Pipas deixam cerca de 5 mil clientes sem energia em Pouso Alegre no primeiro semestre
Cemig registrou 29 ocorrências causadas por pipas na rede elétrica da cidade entre janeiro e junho de 2026. Em todo estado de MG foram 1.260 ocorrências.
Empinar pipas próximo à rede elétrica provocou 29 ocorrências em Pouso Alegre no primeiro semestre de 2026. Segundo a Cemig, os casos interromperam o fornecimento de energia para aproximadamente 4.628 clientes no município entre janeiro e junho.
O número faz parte de um levantamento divulgado pela companhia sobre os impactos da brincadeira na rede elétrica durante os primeiros seis meses do ano. Em toda a área de concessão da Cemig em Minas Gerais, foram registradas 1.260 ocorrências, que deixaram 313.224 clientes sem energia.
Na área de atuação da Superintendência Regional Sul da companhia, que atende municípios das regiões Sul e Oeste de Minas, foram contabilizadas 185 ocorrências, responsáveis por interromper o fornecimento para 29.119 consumidores.
Apesar dos números ainda elevados, houve redução em relação ao primeiro semestre de 2025. Naquele período, a Cemig havia registrado 1.338 ocorrências provocadas por pipas, afetando aproximadamente 398 mil clientes em todo o estado.
Risco aumenta durante férias e período de ventos
Segundo Jorge Magno, engenheiro do Centro de Operações da Cemig, grande parte das ocorrências poderia ser evitada com medidas simples de prevenção.
A orientação é que a brincadeira seja realizada somente em locais abertos e afastados da rede elétrica. Quando a linha entra em contato com os cabos de energia, pode provocar curtos-circuitos, desligamentos automáticos e acidentes graves.
Além dos transtornos causados pela falta de energia, o contato com a rede pode colocar em risco quem está empinando a pipa e outras pessoas próximas.
A Cemig alerta ainda que nunca se deve tentar retirar pipas presas em postes, fios ou outros equipamentos da rede elétrica. A recomendação é manter distância e acionar a companhia responsável pelo fornecimento de energia.
Cerol e linha chilena são proibidos em Minas
O uso de cerol e linha chilena aumenta ainda mais os riscos. Esses materiais podem provocar cortes, romper cabos, danificar equipamentos e causar acidentes envolvendo pedestres, ciclistas e motociclistas.
Em Minas Gerais, a utilização e a comercialização de cerol e linha chilena são proibidas pela Lei Estadual nº 23.515/2019. A legislação estabelece multas para quem descumprir as regras, com valores que podem chegar a aproximadamente R$ 289 mil em caso de reincidência, segundo a Cemig.
De acordo com Jorge Magno, além do poder de corte, o cerol pode aumentar o risco de acidentes elétricos quando entra em contato com a rede.
“O uso de cerol e linha chilena potencializa o risco de acidentes. Além de causar interrupções no fornecimento de energia, esses materiais colocam em risco ciclistas, motociclistas, pedestres e os próprios usuários”, alerta o engenheiro.
A Cemig reforça que empinar pipas é uma atividade que deve ser realizada em áreas abertas, longe de postes e fios de energia. A prevenção é a principal forma de evitar acidentes e interrupções no fornecimento de energia.
Empinar pipas próximo à rede elétrica provocou 29 ocorrências em Pouso Alegre no primeiro semestre de 2026. Segundo a Cemig, os casos interromperam o fornecimento de energia para aproximadamente 4.628 clientes no município entre janeiro e junho.
O número faz parte de um levantamento divulgado pela companhia sobre os impactos da brincadeira na rede elétrica durante os primeiros seis meses do ano. Em toda a área de concessão da Cemig em Minas Gerais, foram registradas 1.260 ocorrências, que deixaram 313.224 clientes sem energia.
Na área de atuação da Superintendência Regional Sul da companhia, que atende municípios das regiões Sul e Oeste de Minas, foram contabilizadas 185 ocorrências, responsáveis por interromper o fornecimento para 29.119 consumidores.
Apesar dos números ainda elevados, houve redução em relação ao primeiro semestre de 2025. Naquele período, a Cemig havia registrado 1.338 ocorrências provocadas por pipas, afetando aproximadamente 398 mil clientes em todo o estado.
Risco aumenta durante férias e período de ventos
Segundo Jorge Magno, engenheiro do Centro de Operações da Cemig, grande parte das ocorrências poderia ser evitada com medidas simples de prevenção.
A orientação é que a brincadeira seja realizada somente em locais abertos e afastados da rede elétrica. Quando a linha entra em contato com os cabos de energia, pode provocar curtos-circuitos, desligamentos automáticos e acidentes graves.
Além dos transtornos causados pela falta de energia, o contato com a rede pode colocar em risco quem está empinando a pipa e outras pessoas próximas.
A Cemig alerta ainda que nunca se deve tentar retirar pipas presas em postes, fios ou outros equipamentos da rede elétrica. A recomendação é manter distância e acionar a companhia responsável pelo fornecimento de energia.
Cerol e linha chilena são proibidos em Minas
O uso de cerol e linha chilena aumenta ainda mais os riscos. Esses materiais podem provocar cortes, romper cabos, danificar equipamentos e causar acidentes envolvendo pedestres, ciclistas e motociclistas.
Em Minas Gerais, a utilização e a comercialização de cerol e linha chilena são proibidas pela Lei Estadual nº 23.515/2019. A legislação estabelece multas para quem descumprir as regras, com valores que podem chegar a aproximadamente R$ 289 mil em caso de reincidência, segundo a Cemig.
De acordo com Jorge Magno, além do poder de corte, o cerol pode aumentar o risco de acidentes elétricos quando entra em contato com a rede.
“O uso de cerol e linha chilena potencializa o risco de acidentes. Além de causar interrupções no fornecimento de energia, esses materiais colocam em risco ciclistas, motociclistas, pedestres e os próprios usuários”, alerta o engenheiro.
A Cemig reforça que empinar pipas é uma atividade que deve ser realizada em áreas abertas, longe de postes e fios de energia. A prevenção é a principal forma de evitar acidentes e interrupções no fornecimento de energia.
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