
Fotos cedidas pelo Portal da Cidade Pouso Alegre/MG
Uma mulher de 48 anos denunciou ter sido agredida por um funcionário do setor de carga e descarga do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, em Pouso Alegre. O caso foi registrado pela Polícia Militar e será investigado pela Polícia Civil.
Segundo o boletim de ocorrência, a agressão teria acontecido na tarde da última segunda-feira (3/8), por volta das 15h45. A vítima relatou que acompanhava o marido na unidade hospitalar e, ao se dirigir a uma área externa destinada a fumantes, foi surpreendida pelo homem.
Ainda conforme o registro policial, o suspeito teria se aproximado gritando e, em seguida, arremessado um rádio comunicador (HT) contra as costas da mulher. Ela sofreu lesões leves (como na imagem acima).
Após o ocorrido, a vítima procurou a Base de Segurança Comunitária da Polícia Militar para registrar a ocorrência. O boletim foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Pouso Alegre, que ficará responsável pela investigação e pelas providências cabíveis.
Hospital diz que apura os fatos
Em nota, a Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (FUVS), mantenedora do Complexo Hospitalar Samuel Libânio, informou que tomou conhecimento do relato e que já adotou as medidas necessárias para apurar o caso.
A instituição afirmou ainda que repudia qualquer forma de violência e destacou que situações dessa natureza são tratadas com seriedade, respeitando o devido processo de apuração, o contraditório e os direitos de todas as partes envolvidas.

Imagem: FUVS
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a versão apresentada pelo funcionário citado na ocorrência. Na nota enviada ao Terra do Mandu, a FUVS também não informou se o funcionário em questão foi afastado de suas atividades, durante as investigações.
Veja nota completa da FUVS:
“A Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí, mantenedora do Complexo Hospitalar Samuel Libânio, tomou conhecimento do relato mencionado e adotou medidas cabíveis para apuração dos fatos. A Instituição repudia qualquer forma de violência e esclarece que ocorrências dessa natureza são tratadas com seriedade, observando o devido processo de apuração, o contraditório e o respeito aos direitos de todas as partes envolvidas”.
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