Categoria: Política

Ex-padre substitui Adelson do Hospital que faleceu no último dia 15 de junho. No primeiro discurso, Dionísio Pereira falou da necessidade de ter atenção com os bairros da periferia da cidade. Veja a entrevista com o novo vereador.

Já empossado, Dionísio Pereira discursa na tribuna da Câmara. Foto: Ascom CMPA

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (25), a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pouso Alegre deu posse a Dionísio Pereira (PR), suplente do vereador Adelson do Hospital (PR) que faleceu no último dia 15 de junho em decorrência de complicações de uma pneumonia. Dionísio teve 820 votos na eleição de 2016. Ele terá um ano e meio para atuar no Legislativo Municipal.

Empossado, Dionísio Pereira foi o primeiro vereador a subir na tribuna da Câmara. Ele começou o discurso homenageando o amigo Adelson do Hospital, lamentando sua morte e falando da importância do trabalho do enfermeiro e vereador morto aos 41 anos. Em seguida, o vereador falou como deverá ser sua atuação na Câmara Municipal. Ele destacou que mora na periferia e sabe das necessidades que os bairros mais distantes do Centro possuem. Também comentou sua atuação, até semana passada, à frente dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS).

Em entrevista ao Terra do Mandu, Dionísio Pereira afirma que vai atuar como base do prefeito Rafael Simões (PSDB), porque foi o projeto que ele apoiou nas eleições de 2016.

ASSISTA:

Reverendo anglicano

Dionísio Pereira é ex-padre na Igreja Católica. Atualmente ele tem uma união estável e um filho. Após deixar a Igreja Católica, Dionísio fundou uma unidade da Igreja Anglicana no bairro Foch, dedicada a São Jorge, onde é o reverendo.

Categoria: Política

Dionísio Aílton Pereira teve 820 votos na eleição de 2016. Ele deixou as funções de padre na Igreja Católica e fundou uma uma unidade da Igreja Anglicana em Pouso Alegre.

‘Padre Dionísio’ teve 820 votos e ocupa uma vaga na Câmara pela primeira vez. Foto: reprodução

O ex-padre Dionísio Aílton Pereira, de 50 anos, tomará posse nesta terça-feira (18) como vereador na Câmara Municipal de Pouso Alegre. Dionísio Pereira assume a cadeira após a morte, no último sábado, por falência múltipla de órgãos, do vereador Adelson do Hospital.

A reportagem do Terra do Mandu confirmou com o presidente da Câmara, vereador Oliveira Altair do Amaral (MDB) que a posse ao novo vereador será durante a sessão ordinária dessa terça, a primeira depois da morte de Adelson do Hospital.

Dionísio Aílton Pereira disputou as eleições de 2016 pelo PR. No material de campanha ele usou o nome de Padre Dionísio e teve 820 votos.

Dionísio, como reverendo da Igreja Anglicana, com o bispo Dom Roger Bird. Foto: reprodução

Hoje, Dionísio tem uma união estável e um filho. Após deixar a Igreja Católica, ele fundou uma unidade da Igreja Anglicana no bairro Foch, dedicada a São Jorge.

Em abril deste ano, a Arquidiocese de Pouso Alegre divulgou um comunicado com as informações da demissão do estado clerical e dispensando Dionísio Aílton Pereira do celibato.

reprodução Arquidiocese de Pouso Alegre.

Currículo de Dionísio Aílton Pereira

Possui Licenciatura em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (1997), graduação em Teologia – Faculdades Associadas Ipiranga (2000), mestrado em Teologia – Faculdades Associadas Ipiranga (2001) e doutorado em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2010). Foi diretor geral da Faculdade Católica de Pouso Alegre (2009/2013). Atualmente é professor do Instituto Nacional de Ensino Superior e Pós-Graduação Padre Gervásio e professor assistente da Universidade do Vale do Sapucaí. Tem experiência nas áreas de Filosofia, Sociologia e Teologia, com ênfase em ética social e antropologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Pessoa humana, Sociedade, Política e Saúde. Tem experiência com o Ensino à distância semi-presencial através do uso da plataforma Moodle, na Universidade do Vale do Sapucaí (10/2014 até o presente).

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Adelson morreu na noite deste sábado, por falência múltipla dos órgãos, após um mês internado em hospital de Poços de Caldas.

O Corpo do vereador Adelson dos Reis Matias (PR), mais conhecido como Adelson do Hospital, foi sendo velado na Câmara Municipal de Pouso Alegre. Centenas de pessoas foram se despedir do vereador. Adelson foi o vereador mais votado na cidade na última eleição. Ele morreu na noite deste sábado (15) por falência múltipla dos órgãos. Adelson estava internado em um hospital particular de Poços de Caldas desde o dia 17 de maio. Ele teve uma pneumonia e, em seguida, infecção bacteriana no pulmão.

No início da tarde, o caixão com o corpo do vereador deixou o plenário da Câmara, sob aplausos, e seguiu para a cidade de Monsenhor Paulo, cidade natal de Adelson, onde será o sepultamento.

Luto Oficial e Homenagens

O prefeito Rafael Simões (PSDB) decretou luto oficial de três de em Pouso Alegre pela morte do vereador Adelson do Hospital.

Colegas vereadores postaram mensagens de pesares nas redes sociais. O presidente do Conselho Diretor da FUVS, José Walter da Mota Matos, também escreveu em seu perfil no facebook. Adelson era enfermeiro e funcionário do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, além de professor no Colégio João Paulo II, também mantido pela FUVS.

Formado em enfermagem e funcionário do Hospital das Clínicas Samuel Libânio há mais de 15 anos, Adelson disputou sua primeira eleição em 2016, pelo Partido da República, e foi o vereador mais votado de Pouso Alegre, com 2.148 votos.

Adelson também era professor no Colégio João Paulo II, especialista em Enfermagem Cardiovascular (atua no Serviço de Hemodinâmica do HCSL) e diretor de Enfermagem do Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL).

Adelson do Hospital também dedicou parte de suas atividades ao voluntariado, com atendimento às famílias carentes, por meio de ações solidárias em prol da saúde e atendimentos básicos

Categoria: Política


Adelson estava internado em Poços de Caldas com quadro de pneumonia desde o dia 17 de maio. Ele tinha 41 anos e foi o vereador mais votado em Pouso Alegre na última eleição. O corpo está sendo velado na Câmara Municipal de Pouso Alegre e será levado para Monsenhor Paulo, onde será o sepultamento. 

Faleceu neste sábado (15) o vereador de Pouso Alegre Adelson dos Reis Matias, de 41 anos, conhecido como Adelson do Hospital. Adelson estava internado desde o dia 17 de maio, em um hospital particular de Poços de Caldas.

A morte foi confirmada nesta noite pela assessoria de comunicação da Câmara Municipal de Pouso Alegre. O corpo está sendo velado na Câmara Municipal de Pouso Alegre até às 12h. Depois será levado para Monsenhor Paulo, onde será o sepultamento no fim da tarde deste domingo.

Na semana passada, a assessoria do vereador divulgou um comunicado falando da internação do parlamentar e pedindo orações. O comunicado também dizia que Adelson tinha sido internado com quadro de pneumonia, que evoluiu para uma infecção pulmonar.

Formado em enfermagem e funcionário do Hospital das Clínicas Samuel Libânio há mais de 15 anos, Adelson disputou sua primeira eleição em 2016, pelo Partido da República, e foi o vereador mais votado de Pouso Alegre, com 2.148 votos.

Adelson também era professor no Colégio João Paulo II, especialista em Enfermagem Cardiovascular (atua no Serviço de Hemodinâmica do HCSL) e diretor de Enfermagem do Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL).

Adelson do Hospital também dedicou parte de suas atividades ao voluntariado, com atendimento à famílias carentes, por meio de ações solidárias em prol da saúde e atendimentos básicos.

Categoria: Política

Adelson está internado desde o dia 17 de maio com quadro de pneumonia. Neste sábado, a família e assessoria do vereador divulgou na página do vereador um pedido de orações. 

O vereador de Pouso Alegre Adelson dos Reis Matias, de 41 anos, conhecido como Adelson do Hospital, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do hospital da Unimed, em Poços de Caldas.

A reportagem do Terra do Mandu apurou que o estado de saúde do vereador é grave. De acordo com o hospital, Adelson foi internado no dia 17 de maio com quadro de pneumonia, que evoluiu para uma infecção pulmonar.

Neste sábado (08), a família e a assessoria do vereador divulgou um comunicado com pedido de orações para Adelson.

COMUNICADO OFICIAL:

“Nas últimas semanas, o vereador Adelson do Hospital precisou se internar por conta de uma pneumonia que contraiu, evoluindo-se para uma bactéria pulmonar.

Pedimos orações e vibrações positivas para o vereador Adelson do Hospital, para que em breve esteja em nosso convívio”.

Equipe de Comunicação vereador Adelson do Hospital.

REPERCUSSÃO NA CÂMARA

A assessoria da Câmara Municipal de Pouso Alegre informou que o vereador apresentou atestado médico e está afastado para cuidar da saúde.

Durante a sessão ordinária desta terça-feira (04), o vereador André Prado (PV), usou a tribuna e pediu orações para o colega. “Toda nossa corrente para que ele volte logo para ocupar esse lugar na nossa Casa aqui. E as funções tão importantes dele no Hospital Regional. Que todos possam dirigir suas orações ao Adelson”, afirmou Prado.

Formado em enfermagem e funcionário do Hospital das Clínicas Samuel Libânio há mais de 15 anos, Adelson disputou sua primeira eleição em 2016, pelo Partido da República. Ele é o atual vereador mais votado de Pouso Alegre, com 2.148 votos.

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Pouso Alegre registra atos de apoio a Bolsonaro. Fotos: Rede Moinho 24

Este domingo (26) foi marcado por manifestações em apoio ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e pela aprovação de projetos enviados pelo governo à Câmara dos Deputados, incluindo a Reforma da Previdência e o ‘pacote anticrime’.

Pela manhã, um grupo de pessoas saiu em carreata do aeroporto até o Centro de Pouso Alegre. Já no período da tarde outro grupo de apoiadores de Bolsonaro fizeram um ato na Praça Senador José Bento, em frente a Catedral.

As manifestações foram convocadas após os protestos feitos no último dia 15 contra os cortes do governo na educação para as instituições federais de ensino superior e técnico.

Pouso Alegre registra atos de apoio a Bolsonaro. Fotos: Rede Moinho 24

Categoria: Política

Vereadores rejeitaram projeto que daria reajuste nos próprios salários.

Foto: Arquivo Terra do Mandu.

 

Na sessão ordinária desta terça-feira (14), os vereadores de Pouso Alegre aprovaram o reajuste nos salários do prefeito, vice-prefeito e secretários municipal. O percentual dado é de 4,76%, que representa a inflação do período de 2018 e 2019. O projeto de lei é de autoria da Mesa Diretora da Câmara. Ontem, os vereadores também aprovaram o reajuste para os servidores municipais e profissionais do magistério.

A Mesa Diretora da Casa justificou que o projeto “tem como finalidade a reposição dos subsídios do Prefeito, Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais, a partir de 1º de abril do corrente ano, na forma prevista no art. 36, § 2º, da Lei Orgânica Municipal”. O presidente da Câmara ainda ressaltou que “o valor atual foi fixado em 2012 e não houve nenhuma recomposição até a presente data”, diz a justificativa do documento.

A proposta teve aprovação apertada. Foram sete votos a favor e cinco contra. Votaram a favor: Arlindo Motta Paes (PSDB), Bruno Dias PR), Leandro Morais (CIDADANIA), Odair Quincote (CIDADANIA), Prof.ª Mariléia (PSDB), Rodrigo Modesto (PTB), Wilson Tadeu Lopes (PV). Votos contra: Adriano da Farmácia (PR), André Prado (PV), Campanha (PROS), Dito Barbosa (PSDB) e Dr. Edson (PSDB).

Reajuste para os servidores da Câmara

Os servidores da Câmara Municipal, efetivos e comissionados, também tiveram o reajuste de 4,67% nos vencimentos básicos aprovado na reunião de ontem.

Reajuste para vereadores é rejeitado

Também na sessão desta semana estava o projeto de lei de autoria da Mesa Diretora para conceder reajuste de 4,67% nos salários dos vereadores, considerando a inflação do período. Porém, a proposta foi rejeita por nove votos contra e três a favor.

Votaram contra: Adriano da Farmácia, André Prado, Arlindo Motta Paes, Campanha, Dito Barbosa, Dr. Edson, Leandro Morais, Odair Quincote e Prof.ª Mariléia. Votaram a favor: Bruno Dias, Rodrigo Modesto, Wilson Tadeu Lopes.

De acordo com a assessoria da Casa, este é o quarto ano consecutivo a Câmara Municipal de Pouso Alegre segue sem fazer recomposição na remuneração dos vereadores. “A última reposição de subsídios aconteceu no ano de 2015, na antiga legislatura, quando foi aprovado um índice de 8%”, informa texto divulgado no site da Câmara.

Os vereadores Adelson do Hospital (PR) e Rafael Aboláfio (PV) não estava na reunião desta terça e o presidente Olveira Altair (MDB) não vota nessas matérias.

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Corrigidos pela inflação, profissionais do magistério receberão 3,43% e demais servidores terão 4,67% de reajuste, já que as categorias têm data-base diferentes e pegaram índice distintos.

Servidores durante protesto em frente à prefeitura no mês passado. Foto: Terra do Mandu

Durante a sessão ordinária realizada nesta terça-feira (14) os vereadores de Pouso Alegre votaram e aprovaram, em única votação, os projetos de lei que reajustam os salários dos servidores públicos municipais e dos profissionais do magistério. Ambos os projetos foram enviados à Câmara pelo Executivo Municipal, assinados pelo prefeito Rafael Simões (PSDB) e pelo chefe de Gabinete, José Dimas da Silva Fonseca. Os valores dos reajustes estão abaixo do que os sindicatos das categorias reivindicavam, que eram 10%, entre outros benefícios.

Para os profissionais da Educação, o reajuste é de 3,43%, equivalente ao índice da inflação pelo INPC/IBGE, no período de janeiro a dezembro de 2018, já que a data-base da categoria é o mês de janeiro.

Os demais servidores efetivos da prefeitura de Pouso Alegre terão direito ao reajuste de 4,67%, que é o índice da inflação medida entre abril de 2018 e março de 2019, considerando a data-base em abril para esta categoria.

LEIA TAMBÉM: Aprovado reajuste de 4,67% nos salários de prefeito, vice e secretários de Pouso Alegre.

Os pagamentos do próximo mês trarão os vencimentos com os reajustes retroativos à data-base de cada categoria.

Justificativa

Na justificativa do projeto, a administração informa que os reajustes repõem a inflação acumulada nos últimos 12 meses. Justificativa ainda que nos anos anteriores, 2017 e 2018, foram aprovados reajustes superiores à inflação.

Ainda de acordo com a prefeitura, os gastos para o pagamento dos reajustes das duas categorias representam um aumento na folha de R$ 522 mil, sem contar as contribuições previdenciárias.

Protestos dos servidores

Os servidores municipais foram para as ruas de Pouso Alegre protestar contra a falta de reajuste em seus salários, considerando que a data-base das categorias já havia extrapolado e, segundo os sindicatos, a administração não propôs nenhuma negociação. O Executivo negou que não quisesse negociar e que aguardava a definição do governo do estado com relação aos repasses obrigatórios que estão em atraso para o município.

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Prazos vão de 30 a 120 dias, com multa diária de R$ 7 mil caso medidas não sejam adotadas. Decisão é liminar e cabe recurso.

Nesta terça-feira (07), o prefeito de Pouso Alegre, Rafael Simões, e o assessor jurídico da prefeitura, Elias Kallas, deram uma entrevista coletiva e falar sobre a liminar da justiça que dá prazos para a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) resolver todos os problemas de coleta e tratamento de esgoto em Pouso Alegre. A liminar do juiz João Paulo Júnior, da 2ª Vara Cível, atende, em parte, os pedidos feitos em Ação Civil Pública movida pela prefeitura contra a empresa. O pedido para a interrupção da cobrança da taxa de esgoto não foi acatado pela justiça na liminar.

Em março desse ano, a prefeitura entrou com a ação contra a concessionário do serviço de abastecimento de água e saneamento da cidade alegando ineficiência na prestação do serviço, que tem causado danos à saúde da população e ao meio ambiente. Entre os pedidos da administração municipal, estavam que a empresa mapeie e acabe com todos os pontos de lançamento de esgoto in natura em córregos e rios da cidade; o fim da cobrança da taxa de esgoto, enquanto o serviço não for prestado 100% e a devolução do que já foi cobrado nos últimos 5 anos.

Dos pedidos da ação, a justiça deu prazos de 30 a 120 dias para a Copasa mapear e implantar medias para garantir a coleta e tratamento de todo o esgoto produzido na cidade, área de concessão da empresa. Caso os prazos não sejam cumpridos, a concessionária está sujeita ao pagamento de uma multa diária de R$ 7 mil.

A decisão cabe recurso. Entramos em contato com a empresa e até o fechamento desta reportagem não obtivemos retorno.

O OUTRO LADO

Entramos em contato com a Copasa, que informou, por nota, que “não foi notificada sobre essa ação da Prefeitura Municipal de Pouso Alegre. Portanto, no momento, não irá se pronunciar sobre o assunto”.

OS PRAZOS:

“a) Mapeie no prazo de 30 (trinta) dias, os pontos de lançamento de esgoto in natura e cesse os respectivos lançamentos nos corpos hídricos do Município de Pouso Alegre;

  1. b) Apresente, no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias, plano de investimento para melhoria dos sistemas de esgotamento sanitário e plano de reparação dos danos gerados em razão do lançamento inadequado de esgoto;
  2. c) Adeque, no prazo de 90 (noventa) dias, o sistema de tratamento de efluente para a recepção de todo o esgoto produzido em sua área de concessão, em acordo com as normas ambientais vigentes;
  3. d) Adeque, no prazo de 120 (cento e vinte) dias, o dimensionamento da rede de esgoto, de modo que os dejetos não sejam despejados da rede de esgoto para a rede pluvial;
  4. e) Preste informações necessárias aos consumidores locais acerca da ligação, coleta, tratamento e destinação dos esgotos de suas residências. ”

Prefeitura não descarta rescisão de contrato com Copasa

Durante a coletiva, o prefeito afirmou que está abrindo guerra contra a Copasa e que, caso seja necessário, poderá rescindir o contrato de concessão. VEJA DECLARAÇÃO NO VÍDEO.

 

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Vídeo de fiscais da prefeitura apreendendo mercadoria de vendedor de goiaba causou indignação nas redes sociais. Prefeitura justifica que esse tipo de comércio é irregular e ambulantes estão sujeitos à apreensão dos produtos.

Depois de deixar trabalho em fábrica, Lúcio Mauro vende geladinhos gourmet no Centro de Pouso Alegre. Foto: Terra do Mandu

Em anos de crise, muita gente encontrou o sustento da família no comércio ambulante. Basta dar uma volta a pé pelo Centro de Pouso Alegre que você vai encontrar os vendedores ambulantes de meias, goiabas, doces, bijuterias, entre outros. A maioria desses que ficam nas calçadas não tem autorização da prefeitura para exercer a atividade e, de vez em quando, tem suas mercadorias apreendidas pela fiscalização.

Foi o que aconteceu essa semana com um vendedor de goiaba que estava estacionado na calçada da Avenida Dr. Lisboa. Fiscais da prefeitura levaram toda a mercadoria, deixando o ambulante de carrinho vazio. Moradores gravaram a ação e publicaram nas redes sociais, gerando indignação em muita gente.

A reportagem do Terra do Mandu foi às ruas e conversou com alguns dos ambulantes. Eles sabem que trabalham irregularmente. Dizem também que já tentaram a licença na prefeitura, mas não conseguem. Os vendedores afirmam que trabalham com medo de perder a mercadoria, mas que não têm outra saída, já que emprego formal está difícil de conseguir. VEJA NO VÍDEO:

O QUE DIZ A PREFEITURA

Em nota, a prefeitura explicou que a ação de apreensão da mercadoria do vendedor ambulante foi correta. Segundo a prefeitura, o exercício do comércio ambulante depedne de licença especial, contendo nome, e endereço do vendedor, além de outras especificações. Quem não é licenciado, está sujeito às medidas de fiscalização.

Ainda de acordo com o documento da prefeitura, “vários comerciantes ligados a ACIPA, que pagam seus impostos, funcionários e aluguéis em dia e com muito sacrifício reclamam todos os dias da ação dos ambulantes, que na sua maioria não são de Pouso Alegre e que vendem produtos que também não são produzidos em nossa cidade. É uma concorrência desleal com os nossos comerciantes, que geram empregos para milhares de famílias que residem em nossa cidade”, diz a nota.

 

Íntegra da nota sobre o comércio ambulante:

Nota sobre o exercício de comércio ambulante

De acordo com a Lei 2.323, que instituiu o Código de Posturas do município, em seu artigo 133:

O exercício do comércio ambulante ou eventual dependerá sempre de licença especial, que será concedida na forma do regulamento.

Art. 134. Da licença concedida deverão constar a qualificação do vendedor ambulante ou eventual contendo:

  1. nome; II. endereço do vendedor ambulante ou eventual; III. número de inscrição.

Parágrafo único. O vendedor ambulante ou eventual não licenciado para o exercício ou período em que esteja exercendo a atividade ficará sujeito à apreensão das mercadorias em seu poder, mesmo que pertençam a pessoa licenciada.

Assim, a administração municipal apoia o trabalho legal exercido pelos fiscais de posturas, pois agiram dentro da lei. Esclarecemos, ainda, que vários comerciantes ligados a ACIPA, que pagam seus impostos, funcionários e aluguéis em dia e com muito sacrifício reclamam todos os dias da ação dos ambulantes, que na sua maioria não são de Pouso Alegre e que vendem produtos que também não são produzidos em nossa cidade. É uma concorrência desleal com os nossos comerciantes, que geram empregos para milhares de famílias que residem em nossa cidade.