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Presidente do Pousão fala sobre planejamento para calendário cheio em 2022

Dragão do Mandu vai disputar três competições no ano que vem: primeira divisão do Mineiro, Série D do Brasileirão e Copa do Brasil 2022.

Gabriella Starneck
15/10/2021

O Pouso Alegre Futebol Clube se prepara para um ano de calendário cheio. Além de garantir uma vaga na primeira divisão do Campeonato Mineiro, pela primeira vez o clube também vai disputar duas competições a nível nacional  – Série D do Brasileirão e Copa do Brasil 2022.

“Pra nós é uma importância muito grande a conquista de uma vaga na Copa do Brasil para o ano de 2022, sendo uma competição inédita para o clube nesses mais de 100 anos de existência. A responsabilidade aumenta, de montarmos uma equipe bem forte, bem competitiva, pra que a gente possa fazer uma boa campanha em todas as competições que vamos disputar no ano que vem”, afirma o presidente do Pousão, Paulo da Pinta.

A previsão é que até o final de outubro a comissão técnica do Pouso Alegre seja definida, e que a equipe esteja formada até dezembro, para que os treinamentos sejam iniciados ainda este ano.

O departamento responsável já está fazendo o levantamento de possíveis atletas e demais integrantes do clube. Para o presidente do Pouso Alegre, o fato de ter um calendário cheio facilita a manutenção do elenco. “Isso também é interessante para os atletas, que tem uma visibilidade maior. Nesses últimos três anos a gente jogava praticamente três a quatro meses por ano. Isso é muito pouco para um equipe de futebol profissional”.

Volta do público aos estádios

O estádio Manduzão está sendo preparado para o novo ano do Pouso Alegre. A nova iluminação foi instalada e o gramado já está sendo colocado. Além disso, o clube retomou as obras do Centro de Trainamento .

Agora, a expectativa é para a volta do público aos estádios. “Tem a possibilidade de termos a presença do nosso torcedor, que é uma força muito grande. Este ano já temos uma liberação do estádio com 30%, e esperamos que até fevereiro a capacidade possa aumentar, no mínimo, 50%”, afirma Paulo da Pinta.

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