técnica e jurídica dos termos. O prefeito afirma que o município fará exigências que não estão previstas no atual contrato. Segundo ele, benefícios que serão vantajosos para a cidade. VEJA NO VÍDEO ACIMA!
Os municípios que não assinarem o contrato de repactuação, permanecerão no modelo atual. Mas sem receber os investimentos novos, previstos nas garantias de universalização do serviço. Ao fim do contrato atual, deverão fazer nova licitação para escolher a empresa que fará o serviço ou criar um departamento/autarquia municipal para a tarefa. O prefeito de Pouso Alegre diz que a Copasa já demonstrou ser a melhor opção e que, após a privatização, a empresa terá mais facilidade para cobrar ou rescindir com as terceirizadas que prestam serviços nas cidades.
Presidente da Copasa fala com prefeitos
A presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo, se reuniu com prefeitos da região de Pouso Alegre, Sul de Minas, para debater sobre a repactuação dos contratos das prefeituras com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais. A empresa foi desestatizada e passará, ainda este ano, a ser gerida através de capital privado. O processo de privatização foi concluído no mês passado (16/6), em cerimônia realizada na Bolsa de Valores de São Paulo.
A proposta da empresa é assinar novos contratos com os municípios já atendidos com validade até 2073. A presidente explica que grandes investimentos serão feitos para universalização dos serviços de água e esgoto.
Atualmente, das 853 cidades mineiras, a Copasa tem contratos com 636. Conforme a presidente, em mais da metade delas a companhia tem déficit entre o que é investido e o que volta através das tarifas. O ‘prejuízo’ é superado através dos contratos com municípios maiores, onde o superávit garante o equilíbrio dos investimentos no estado.
A prefeitura de Pouso Alegre tem contrato vigente com a Copasa até 2046. Com a privatização da companhia aprovada, a empresa está se reunindo com os municípios para debater a repactuação desses contratos. Na prática, a Copasa está prometendo mais investimentos que não estão no atual acordo, em contrapartida, o prazo de concessão será estendido até 2073.
O prefeito de Pouso Alegre, Coronel Dimas Fonseca, afirma que a prefeitura deverá assinar a repactuação. No momento, estão sendo feitas análises técnica e jurídica dos termos. O prefeito afirma que o município fará exigências que não estão previstas no atual contrato. Segundo ele, benefícios que serão vantajosos para a cidade. VEJA NO VÍDEO ACIMA!
Os municípios que não assinarem o contrato de repactuação, permanecerão no modelo atual. Mas sem receber os investimentos novos, previstos nas garantias de universalização do serviço. Ao fim do contrato atual, deverão fazer nova licitação para escolher a empresa que fará o serviço ou criar um departamento/autarquia municipal para a tarefa. O prefeito de Pouso Alegre diz que a Copasa já demonstrou ser a melhor opção e que, após a privatização, a empresa terá mais facilidade para cobrar ou rescindir com as terceirizadas que prestam serviços nas cidades.
Presidente da Copasa fala com prefeitos
A presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo, se reuniu com prefeitos da região de Pouso Alegre, Sul de Minas, para debater sobre a repactuação dos contratos das prefeituras com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais. A empresa foi desestatizada e passará, ainda este ano, a ser gerida através de capital privado. O processo de privatização foi concluído no mês passado (16/6), em cerimônia realizada na Bolsa de Valores de São Paulo.
A proposta da empresa é assinar novos contratos com os municípios já atendidos com validade até 2073. A presidente explica que grandes investimentos serão feitos para universalização dos serviços de água e esgoto.
Atualmente, das 853 cidades mineiras, a Copasa tem contratos com 636. Conforme a presidente, em mais da metade delas a companhia tem déficit entre o que é investido e o que volta através das tarifas. O ‘prejuízo’ é superado através dos contratos com municípios maiores, onde o superávit garante o equilíbrio dos investimentos no estado.
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