Pouso Alegre

Família faz feijoada beneficente em prol da ONG Adote um Vira-lata em Pouso Alegre

A feijoada será servida a partir de 11h deste domingo na Rua Nicanor da Silveira, no bairro Colinas de Santa Bárbara. Veja como pedir e ajudar a ONG, que atende 129 animais na cidade.

Iago Almeida / 25 abril 2026

Uma família de Pouso Alegre, no Sul de Minas, promove neste domingo (26/4) a venda de feijoada beneficente, em prol da ONG Adote Vira-latas. A instituição cuida, em média, de 129 animais, entre cães e gatos.

Esses animais ficam tanto na sede da ONG, quanto em lares temporários, e alguns também precisam ser encaminhados para hotelzinhos. Isso acontece porque muitos resgatados vêm de situações de maus-tratos e precisam de tratamentos específicos e isolados, ou já são idosos, ou ainda possuem alguma doença que exige atenção especial.

Quem quiser comprar a feijoada, deve entrar em contato pelo telefone (que também é o PIX – veja na imagem abaixo) 35988759833 – falar com Silvia Helena. A feijoada será servida a partir de 11h deste domingo na Rua Nicanor da Silveira, no bairro Colinas de Santa Bárbara.

Contato da ONG: (35) 98800-7306 (Lurdes)

Além dos cuidados diários, a ONG tem custos constantes com medicamentos, rações e também com produtos de limpeza. Utilizam muita água diariamente para garantir a higienização adequada dos espaços e dos próprios animais e, quanto maior o número de resgatados, maior também é esse consumo.

As rações são destinadas tanto aos animais que estão no abrigo quanto àqueles que ficam em lares temporários, para os quais também encaminham alimentação regularmente.

“Contamos muito com a solidariedade de pessoas que oferecem lar temporário, ajudando no cuidado desses animais até que consigamos encaminhá-los para adoção. Nossas feirinhas de adoção acontecem, geralmente, todos os sábados e domingos no Baronesa, e estamos expandindo cada vez mais: já realizamos eventos também no Mart Minas, na Unisul e no ABC, ampliando as oportunidades para que esses animais encontrem um novo lar cheio de amor”, diz uma das responsáveis pela ONG.

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