Copaíba de 200 anos, patrimônio histórico e símbolo do bairro Árvore Grande, inspira livro infantil
Árvore, que fica em uma praça, é um símbolo cultural e cartão postal de Pouso Alegre. Em 2013 ela quase caiu, mas foi salva após uma força-tarefa. Hoje ela sobrevive escorada.
Todas as manhãs, o aposentado José Gonçalo faz questão de caminhar até a Praça da Árvore Grande, em Pouso Alegre/MG, para realizar seus exercícios. O destino é sempre o mesmo por um motivo especial: a imponente copaíba de cerca de 200 anos, considerada um dos principais símbolos da cidade.
Além da sombra que oferece, a árvore representa história, memória e identidade para quem vive no bairro. Há décadas, ela acompanha o crescimento de Pouso Alegre e faz parte da rotina de moradores de diferentes gerações.
Registros fotográficos do início do século XX, preservados no acervo do Museu Histórico Tuany Toledo, mostram que a copaíba já era um ponto de encontro da comunidade muito antes da urbanização da região. Em 2013, a árvore chegou a preocupar moradores depois que parte da estrutura cedeu. Uma força-tarefa envolvendo especialistas conseguiu preservar a copaíba, que continua firme e hoje é considerada um dos cartões-postais do município.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Árvore grande em 1939 / Arquivo Museu Tuany Toledo
Árvore grande em 1939 / Arquivo Museu Tuany Toledo
Para quem chega agora à cidade, a árvore também chama atenção.É o caso da cozinheira Rosângela Simão, natural de Itajubá. Morando em Pouso Alegre há pouco mais de quatro meses, ela levou os filhos para conhecer a praça pela primeira vez e se encantou com a história e a imponência da copaíba.
Da praça para as páginas de um livro
Toda essa história agora ganhou um novo capítulo. A copaíba inspirou o livro infantil “A Árvore Grande”, lançado no fim de julho na própria praça, em um evento que reuniu moradores e convidados.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
O autor da obra é o escritor e ilustrador Arthur Fujita. Natural de São Paulo, ele conheceu Pouso Alegre durante uma viagem ao Sul de Minas e decidiu trocar a capital paulista pelo interior mineiro, onde vive há quatro anos. A inspiração surgiu em uma visita à praça com o filho.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
O que começou como um passeio em família despertou a curiosidade sobre a história da árvore e do bairro. Arthur decidiu transformar essa descoberta em uma narrativa voltada ao público infantil, valorizando a memória da cidade e despertando nas crianças o interesse pelo patrimônio histórico e ambiental.
Segundo o escritor, o objetivo da obra é mostrar que lugares aparentemente comuns escondem histórias capazes de atravessar gerações.
Uma árvore que continua contando histórias
Ao retornar à praça com o livro já publicado, Arthur percebeu que a inspiração parecia inesgotável. Enquanto observava novamente a copaíba, enxergou detalhes que haviam passado despercebidos durante a criação da obra. Novas formas, cores e elementos reforçaram a sensação de que a árvore ainda guarda muitas histórias para quem dedica alguns minutos para contemplá-la.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Mais do que registrar a trajetória da copaíba bicentenária, o livro também retrata o crescimento de Pouso Alegre e reforça a importância da preservação da memória, da natureza e da identidade cultural da cidade.
Hoje, onde antes existia apenas um grande terreno de terra ao redor da árvore, funciona uma praça com parquinho infantil, academia ao ar livre e espaço de convivência. O local segue reunindo moradores diariamente, mantendo viva uma tradição que atravessa mais de dois séculos.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A copaíba continua sendo testemunha da história de Pouso Alegre — e agora também protagonista de uma história que poderá ser conhecida pelas próximas gerações.
Todas as manhãs, o aposentado José Gonçalo faz questão de caminhar até a Praça da Árvore Grande, em Pouso Alegre/MG, para realizar seus exercícios. O destino é sempre o mesmo por um motivo especial: a imponente copaíba de cerca de 200 anos, considerada um dos principais símbolos da cidade.
Além da sombra que oferece, a árvore representa história, memória e identidade para quem vive no bairro. Há décadas, ela acompanha o crescimento de Pouso Alegre e faz parte da rotina de moradores de diferentes gerações.
Registros fotográficos do início do século XX, preservados no acervo do Museu Histórico Tuany Toledo, mostram que a copaíba já era um ponto de encontro da comunidade muito antes da urbanização da região. Em 2013, a árvore chegou a preocupar moradores depois que parte da estrutura cedeu. Uma força-tarefa envolvendo especialistas conseguiu preservar a copaíba, que continua firme e hoje é considerada um dos cartões-postais do município.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Árvore grande em 1939 / Arquivo Museu Tuany Toledo
Árvore grande em 1939 / Arquivo Museu Tuany Toledo
Para quem chega agora à cidade, a árvore também chama atenção.É o caso da cozinheira Rosângela Simão, natural de Itajubá. Morando em Pouso Alegre há pouco mais de quatro meses, ela levou os filhos para conhecer a praça pela primeira vez e se encantou com a história e a imponência da copaíba.
Da praça para as páginas de um livro
Toda essa história agora ganhou um novo capítulo. A copaíba inspirou o livro infantil “A Árvore Grande”, lançado no fim de julho na própria praça, em um evento que reuniu moradores e convidados.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
O autor da obra é o escritor e ilustrador Arthur Fujita. Natural de São Paulo, ele conheceu Pouso Alegre durante uma viagem ao Sul de Minas e decidiu trocar a capital paulista pelo interior mineiro, onde vive há quatro anos. A inspiração surgiu em uma visita à praça com o filho.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
O que começou como um passeio em família despertou a curiosidade sobre a história da árvore e do bairro. Arthur decidiu transformar essa descoberta em uma narrativa voltada ao público infantil, valorizando a memória da cidade e despertando nas crianças o interesse pelo patrimônio histórico e ambiental.
Segundo o escritor, o objetivo da obra é mostrar que lugares aparentemente comuns escondem histórias capazes de atravessar gerações.
Uma árvore que continua contando histórias
Ao retornar à praça com o livro já publicado, Arthur percebeu que a inspiração parecia inesgotável. Enquanto observava novamente a copaíba, enxergou detalhes que haviam passado despercebidos durante a criação da obra. Novas formas, cores e elementos reforçaram a sensação de que a árvore ainda guarda muitas histórias para quem dedica alguns minutos para contemplá-la.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
Mais do que registrar a trajetória da copaíba bicentenária, o livro também retrata o crescimento de Pouso Alegre e reforça a importância da preservação da memória, da natureza e da identidade cultural da cidade.
Hoje, onde antes existia apenas um grande terreno de terra ao redor da árvore, funciona uma praça com parquinho infantil, academia ao ar livre e espaço de convivência. O local segue reunindo moradores diariamente, mantendo viva uma tradição que atravessa mais de dois séculos.
Foto: Iago Almeida/Terra do Mandu
A copaíba continua sendo testemunha da história de Pouso Alegre — e agora também protagonista de uma história que poderá ser conhecida pelas próximas gerações.
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