Categoria: Economia

Impactos da Covid-19 no setor pode levar a fechamento de empresas com demissões em massa.

Imagem: reprodução

Quando 2020 começou, os sistemas de transporte de passageiros urbano e interestadual de Minas Gerias não imaginavam que iriam viver seus piores dias. Desde 2013 o setor já vinha sofrendo perdas significativas na demanda de passageiros, e mesmo com todas as dificuldades, o sistema vinha se mantendo firme em suas operações. Mas nada comparado ao surgimento da pandemia da COVID-19.

Desde que as medidas restritivas começaram nas primeiras cidades brasileiras e, gradativamente, foram se ampliando, as empresas operadoras do transporte de passageiros se depararam com um desafio monumental: como seguir operando esse serviço essencial, de extrema importância para a mobilidade das pessoas – incluindo profissionais de outros serviços essenciais como saúde e segurança – diante da abrupta queda da demanda, se é a tarifa paga pelo passageiro que financia o transporte coletivo?

Levantamento realizado pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) revelou a dimensão do impacto da pandemia para o setor: do início da Covid-19 até 30 de abril, 314 cidades tiveram redução de oferta (quantidade de ônibus em circulação) em percentuais variados, sendo que 181 delas tiveram paralisação total do serviço. Além disso, houve queda de 80% no número de passageiros transportados na média nacional, sendo que a redução da oferta dos serviços foi inferior à queda da demanda, da ordem de 25% na média em todo o país. Ou seja, o transporte continuou sendo ofertado em volume acima do número de passageiros transportados, o que causou grave desequilíbrio financeiro. Segundo a NTU o setor já contabiliza mais de R$ 3,72 bilhões em prejuízos desde o início da pandemia.

A forte queda na demanda colocou muitas empresas em processo pré-falimentar. Grande parte delas estão com a sua capacidade de pagamentos comprometida, ou seja, sem caixa para pagar fornecedores, empregados, financiamentos e tributos. É uma situação crítica que se agrava a cada dia.

“Em Minas Gerais a perspectiva de uma saída para a crise não se materializa. Cenário demonstra de maneira prática que ações anunciadas pelos governos federal, estadual e municipal, não chegaram às empresas que agonizam”, explica o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado de Minas Gerais (Fetram), Rubens Lessa.

TRANSPORTE RODOVIÁRIO EM MG

90% DE REDUÇÃO DE EMBARQUES EM 2020

Em 2020 a média na queda de demanda, de janeiro a junho, está em 90% quando comparada a igual período de 2019. Nesse ano foram realizados a partir dos terminas de Belo Horizonte, um total de apenas 35 mil embarques, média de 5.945 passageiros por mês. No ano passado em igual período foram transportados mais de 2,1 milhões de passageiros, uma média de 354 mil passageiros por mês, uma diferença sem precedentes.

Junho foi mais um mês difícil para o setor. Foram apenas 5,3 mil partidas, transportando 70 mil passageiros, redução de 71% nas partidas e 79% na demanda de passageiros. Em 2020 foram realizadas cerca de 18 mil viagens com 336 mil passageiros, a título de comparação.

BH, REGIÃO METROPOLITANA E ESTADO DE MG

Os dados são alarmantes também na capital mineira e na região metropolitana. A queda média na demanda de passageiros superou 70% no início da quarentena e atualmente vem se mantendo com uma perda média significativa de 60%.

Antes da pandemia, os ônibus realizavam em Belo Horizonte cerca de 25 mil viagens por dia, transportando até 1,2 milhão de pessoas. Hoje o sistema tem transportado somente cerca de 40% desse número de passageiros. Na região metropolitana de BH, antes da pandemia eram realizadas 26,9 mil viagens transportando mais de 820 mil passageiros, atualmente são transportados em média 368 mil passageiros em 14 mil viagens.

Em síntese, hoje os dois sistemas vêm realizando cerca de 60% das viagens para transportar somente 40% dos passageiros. Como os custos são pagos exclusivamente pela tarifa recebida dos usuários pagantes, pois não existe complemento de receita (subsídio), no final a conta fecha no negativo, uma vez que os custos do sistema são maiores que a receita arrecadada.

A crise é geral em todo o estado. Varginha no Sul de Minas teve redução de 70% na demanda de passageiros. De 30 mil pessoas transportadas por dia, o sistema passou a atender 9 mil pessoas, operando com 50% da frota. Em Juiz de Fora, com a queda de 70% na demanda, o prejuízo acumulado supera os R$ 15 milhões o que causou desequilíbrio fiscal no contrato com a prefeitura. Em Montes claros a prefeitura teve de fechar acordo com as empresas, adiantando a compra de vales transporte para os servidores municipais, para o sistema continuar operando. Em Divinópolis às empresas vêm continuamente pedindo socorro a prefeitura diante do impacto de redução de 80% na receita. Em Uberlândia as paralisações estão sendo constantes nas empresas, seja por protesto ou falta de óleo diesel para operação do sistema. E o pior, executivo, legislativo e judiciário não se entendem para dar uma perspectiva para resolução da crise. Enquanto isso a população fica desassistida.

RETOMADA DEPENDE DE AUXÍLIO DO PODER PÚBLICO

Diante do cenário de baixa demanda, custos fixos, despesas a serem pagas e contratos a serem cumpridos, muitas empresas se viram obrigadas a reduzir seu quadro de funcionários e renegocias contratos. Uma empresa de Guarulhos (SP) chegou a declarar o encerramento de suas atividades, em Salvador a prefeitura teve de assumir a gestão de uma das empresas do sistema por total incapacidade financeira da iniciativa privada continuar gerenciando a operação.

A situação só não ficou totalmente fora de controle, porque a grande maioria das empresas conseguiram reduzir despesas de pessoal adotando as medidas estabelecidas pela Medida Provisória no 936/2020, aprovada no início de abril. Houve também a adequação parcial da oferta, realizada por poderes concedentes municipais e estaduais, e a volta gradativa das atividades econômicas, que gerou um tímido aumento da demanda.

Se o poder público não adotar nenhuma medida de socorro, o setor não terá como evitar a falência das empresas, demissões em massa e a suspensão total dos serviços. Em números, o segmento de transporte de passageiros no Brasil, gera mais de 1,8 milhão de empregos diretos e indiretos. Só em Minas Gerais são mais de 100 mil.

Uma solução apontada pelo setor passa pela mudança do modelo de financiamento do custeio do transporte público, hoje bancado exclusivamente pela população que paga pela tarifa. A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) defende a adoção de uma nova política tarifária, com desonerações e recursos de outras fontes que ajudem a reduzir o custo do transporte em até 50% em todo o Brasil, permitindo baixar a tarifa e trazer de volta pelo menos 20% dos passageiros que deixaram de ter acesso ao transporte público devido ao preço. Em muitos países o governo tem subsidiado as empresas para manter o transporte coletivo operando com qualidade e com um custo acessível para a população, o que não acontece na maioria das cidades brasileiras. O transporte público é um serviço essencial e um direito social, que precisa ser garantido à toda a população.

Categoria: Economia

O município é o quinto no Sul de Minas Gerais a receber agência da Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG

Equipe da agência Sicredi de Cambuí. Foto: divulgação

Comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua, a Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG chega a Cambuí, o quinto município no Sul mineiro que passa a contar com a Cooperativa, que no total soma 31 agências nos três Estados de atuação – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais.

Em função da pandemia e dos cuidados necessários com a saúde neste momento, foi realizado um ato simbólico e restrito, na quinta-feira, 23, com poucas pessoas presentes. A inauguração foi feita de forma virtual, conduzida da nova agência com a presença de autoridades locais e da sede da Cooperativa em Rodeio Bonito/RS, com a participação do Conselho de Administração e Diretoria Executiva. Também participou remotamente do momento o presidente da Central Sicredi Sul Sudeste, Fernando Dall Agnese.  Através das redes sociais, a inauguração foi retransmitida ao público, que pode prestigiar o momento e conhecer as dependências da agência.

O secretário de Governo da Prefeitura de Cambuí, Carlos Eduardo da Silva, presente no ato simbólico, afirmou que o município está sendo presenteado com o Sicredi. “Nossa cidade é um polo industrial e comercial, e a Cooperativa só vem agregar valores aos nossos cambuienses e os demais municípios circunvizinhos. Por isso, desejo boa sorte e que Deus ilumine a todos vocês nesta caminhada”, frisa.

Da mesma forma, o presidente da Câmara de Vereadores, Rafael Santos Lambert, agradeceu a instalação da agência e salientou que o Sicredi transforma atendimento em relacionamento. “Eu já tive a experiência de trabalhar em cooperativa, e sei que o atendimento é diferenciado, além de que os associados participam ativamente dos resultados, o que é muito bom. Então, para nós, é uma satisfação recebê-los e tenho certeza do sucesso de vocês na nossa cidade. Enquanto Poder Legislativo, estamos à disposição para apoiá-los no que for necessário”, destaca.

Autoridades participam da inauguração da agência. Foto: Divulgação

Na semana que a Cooperativa alcançou seus 80 mil associados, destes sete mil apenas em 2020, a presidente Angelita Marisa Cadoná assegura que a Cooperativa se instala em Cambuí em um momento de crescimento muito grande. “Para nós, esta inauguração é especial, pois Cambuí foi um dos primeiros municípios do Sul de Minas Gerais que visitamos em 2018, quando estruturávamos a expansão em solo mineiro, e a cidade nos encantou, por isso foi uma das primeiras do Estado a ter agência da Cooperativa. Podem ter certeza que a população contará com uma instituição que investe muito na sociedade. Somos uma das maiores cooperativas de crédito do país e temos muito forte o nosso lado social, por isso atuamos com os programas sociais e o Fundo de Desenvolvimento Regional. A nossa missão é de agregar renda e contribuir com a qualidade de vida dos associados e da sociedade. Temos origem no agronegócio, na agricultura familiar, nossa essência é cooperativa, nosso propósito é fazer juntos, sempre de braços dados com a sociedade e queremos estar juntos com a população de Cambuí, contribuindo com o desenvolvimento. Queremos, junto com vocês, continuar crescendo, levando este cooperativismo sério e transparente que acreditamos e atuamos”, disse a presidente.

A agência

O espaço à disposição dos munícipes está localizado no centro na rua João Moreira Sales, 259, contando com ambiente amplo e moderno, dentro dos padrões Sicredi. O atendimento ao público será das 9 horas às 15h30min. Durante a inauguração, a gerente local, Maria Rita Bandieira, apresentou os diferencias da agência. “Além de oferecer todos os nossos produtos e serviços, contamos ainda com o Recanto do Café – produto característico da cultura mineira, uma usina solar com energia sustentável e estacionamento exclusivo aos associados no horário de atendimento. Também, o espaço terá uma base regional destinada ao suporte ao desenvolvimento, gestão e relacionamento das demais agências da região Sul mineira, incluindo um amplo auditório destinado a reuniões e treinamentos. Estamos felizes em estarmos aqui e, especialmente, com a boa recepção que tivemos desde a nossa chegada a esta cidade, tanto que já contamos com mais de 100 associados, antes mesmo de oficialmente inaugurarmos a agência. Estamos de portas abertas para receber cada munícipe e assim poder apresentar nossos diferenciais cooperativos”, finaliza a gerente.

Sicredi

O Sicredi é a primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, há mais de 117 anos cresce e se desenvolve com as localidades onde está presente, o que confirma sua solidez e segurança no mercado financeiro. Presente em 22 Estados e no Distrito Federal, o Sicredi tem o propósito de estar presente em todo território nacional, por isso avança sua expansão no Estado de Minas Gerais, onde já são 31 agências, considerando Cambuí, que atendem mais de 18 mil associados.

Categoria: Economia

 

O valor da transação não foi informado. Cerca de 50 funcionários estão sendo recontratados pela nova empresa. Inauguração será nos próximos dias.

Foto: Terra do Mandu

O Supermercado Central acaba de anunciar a compra da unidade do Leve Mais do bairro Recanto dos Fernandes, em Pouso Alegre. O valor da transação não foi informado. Pedro Henrique Scodeler Rodrigues, que administra o Supermercado Central junto com o pai Antônio Célio Rodrigues, disse ao Terra do Mandu que a aquisição da nova loja faz parte do plano de expansão da empresa.

“Temos a intenção de expandir os negócios e atender maior parte da população de Pouso Alegre, oferecendo qualidade no atendimento, nos produtos e com preços competitivos. Vamos levar para os bairros os preços que praticamos na matriz”, afirma Pedro Henrique.

A nova loja fica numa região estratégica da cidade, com surgimento de novos loteamentos e condomínios, dos bairros Recanto dos Fernandes, Santa Edwiges, Parque Ibirá, Jardim Floresta, entre outros. Apenas os condomínios da BRZ têm 816 apartamentos construídos nessa área de Pouso Alegre.

A unidade do Recanto dos Fernandes será a quarta do grupo que completará 30 anos em 2021. A loja matriz fica na Avenida Duque de Caxias, no Centro de Pouso Alegre, com filiais no bairro São Cristóvão e na cidade de Silvianópolis.

Ainda de acordo com o executivo, os cerca de 50 funcionários que já trabalhavam na nova unidade estão sendo recontratados. Outros cargos pontuais também serão preenchidos.

Nesta semana a loja está fechada para as alterações documentais e instalação de nova identidade visual. A inauguração deverá ocorrer nos próximos dias, ainda no mês de julho. Medidas para atender a população seguindo os cuidados de prevenção ao novo coronavírus serão adotadas durante o evento.

Fachada ainda será alterada para inauguração da loja. Foto: Terra do Mandu

 

Categoria: Economia

Valor de saque é de até R$ 1.045, considerando o saldo nas contas do FGTS. Nesta etapa, poderão ser pagos até R$ 3,3 bilhões.

A CAIXA inicia nesta segunda-feira (13) o pagamento do Saque Emergencial FGTS para cerca de 5,1 milhões de pessoas nascidas em março. O crédito será realizado em poupança social digital, aberta automaticamente pela CAIXA para os trabalhadores. O valor do saque é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas do FGTS do trabalhador.

Nesta etapa, poderão ser pagos até R$ 3,3 bilhões. Os trabalhadores podem consultar o valor creditado por meio do aplicativo CAIXA Tem. O crédito ocorre de forma escalonada conforme o calendário abaixo. A primeira data corresponde ao crédito dos valores na conta poupança social digital, quando os recursos poderão ser utilizados em transações eletrônicas. A segunda informa quando os recursos estarão disponíveis para saque em espécie ou transferência para outras contas.

Calendário de saques do FGTS – reprodução Caixa

Os nascidos em janeiro e fevereiro receberam em 29/06 e 06/07, respectivamente, na conta digital. Os trabalhadores que não tiveram o valor creditado automaticamente devem acessar o aplicativo FGTS para complementar seus dados cadastrais e assim receber o crédito em uma poupança social digital.

Formas de recebimento

A poupança social digital é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil. O valor creditado pode ser movimentado por meio do aplicativo CAIXA Tem, sem custo, evitando o deslocamento das pessoas até as agências.

Após o crédito dos valores na conta digital, já será possível pagar boletos e contas ou utilizar o cartão de débito virtual e QR code para fazer compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos por meio do aplicativo CAIXA Tem.

A partir da data de disponibilização dos recursos para saque ou transferência, os trabalhadores poderão transferir os recursos para contas em qualquer banco, sem custos, ou realizar o saque em espécie nos terminais de autoatendimento da CAIXA e casas lotéricas.

Cancelamento do crédito automático

Se o trabalhador não quiser receber o saque emergencial, pode registrar essa opção pelo aplicativo do FGTS, site fgts.caixa.gov.br ou Internet Banking CAIXA até 10 dias antes do calendário previsto para o recebimento do crédito.

Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, o trabalhador poderá solicitar o desfazimento. Os valores retornarão à conta do FGTS devidamente corrigidos, sem prejuízo ao trabalhador. A solicitação de desfazimento do crédito do Saque Emergencial não pode ser desfeita.

Caso não haja movimentação dos recursos na conta poupança social digital até 30/11/20, o valor será devolvido à conta FGTS sem nenhum prejuízo ao trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer o saque emergencial, poderá solicitar pelo App FGTS até 31/12/2020.

Canais de consulta

A CAIXA disponibiliza os seguintes canais de atendimento para o Saque Emergencial FGTS.

APP FGTS
– Consultar o valor do saque;
– Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário;
– Informar que não deseja receber o valor do saque;
– Solicitar o desfazimento do crédito efetuado na poupança social digital.

Site fgts.caixa.gov.br
– Consultar o valor do saque;
– Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário;
– Informar que não deseja receber o valor do saque;
– Solicitar o desfazimento do crédito feito na poupança social digital.

Central de Atendimento CAIXA 111, opção 2
– Consultar o valor do saque;
– Consultar a data em que o recurso será creditado na poupança social digital, conforme calendário.

Alerta

A CAIXA não envia mensagens com solicitação de senhas, dados ou informações pessoais. Também não envia links ou pede confirmação de dispositivo ou acesso à conta por e-mail, SMS ou WhatsApp.

O banco disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o Saque Emergencial FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 – opção 2, Internet Banking CAIXA e o APP FGTS.

Categoria: Economia

Anúncio oficial das ações contempladas em 2020 foi feito durante live feita pela pela presidente Angelita Marisa Cadoná. Foto: Divulgação Sicredi

Com o propósito de promover o empreendedorismo, a inovação, o desenvolvimento humano, social e ambiental, por meio da cooperação, a Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG, através do Fundo de Desenvolvimento Regional, apoia projetos nos municípios de sua área de presença nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais. O valor destinado ao fundo, assim como o número de projetos, está crescendo a cada ano. Em 2018, foram escolhidos 75 projetos, com investimento de R$ 640,7 mil. Em 2019, foram selecionados 100 projetos que receberam R$ 960,6 mil. E, neste ano, o valor praticamente quase dobrou, alcançando R$ 1,8 milhão, destinado para 113 projetos. O anúncio oficial do montante foi realizado pela presidente Angelita Marisa Cadoná, na live – transmitida pelas redes sociais da Cooperativa – realizada na quinta-feira, 09.

Demonstrando a transparência no processo, para avaliação e definição dos projetos aprovados neste ano, foram criados dois comitês: o estratégico e o local – formado com a participação de coordenadores de núcleo, representantes de entidades e lideranças de cada um dos municípios onde a Cooperativa atua. “Os comitês locais são uma evolução neste ano. As pessoas da comunidade, que conhecem as necessidades, podem dar sua opinião em favor daqueles projetos que sejam mais relevantes e necessários a cada realidade”, destacou a presidente. Os projetos contemplados são voltados ao estímulo ao empreendedorismo e inovação, ambientais, educação, formação e sucessão, intercooperação e associativismo, e promoção à saúde coletiva e desenvolvimento social.

Além disso, a Cooperativa desenvolve a ação solidária Juntos Fazemos o Bem, através da qual uma porcentagem dos recursos investidos na instituição é revertida às entidades sociais indicadas pelo próprio associado. Até o dia 3 de julho, a Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG já havia destinado R$ 362 mil em doações, contemplando especialmente instituições de saúde, em função do combate à pandemia.

Segundo a presidente Angelita Marisa Cadoná, a Cooperativa está investindo em projetos que vão proporcionar melhorias na qualidade de vida de milhares de pessoas, nos três Estados que atua. “Se somarmos R$ 1,8 milhão do Fundo de Desenvolvimento Regional, mais R$ 362 mil já doados pela ação solidária Juntos Fazemos o Bem, serão mais de R$ 2 milhões que chegaram aos mais de 78 mil associados. Sabemos que as instituições e entidades com os projetos contemplados vão utilizar estes recursos da melhor forma possível, assim como constatamos em anos anteriores. Já tivemos muitos exemplos maravilhosos da boa aplicação destes recursos e ficamos felizes por isso, em poder contribuir com valores que promovem a cooperação, a cidadania e a solidariedade. O interesse pela comunidade é também uma responsabilidade da Cooperativa, por isso sempre vamos apoiar iniciativas que contribuam com o desenvolvimento da região”, frisa a presidente.

Os projetos aprovados através do Fundo de Desenvolvimento Regional estão disponíveis no site sicredialtouruguai.com.br

 

 

Categoria: Economia

Confira algumas dicas infalíveis e descubra o que é preciso para vender seu imóvel por um valor justo.

Crédito da imagem: Freepik

De fato, colocar um imóvel à venda é um desafio muito grande, afinal, esse, provavelmente é um dos maiores (se não o maior) bens da sua vida.
Além disso, o momento atual de baixa liquidez em diversos mercados, inclusive no imobiliário, exige a implementação de algumas técnicas e estratégias para garantir destaque no momento de anunciar casas à venda em BH. Portanto, se você já colocou a sua propriedade à venda mas permanece sem respostas positivas, ou pretende coloca-la em breve,mas não sabe por onde começar, confira algumas dicas à seguir, elas podem transformar as suas negociações.

  • Cheque toda a documentação

    Antes de mais nada, é preciso destacar que muitas das negociações simplesmente travam na hora de assinar o contrato devido aos problemas ou irregularidades documentais do imóvel ou, até mesmo, do próprio vendedor. Além disso, esse tipo de processo envolve toda uma parte burocrática. Para evitar situações controversas, é imprescindível realizar a checagem da documentação solicitada e organizar a papelada com antecedência. Isso porque, embora a análise dos documentos possa levarcerto tempo para ser concluída, normalmente, os problemas são rapidamente solucionados.

  • Defina um valor, mas antes, pesquise e fique por dentro do mercado

    Obviamente, todas as pessoas que colocam seus imóveis em BH para vender desejam valorizar seus bens e garantir boas negociações. Mas, antes disso, é preciso conhecer o mercado imobiliário da sua região. Só assim, será possível estipular um valor justo de acordo com a média da sua cidade. Afinal, se você se arriscar a definir um preço sem antes fazer uma extensa pesquisa, correrá o risco de afastar os potenciais compradores e ficar com o imóvel encostado.
    Importante: Seja realista durante a definição do valor. Sabemos que alguns fatores como região, infraestrutura, e vista podem ter impacto direto no preço do imóvel e é preciso ter noção disso.
    Contudo, se você realmente sentir dificuldade em avaliar e definir o valor do próprio imóvel, vale à pena contratar um corretor para te auxiliar a garantir mais propriedade nas decisões.

  • Faça um ótimo anúncio

    Para garantir que o seu anúncio é vendável, certifique-se de que ele está de acordo com todas as normas da língua portuguesa. Especifique as características do imóvel com clareza e evidencie o que ele tem de melhor, sem mentiras ou excessos. Fale um pouco sobre a região, cite os serviços de atendimentos essenciais e o acesso aos transportes públicos.
    Por fim, organize todo o interior do imóvel, faça boas fotos e assegure-se de que elas comprovem tudo o que foi descrito. Além disso, você pode contar com um auxílio de um fotógrafo profissional para apresentar imagens fieis do ambiente.

  • Na hora de escolher corretores ou imobiliárias, tenha cautela

    Se você pretende contar com a ajuda profissional de corretores ou imobiliárias em BH é importante buscar pessoas e prestadores de serviços com referências e certificar-se de que eles tenham domínio sobre o atual mercado da sua região. Além disso, para ter garantia da confiabilidade das empresas ou profissionais, busque recomendações com quem já vendeu imóveis.
    Outra dica importante é escolher, com cautela, uma única imobiliária. Isso porque, contar com várias placas de diferentes imobiliárias desvaloriza o seu imóvel. Ou seja, é melhor contratar uma única que se empenhe o suficiente para vender o seu imóvel por um preço justo.

Analise e prepare o seu local antes de receber as visitas

Enfim, mesmo se você seguir todos os passos anteriores, se não prestar atenção no preparo do seu imóvel antes de receber as visitas, é muito pouco provável que conquiste uma venda bem-sucedida.
Quando um possível comprador for visitar a sua casa, é fundamental que ela esteja apresentável. Recolha as roupas do varal, os itens pessoais do banheiro, higienize o local e abras as janelas para circulação do ar.
Contudo, se você pretende vender um imóvel que está vazio, lembre-se de deixa-lo sempre limpo e chegar antes das visitas para fazer uma vistoria geral.
Importante: Na hora em que o visitante chegar, seja totalmente transparente. Por exemplo, se tiver algum reparo importante a ser feito, fale, explique e coloque sempre a honestidade em primeiro lugar.

Enfim, gostou das nossas dicas para garantir a venda de um imóvel com preço justo, ou conhece alguém que pode se interessar por elas? Compartilhe esse artigo nas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso!

Categoria: Economia

Sede é em Pouso Alegre, no Sul de Minas, que abriga o parque industrial da gigante chinesa da construção civil. Essa é a primeira instituição financeira com capital 100% estrangeiro a ter autorização para operar no Brasil. A expectativa é de movimentar entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões em operações de crédito no primeiro ano,

Parque industrial da XCMG às margens da Fernão Dias, em Pouso Alegre. Foto: Arquivo Terra do Mandu

Entrou em operação nesta quarta-feira, dia 1º julho, o primeiro banco da indústria chinesa no Brasil: o XCMG S.A, de propriedade do Xuzhou Construction Machinery Group (XCMG). Com capital inicial de R$ 100 milhões, trata-se da primeira instituição financeira com capital 100% estrangeiro a obter autorização de funcionamento e operação junto ao Banco Central (BC). Com sede em Pouso Alegre, no Sul de Minas, o banco contará também com escritório em São Paulo.

A expectativa é de movimentar entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões em operações de crédito no primeiro ano, com meta é atingir o break even point em três anos.

A licença de operação foi concedida em 15 de junho pelo BC. A autorização de abertura foi conferida em outubro de 2019, após o cumprimento de todos os requisitos para a regulamentação de instituições financeiras no Brasil e participação de recursos estrangeiros no capital nacional.

O objetivo inicial do Banco XCMG é apoiar os negócios do próprio grupo no Brasil e também ampliar o leque de serviços para empresas chinesas do ramo industrial em operação na América Latina.

Dessa forma, em um primeiro momento o banco irá ofertar produtos financeiros diversos, como financiamento de máquinas, leasing e investimentos, aos clientes do grupo, revendedores e a indústria de modo geral.

Em um segundo momento, outros serviços serão oferecidos, como modalidades de crédito e de capital de giro, incluindo linhas de crédito do Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A intenção de uma abertura comercial e um ambiente propício para a livre concorrência foram determinantes para a decisão de operar no Brasil. A recuperação econômica antes da pandemia, a baixa taxa de juros e a sinalização do governo brasileiro em colocar em prática um programa de privatizações e concessões também foram pontos importantes para o investimento no país.

Uma cerimônia online marcou o início das atividades do Banco XCMG S.A, às 8h, com a participação do CEO Global XCMG, Wang Min, do CEO América Latina XCMG, Wang Yansong, e do presidente do Banco XCMG Brasil S.A., Gu Shiying. O evento teve ainda a participação de executivos dos bancos chineses ICBC e BOC, e de representantes de instituições financeiras brasileiras – Banco Daycoval e Safra.

Sobre a XCMG 

Empresa produz máquinas de infraestrutura e a intenção é vender para toda a América Latina, a partir de Pouso Alegre. Foto: Divulgação

Fundada em 1943, a Xuzhou Construction Machinery Group (XCMG) é o maior grupo de empresas na indústria de maquinário de construção da China, com a maior variedade e série de produtos, e a mais competitiva e influente no setor. Ocupa atualmente o quinto lugar na indústria mundial de maquinário de construção e a quarta no top 100 da indústria chinesa de maquinário, exportando para mais de 183 países e regiões em todo o mundo.

A XCMG tem atuado no mercado brasileiro desde 2004. Para facilitar a expansão no país, inaugurou, em 2014, o Parque Industrial de Pouso Alegre. A unidade é a primeira do grupo com operações fora do continente asiático e contou com investimento de mais de meio bilhão de dólares. Nela, são fabricadas máquinas pesadas, tais como escavadeiras, guindastes, retroescavadeiras, motoniveladoras e perfuratrizes.

Categoria: Economia

Tem dono de imóvel querendo voltar a cobrar preço cheio, mas lojistas argumentam que vendas não se normalizaram. Representante do setor imobiliário diz que deve haver bom senso na negociação.

Comerciantes de Pouso Alegre negociam com donos de imóveis para manter o desconto no valor do aluguel, dado nesses primeiros três meses de crise da pandemia da Covid-19.

A redução em alguns pontos chega a 50%, já que lojas tiveram que fechar as portas ou perderam vendas. Agora, segundo lojistas, tem proprietário de imóvel querendo voltar a cobrar o valor total do aluguel. Mas, as vendas continuam em baixa.

“Estavam querendo voltar o preço normal. Mas, nós aqui da Rua Bernardino de Campos estamos conversando com o proprietário para analisar a situação porque ainda não voltou com a situação normal e acredito que não volte tão cedo. Então, a gente precisa dessa ajuda”, diz a comerciante Ana Paula de Lima Freitas, que aluga um ponto onde dividiu em duas lojas.

Ana Paula tem a loja de roupas infantis e outra de semijoias. Mas nas duas as vendas despencaram. Foto: Terra do Mandu

“Muito difícil. Desde março a venda caiu demais no varejo, em mais de 60%. Temos a ajuda do dono do imóvel com redução do aluguel, reduzimos funcionários e carga horário, funcionando das 13h às 17h30. E a gente está pedindo que continue essa ajuda aos comerciantes porque a situação está complicada”, afirma.

Essa outra loja de artigos de decoração também está pagando a metade do valor do aluguel. A gerente, Monique Alves, diz que vem negociado com o dono do imóvel para manter a ajuda.

“Aqui as vendas estão abaixo dos meses anteriores. E estamos vendendo mais pela internet, que aumenta os custos com a entrega. Para o setor de decoração a queda não foi tão brusca, mas não recuperamos as vendas ainda. Por isso, a gente vem negociando o aluguel”, conta.

Monique diz o desconto foi de 50% e briga para manter até setembro. “Vamos ver como vai ser essa parceria para ficar bom para quem aluga também.”

O presidente do Sindcomércio, Alexandre Magno, fala que alguns comerciantes tem procurado o sindicato para representa-los nessa negociação e que o momento de união.

“Temos dito a eles que é momento de conscientização por parte do empresário e por parte do dono imóvel. Com a volta das pessoas para as ruas e o movimento na cidade, não quer dizer que o comércio está vendendo. Então, é muito importante que o dono do imóvel traga uma reflexão para si. Porque se ele pressionar o empresário e esse empresário for forçado a sair do estabelecimento, haverá demissões e o ponto não será alugado tão rapidamente”, diz Alexandre.

O subdelegado regional do CRECI em Pouso Alegre, José Tadeu Pereira Carvalho, que representa as imobiliárias, fala que a negociação deve ser caso a caso porque tem comércio que nem reabriu.

“Alguns estabelecimentos, como escolas, que deverão reabrir só em setembro. Então, nós estamos negociando com o proprietário dependendo do imóvel que está alugando. Sempre o bom senso na negociação porque precisamos preservar os dois, tanto o dono do comércio como o proprietário do imóvel”, pondera Tadeu que ainda afirma que alguns inquilinos já entregaram imóveis.

Categoria: Economia

Segundo prefeitura, praticamente triplicou o número de camelôs no centro da cidade. Alguns deles vêm de outros estados para vender meias, tapetes, colchas e utensílios para casa. Lojistas reclamam da concorrência, já que os ambulantes atuam sem licença. A prefeitura diz que tomará providências. Acipa também emitiu nota sobre o assunto. Veja a matéria em vídeo abaixo!

Algumas pessoas se viram obrigadas em ir para a rua em busca de renda durante a pandemia. Foto: Terra do Mandu

De acordo com a prefeitura de Pouso Alegre, nos últimos dias quase triplicou o número de ambulantes na área central da cidade. Eram 15 camelôs e agora são de 40 que trabalham sem licença municipal. Alguns vindos de outros estados.

Os vendedores espalham suas mercadorias nas calçadas ou em carrinhos de mão. Outros utilizam veículos para transportar e expor seus produtos.

É possível encontrar de tudo um pouco. Tem vendedores de meias, tapetes, perfumes, utensílios para casa e frutas. Com a pandemia, tem os vendedores de máscaras. Gente como o Noel que se viu obrigado em ir para a rua vender as máscaras feitas por ele e a esposa.

“Só sobrou isso para nós. Eu fabrico uniformes escolares. Aí fechou tudo. Agora estou fabricando só máscaras. Aí me tornei mais um ambulante, não tenho o que fazer”, conta Noel.

Ao lado dele fica o vendedor de alho Daniel Rodrigues, conhecido como ‘Gordinho do Alho’. Ele já está nas ruas há mais tempo. “A gente fica nesse ponto vendendo um alhinho para sobreviver. A gente paga aluguel e essa é única alternativa que encontramos para trabalhar honestamente”, diz Daniel.

Segundo a prefeitura, a administração recebeu várias denúncias de descumprimento da legislação municipal referente à atuação dos ambulantes na cidade. As reclamações são, principalmente, aos ambulantes de fora, que vendem meias, tapetes, colchas.

“Essas denúncias vão desde comerciantes afirmando que estariam sendo agredidos verbalmente a moradores questionando o descumprimento de medidas sanitárias por parte dos ambulantes”, disse a prefeitura, através da assessoria de comunicação.

Wandeir de Oliveira é gerente desta loja na Praça Senador José Bento. Ele é um dos comerciantes que já reclamou na prefeitura. Segundo ele, alguns itens vendidos pelos camelôs também são comercializados na loja. Porém, o gerente alega que a loja paga impostos para funcionar, enquanto os ambulantes estão sem qualquer autorização da prefeitura.

Gerente de loja reclama da ‘concorrência desleal’ dos ambulantes de meias, colchas e tapetes. Reprodução: Terra do Mandu

“Com certeza, atrapalha. Aumentou bastante a presença deles. O pior é que o produto que eles vendem é o produto que a gente vende. Então, é um concorrente direto nosso. Nós temos despesas altas, principalmente nessa época de pandemia, os recolhimentos, folha de pagamento. Eles não têm nada disso e vendem quase na nossa porta”, reclama Wandeir sobre os ambulantes de meias, cintos, colchas e tapetes.

O QUE DIZ A PREFEITURA

A prefeitura de Pouso Alegre informou que “diante dessa situação, está traçando um plano de ações para solucionar a questão da melhor maneira possível”. Que ações serão essas não foram informadas pela administração. A reportagem apurou que não seriam adotadas medidas como a apreensão das mercadorias, como feitas em outras ocasiões.

O QUE DIZ A ACIPA

Segundo a Associação do Comércio e Indústria de Pouso Alegre (Acipa), comerciantes tem questionado a presença dos ambulantes na cidade. A instituição afirma que a atividade dos ambulantes é ilegal e desrespeita as recomendações dos órgãos de saúde no enfrentamento à pandemia (veja a nota abaixo enviada da Acipa).

NOTA DA ACIPA (VENDEDORES AMBULANTES)

Com a deflagração da PANDEMIA DO COVID-19, inúmeros comerciantes questionaram acerca da presença de vendedores ambulantes no centro da cidade, ofertando à população desde frutas, outros produtos agrícolas, alimentos industrializados e artesanais, vestuário e, produtos eletrônicos, até máscaras de proteção.

Tal prática mercantil, ao arrepio do exercício do Livre Comércio, caracteriza ATO ILEGAL passível de aplicação de penalidades que vão desde simples notificação prévia à apreensão de mercadorias e instauração de processo administrativo e judicial.

Outrossim, tal prática é realizada sem observância das regras da OMS, Decretos lei da União, Estado e Município de higiene pessoal e coletiva, distanciamento social e utilização de máscaras que, acaba por contribuir para aglomerações, colocando em risco a saúde das pessoas.

Sendo assim, a ACIPA, na condição de entidade representante e defensora do comércio local, em parceria com a Prefeitura Municipal de Pouso Alegre, neste inédito período de crise, tomará medidas efetivas para coibir referida prática ilegal visando o fortalecimento do comércio, bem como, evitar o aumento demasiado de casos do COVID-19.

Conte conosco. Conte com a ACIPA.

Categoria: Economia

Nos dois primeiros meses da crise da pandemia Covid-19, Pouso Alegre tem saldo negativo de 1.175 empregos perdidos.

Unidade da rede foi inaugurada em frente ao HCSL. Foto: Terra do Mandu

A crise gerada pela pandemia da Covid-19 tem deixado centenas de pessoas sem emprego. Nos meses de março e abril, Pouso Alegre teve saldo negativo de 1.175 vagas de postos de trabalho fechados, como mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), órgão ligado ao Ministério da Economia. Um cenário bem diferente dos meses anteriores quando a cidade é uma das que mais gerava em emprego no estado.

A inauguração de uma rede de farmácias esta semana na cidade trouxe alívio para algumas pessoas. A loja em Pouso Alegre contratou 40 funcionários. A maioria estava sem emprego e pôde retornar ao mercado de trabalho. Um volume que poderá diminuir o impacto dos desligamentos desse mês de junho.

A drogaria inaugurou na terça-feira (23), e todos os dias aparecem novas pessoas em busca de emprego. Em 20 minutos que passamos na loja para conversar com a gerência, duas pessoas chegaram para entregar currículo.

Uma delas foi Thaís Rodrigues, de 26 anos. Ela trabalhava como assistente administrativo e perdeu o emprego no início da pandemia da Covid-19. No mês seguinte, o marido também perdeu o emprego. Hoje, os dois estão em busca de uma vaga para voltar ao mercado de trabalho. “Ter um emprego, uma fonte de renda é tudo né. O dinheiro é necessário para a moradia, para a alimentação. Sem dinheiro não tem como sobreviver”, conta Thaís que já está com a mensalidade da faculdade atrasada.

Com experiência também em vendas, Thaís diz que já entregou cerca de 40 currículos pessoalmente. E tem outros 30 já estão impressos para levar às empresas. Ela diz que topa qualquer serviço. “Até limpar o chão, se for necessário”, disse ao deixar o currículo na drogaria.

Antes da inauguração, novos funcionários passaram por treinamento no CAC. Foto: Ascom Câmara Municipal

Teste de Covid e mais sobre a drogaria inaugurada

A drogaria inaugurada em Pouso Alegre faz parte de uma rede com mais de 200 lojas, com matriz em Belo Horizonte. A unidade fica aberta diariamente, inclusive nos feriados, das 7h às 23h.

Além dos produtos e serviços tradicionais e outros nem tanto para uma drogaria, como itens pets, os clientes de Pouso Alegre também encontram vacinas e testes rápidos, incluindo, o Teste Rápido Covid-19.

Serviço

ARAUJO EM POUSO ALEGRE

Funcionamento: diariamente, das 7h às 23h

Endereço: Rua Comendador José Garcia, 772, em frente do Hospital Samuel Libânio