A justiça absolveu três homens presos por homicídio qualificado em Pouso Alegre. O Tribunal do Júri nesta terça-feira (05/6) julgou o crime em que Diego Daniel de Carvalho, de 19 anos foi morto a tiros e mais dois baleados, em 11 de janeiro de 2025.
Os réus estavam presos desde o dia seguinte ao crime. Na época, a Polícia Militar prendeu cinco suspeitos. Segundo Valdomiro Vieira, advogado de um dos réus no júri, dois suspeitos não chegaram a ser indiciados.
O júri durou mais de dez horas. O promotor do Ministério Público (MPMG), Wagner Iemini de Carvalho, foi designado de Poços de Caldas para fazer a acusação no júri.
O promotor detalha que “as defesas sustentaram tese de negativa de autoria e os jurados acataram”. Ele explica que a 4ª Promotoria de Justiça deve avaliar se vai ou não recorrer da decisão do júri.
As vítimas foram socorridas para o Hospital das Clínicas Samuel Libânio, mas Diego morreu. Um dos outros dois jovens baleados ficou em coma. Ele sobreviveu.
Testemunhas ajudaram a PM a identificar os suspeitos do crime, com idades de 20, 21, 22, 23 e 32 anos. Uma operação conjunta com a PM de Três Corações prendeu cinco homens em São Tomé das Letras (MG), na madrugada seguinte ao homicídio. Um carro foi apreendido.
O júri da morte de Diego não teve assistente de acusação, advogado para representar a família da vítima. A defesa dos réus foi feita por diferentes advogados. O Terra do Mandu entrou em contato com todos.
Os advogados Valdomiro Vieira e Pablinie Cássia Costa citam que o argumento principal da defesa foi a ausência de confirmação e fragilidade das provas produzidas pela polícia contra os réus.
A observação de Vieira é que “tanto as testemunhas de acusação como o próprio Ministério Público não conseguiu sustentar aquilo que foi imputado na denúncia, que seria a prática de um homicídio triplamente qualificado e duas tentativas de homicídio também triplamente qualificadas. Os acusados foram absolvidos”.
A previsão é que os réus sejam colocados em liberdade até esta quinta-feira (07/5). Vieira acrescenta que se houver recurso, “os acusados responderão o processo em liberdade”.
Tribunal do Júri em Pouso Alegre. Imagem Renan Bandana/Terra do Mandu.
A justiça absolveu três homens presos por homicídio qualificado em Pouso Alegre. O Tribunal do Júri nesta terça-feira (05/6) julgou o crime em que Diego Daniel de Carvalho, de 19 anos foi morto a tiros e mais dois baleados, em 11 de janeiro de 2025.
Os réus estavam presos desde o dia seguinte ao crime. Na época, a Polícia Militar prendeu cinco suspeitos. Segundo Valdomiro Vieira, advogado de um dos réus no júri, dois suspeitos não chegaram a ser indiciados.
O júri durou mais de dez horas. O promotor do Ministério Público (MPMG), Wagner Iemini de Carvalho, foi designado de Poços de Caldas para fazer a acusação no júri.
O promotor detalha que “as defesas sustentaram tese de negativa de autoria e os jurados acataram”. Ele explica que a 4ª Promotoria de Justiça deve avaliar se vai ou não recorrer da decisão do júri.
As vítimas foram socorridas para o Hospital das Clínicas Samuel Libânio, mas Diego morreu. Um dos outros dois jovens baleados ficou em coma. Ele sobreviveu.
Testemunhas ajudaram a PM a identificar os suspeitos do crime, com idades de 20, 21, 22, 23 e 32 anos. Uma operação conjunta com a PM de Três Corações prendeu cinco homens em São Tomé das Letras (MG), na madrugada seguinte ao homicídio. Um carro foi apreendido.
O júri da morte de Diego não teve assistente de acusação, advogado para representar a família da vítima. A defesa dos réus foi feita por diferentes advogados. O Terra do Mandu entrou em contato com todos.
Os advogados Valdomiro Vieira e Pablinie Cássia Costa citam que o argumento principal da defesa foi a ausência de confirmação e fragilidade das provas produzidas pela polícia contra os réus.
A observação de Vieira é que “tanto as testemunhas de acusação como o próprio Ministério Público não conseguiu sustentar aquilo que foi imputado na denúncia, que seria a prática de um homicídio triplamente qualificado e duas tentativas de homicídio também triplamente qualificadas. Os acusados foram absolvidos”.
A previsão é que os réus sejam colocados em liberdade até esta quinta-feira (07/5). Vieira acrescenta que se houver recurso, “os acusados responderão o processo em liberdade”.
Tribunal do Júri em Pouso Alegre. Imagem Renan Bandana/Terra do Mandu.
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