Categoria: Gente do Mandu

Os produtos são arrecadados no CEMA. A seleção com cerca de 10 itens entre verduras, legumes e frutas e a entrega às famílias são feitas pelo CRAS, com supervisão de nutricionista.

Foi realizado um levantamento para saber quais famílias que têm pouco ou nenhum acesso à uma alimentação em quantidade e qualidade adequadas para sua subsistência e saúde. Foto: Ascom prefeitura

Uma vez por semana, 36 famílias carentes do bairro São João, maior conglomerado habitacional de Pouso Alegre, recebem verduras, frutas e legumes fresquinhos, vindos diretos dos produtores rurais.

O projeto desenvolvimento pela secretária municipal de Políticas Sociais começou em dezembro passado. Atualmente, são 120 pessoas atendidas. As famílias foram selecionadas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro. O projeto faz parte do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde, que é uma das ações dentro da área de famílias em situação de vulnerabilidade social.

O pessoal do CRAS fez um levantamento para saber quais famílias que têm pouco ou nenhum acesso à uma alimentação em quantidade e qualidade adequadas para sua subsistência e saúde.

“O projeto trabalha com enfrentamento da situação de insegurança alimentar e busca alternativas para que as famílias tenham acesso a alimentos hortifrútis, em quantidade suficiente para uma melhor qualidade de vida”, afirma a coordenadora do CRAS Sudoeste, Lígia Rangel, onde está localizado o projeto.

Toda segunda-feira, dia que a Central Municipal de Abastecimento (CEMA) funciona, servidores do CRAS e voluntários vão até o local, às margens da Fernão Dias, no bairro Cruz Alta, e recolhe os produtos nas bancas dos produtores que fazem as doações.

“Importante deixar claro que não são sobras. Os produtos são recolhidos antes mesmo da CEMA fechar”, lembra o secretário de Políticas Sociais, João Batista de Lima.

Entrega dos itens é feita no salão paroquial da igreja do bairro todas às segundas-feira para as famílias selecionadas. Foto: Ascom prefeitura

De volta ao bairro São João, os caixotes cheios de frutas, verduras e legumes são levados para o salão paroquial da igreja Matriz. Ali, é feita a distribuição para as famílias assistidas pela ação.

Cada família recebe cerca de 10 itens na cesta de hortifrutigranjeiros. As pessoas contempladas também participam de oficinas com uma nutricionista de como fazer o reaproveitamento de alimentos e recebe orientações de saúde.

De acordo com o secretário, a intenção é ampliar o número de famílias atendidas para 60 ainda este ano.

Para a coordenadora do CRAS, Lígia Rangel, a proposta está alcançando os objetivos, com resultados positivos para as famílias e para os vínculos comunitários que estão sendo construídos.

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A atleta de Pouso Alegre participava da seletiva para o Pré-Olímpico de karatê. Foram 14 lutas em dois dias. Na final, entre lágrimas e golpes, Bárbara perdeu para a amiga Brenda Padilha. Abaixo você confere o relato da própria carateca sobre ir além do limite, dar mais que 100%.

Com câimbras e dores na costela fraturada, Bárbara é amparada por equipe médica. Foto: Renato Aoki – Além do Kiai

Neste fim de semana Bárbara Rodrigues participou da seletiva que definiu as vagas brasileiras para o Pré-Olímpico de Karatê, que será disputado em Paris. A atleta de Pouso Alegre superou seus “próprios limites e foi além dos 100%”. Bárbara fez 14 lutas em dois dias. Ela chegou na final da seletiva com a costela fraturada no dia anterior, e com a recomendação médica para ficar de repouso.

Sua adversária e amiga de seleção brasileira de Karatê, Brenda Padilha, também vinha de 14 lutas e vinha cheia de dores para a final.

Por tudo que envolvia, o ginásio parou para ver a luta das duas. Parentes, amigos e espectadores se emocionaram com as reações de dores, lágrimas das atletas no tatame.

A matéria escrita no site Globoesporte descreve que a luta das duas foi no estilo “Rocky Balboa” (personagem-título de filmes que vai até às últimas consequências para encarar seus adversários).

Bárbara e Brenda disputaram a categoria acima de 61 kg, que começou para ambas na quinta-feira, com quatro lutas para cada. Na sexta, seriam cinco lutas na fase de grupos, mais a final. Mas um empate triplo com outra atleta, Letícia Brito, obrigou que as três fizessem uma nova rodada de lutas. Com uma vitória para cada, foi necessária mais uma rodada de lutas até que Brenda e Barbara garantissem a vaga na final. O excesso de duelos cobrou seu preço na decisão.

Bárbara e Brenda fazem luta além do limite. Foto – Renato Aoki – Além do Kiai

Logo com dez segundos de luta, Barbara caiu no tatame chorando muito e não conseguia levantar. A equipe médica foi atender ela, a torcida gritava, a mãe se desesperava do lado de fora. Depois de alguns minutos e com ajuda dos médicos, Barbara levantou ainda chorando. Enquanto isso, Brenda tentava não ficar parada e também chorava.

Bárbara durante a final cai sentido dores. Foto: Renato Aoki – Além do Kiai
A mãe de Bárbara acompanhava a filha dentro do ginásio e também não segurava o choro. Renato Aoki – Além do Kiai

Neste domingo (09), Bárbara escreveu um longo texto em suas redes sociais contando tudo que viveu nessa seletiva. “O que aconteceu nessa final ficará marcado na minha memória para o resto da vida”, afirmou.

Confira trechos do relato da própria carateca sobre ir além do limite, dar mais que 100%:

Bárbara durante a final. Foto: Renato Aoki – Além do Kiai
  • Acredito que a vitória não está baseada apenas em ganhar uma medalha, mas em superar os próprios limites, ir além dos seus 100%, saber que deu tudo de si, deu o seu máximo. Nesse fim de semana participei da seletiva sênior para retornar à seleção brasileira e do pré-olímpico (competição que definiu os atletas que irão tentar as últimas vagas para as olimpíadas de Tokyo) mas infelizmente na final da seletiva tive uma lesão e fraturei a costela, não podendo continuar.

Naquele momento só pensava que eu precisaria me recuperar para disputar o pré-olímpico no outro dia. Fui ao hospital e a médica disse “repouso total, você não pode fazer movimentos bruscos ou seu quadro pode piorar muito e algo pior pode acontecer”.

Eu e minha mãe juntas começamos a chorar dentro daquela sala, nós conversávamos pelo olhar, ela sabia o tanto que eu queria aquilo e como aquela competição era importante pra mim. Voltamos para a casa, eu já medicada, com vários furos na bunda (triste kkk) e começamos a conversar e por horas ficamos na mesma, “ir ou não ir, ir ou não ir”.

Eu já estava decidida, iria, mas o problema era os meus pais, não queriam deixar. Acordei no dia seguinte e convenci os dois aos 45s do 2º tempo. Mas estava com dor e decidi não tomar o medicamento, pois ficaria mais lenta e lerda kkk, confesso que durante as lutas senti muitas dores e dificuldades para respirar.

Mas eu pensava “quero muito, continua, continua” e assim foi… o que eu não contava era aquele empate no rodízio, parecia que não tinha fim, finalmente fomos para a grande final, eu e minha amiga @breeh (foi um prazer fazer aquela final contigo) e o desgaste físico e emocional começou a ficar nítido, câimbras muito fortes começaram, em um momento da luta eu realmente pensei que não daria mais, que eu não aguentaria, mas a torcida, meus pais, as pessoas do lado de fora gritando “levanta, continua” com certeza fez com que nós duas continuássemos aquela final. Muitos falam que o karatê esportivo fez perder a essência da arte marcial, mas não, foi nítido o respeito que tivemos uma com a outra, nos momentos de dor, não faltamos com a essência. Tenho orgulho sim do que fiz, e se pudesse faria de novo. A dor passa, mas todo o resto, todo o processo fica na memória.
Bom, ainda não acabou o sonho, tenho a chance de ir pelo ranking, se for pra ser, será, tudo no seu tempo. Acredito em pensamentos positivos e sou muito positiva, quem sabe a força da atração e trabalho duro não me coloque nas olimpíadas. E obrigada a todos que estão comigo, vocês são essenciais.

Ps: esqueci de contar o pós luta, quem estava me esperando depois da luta? O pessoal do antidoping! e eu com muitas câimbras ainda, tive que subir as escadas , só consegui com ajuda (vlw pessoal) e com a desidratação não vinha o xixi, fiquei horas na sala e a ambulância ainda estava me esperando para ir ao hospital, até que deu tudo certo no fim e to aqui firme e forte”, reprodução texto de Bárbara Rodrigues.


No ano passado, a reportagem do Terra do Mandu fez uma reportagem sobre a rotina de treinos e competições que Bárbara enfrenta para tentar ir às Olimpíadas de Tóquio.

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Em reunião, Acipa, prefeitura e blocos definiram programação e querem pegar exemplo como BH para atrair mais público para o carnaval de PA. VEJA NO VÍDEO ABAIXO.

O carnaval de Pouso Alegre já tem programação definida. Representantes dos oito blocos que vão sair entre a sexta e a terça de carnaval se reuniram na noite desta quarta-feira (29) com representantes da Acipa e da prefeitura.

Além da divulgação da programação desse ano, na reunião foram discutidas ações para tornar o carnal de Pouso Alegre mais atrativo para o turismo nos próximos anos, com mais blocos.

De acordo com o diretor de Turismo da Acipa, Rolando Brandão, o objetivo é seguir o exemplo de Belo Horizonte onde o carnaval de rua foi retomado em 2009 e hoje atrai milhões de foliões, movimentando mais de R$ 600 milhões na capital mineira. A intenção é que a Associação Comercial, prefeitura e blocos atuem juntos. VEJA NO VÍDEO-REPORTAGEM ACIMA.

Para o carnaval desse ano, serão oito blocos, com expectativa de público de seis mil pessoas. Os blocos comercializam abadás, mas tem opções de participar da festa na pipoca.

A programação

Dia 15/02 – Lançamento do carnaval na Pç Senador José Bento, evento organizado pela Acipa com barracas de entidades, cervejarias e música ao vivo.

Dia 21/02 – O carnaval começa com o bloco Carnacarlinhos, na sexta-feira (21/02), das 17h às 22h. A concentração é na esquina das ruas Cel Ribeiro e Monsenhor Dutra, no bar do Carlinhos e Tereza.

Dia 22/02 – No sábado de carnaval tem o bloco Leões do Horto, das 13h às 20h, concentração na Av. Tuany Toledo.

Dia 22/02 – Também no sábado tem a novidade desse o bloco Caminhada Boteco, das 15h às 22h, no bar do Afonso, no bairro Santo Antônio.

Dia 22/02 – praticamente no mesmo horário, das 16h às 22h, tem o bloco Pinto da Manhã, concentração na Casa da Cultura, Centro da cidade.

Dia 23/02 – No domingo de carnaval tem o bloco Folia dos Reis, das 13h às 20h, concentração no colégio São José e sai pelas ruas do Centro da cidade.

Dia 23/02 – O Bloco da Vaca sai às 12h do barracão do Mandu e sobe a Dr Lisboa e retorna para a concentração.

Dia 24/02 – Na segunda de carnaval tem a estreia do bloco Barbas do Profeta, das 14h às 22h, na Pç Senador José Bento.

Dia 25/02 – Na terça de carnaval tem o bloco Brazucas, das 14h às 22h, em frente ao Kid festas.

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Mais de 3,5 milhões de pessoas já assistiram ao vídeo de Samuel dos Teclados imitando Eduardo Costa. O jovem, de 19 anos, tem uma história de superação que vai além da deficiência visual. ASSISTA A REPORTAGEM QUE FIZEMOS COM ELE APÓS A REPERCUSSÃO DO VÍDEO.

O vídeo que mostra o jovem Samuel dos Teclados imitando o cantor Eduardo Costa já foi visto por mais de 3,6 milhões de pessoas na página do Terra do Mandu no facebook. Nós gravamos a apresentação do rapaz durante um evento de Natal no bairro São Geraldo. São mais de 53 mil compartilhamentos. Gente de todo canto elogiando o talento do rapaz.

Diante de tamanha repercussão, a reportagem do Terra do Mandu foi até a casa de Samuel para contar sua história de vida.

Samuel tem 19 anos e é deficiente visual desde o nascimento. Apaixonado por música, ele precisa superar mais do que a cegueira para buscar a realização de seus sonhos.

O gosto pela música surgiu quando ele tinha três anos. Ele gostava mais dos brinquedos que faziam barulho. Então, a tia Noret deu um violão de presente para a criança.

Samuel foi criado com a avó paterna no bairro São João, em Pouso Alegre. Depois que a avó faleceu, Samuel passou a morar com a tia Noret. A mãe de Samuel também já é falecida.

Noret é irmã do pai de Samuel. Ela conta que o irmão tem problemas com álcool e drogas. No vídeo ela conta detalhes do que o pai de Samuel já fez com a família. Noret também explica porque Samuel nasceu cego.

Samuel com tia e mãe adotiva Noret. Foto: Magson Gomes/Terra do Mandu

Samuel Costa adotou o nome artístico de Samuel dos Teclados e faz apresentações em Pouso Alegre e outras cidades do Sul de Minas, vizinhas de Pouso Alegre. O sonho dele é seguir na carreira e fazer sucesso além das divisas de Minas Gerais.

Com uma história de vida de superação, Samuel também dá palestras para jovens e adolescentes de escolas da cidade.

Sem imitação, ele deixa sua mensagem através da música.   ASSISTA AO VÍDEO ACIMA!

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Teve festa e seu José Augusto contou o segredo para tanto tempo de união. VEJA VÍDEO ABAIXO.

Seu José Augusto e dona Ana Maria celebram 70 anos de matrimônio. Foto: Jaqueline Melo

Nesta semana teve festa em Congonhal para comemorar as bodas de vinho do casal senhor José Augusto de Melo e senhora Ana Maria de Melo. Os dois estão com 91 anos de idade e comemoraram 70 anos de casamento.

Para comemorar as sete décadas de união, os filhos organizaram um jantar com dinheiro a muita alegria, brindes e declarações de amor. Uma das netas do casal, Jaqueline Melo, enviou ao Terra do Mandu os vídeos e fotos da noite de celebração.

‘Seu Gusto’ e dona Ana, como são conhecidos na cidade, casaram aos 21 anos de idade. O casal teve 10 filhos, sendo sete mulheres (uma falecida) e três homens. São 25 netos e 14 bisnetos.

Casal com os filhos na festa das Bodas de Vinho. Foto: Jaqueline Melo

Jaqueline diz que o avô conta que escolheu a avó dela a dedo. Ele fala que ela era muito bonita e ainda é muito apaixonado por dona Ana.

Bastante religiosos, o casal faz questão de ir aos cultos na igreja evangélica todos os domingos. Segundo Jaqueline, os dois são muito ativos, alegres e saudáveis.

Veja no vídeo os conselhos e segredos contatos por ‘seu Gusto’ para manter um casamento por tanto tempo.

VEJA O VÍDEO DE PARTE DAS COMEMORAÇÕES E OS SEGREDOS DA FELICIDADE:

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Ação de grupo de amigos existe há seis anos. Motorista também organiza rifas e bingo para comprar brinquedos para crianças carentes da cidade. VEJAS FOTOS ABAIXO.

Felicidade do garoto depois de ganhar um velotrol. Foto: Arquivo pessoal/Natal Solidário

Em Pouso Alegre, há seis anos três amigos se juntam para promover o Natal Solidário e arrecadar brinquedos e para crianças carentes da cidade. Os três jovens chamaram outros amigos e, há dois anos, também organizam uma festa para arrecadar ainda mais presentes.

Para o Natal desse ano, o grupo de amigos conseguiu encher uma caçamba de brinquedos e saiu pelas ruas de Pouso Alegre para fazer a entrega. Eram bolas, mochilas, bolsas, velotrol, bonecas e outros artigos. Também tinha muita bala para distribuir para a garotada.

Com a caçamba lotada de presentes, o grupo de amigos percorreu os bairros São Geraldo e São João para distribuir os brinquedos. A alegria estava estampada nos rostos de cada menino e menina. A alegria também contagiava cada jovem do projeto.

Brinquedos foram entregues nos bairros São João e São Geraldo. Foto: Arquivo pessoal/Natal Solidário
Brinquedos foram entregues nos bairros São João e São Geraldo. Foto: Arquivo pessoal/Natal Solidário
Brinquedos foram entregues nos bairros São João e São Geraldo. Foto: Arquivo pessoal/Natal Solidário
Brinquedos foram entregues nos bairros São João e São Geraldo. Foto: Arquivo pessoal/Natal Solidário
Grupo de amigos saiu com caçamba lotada de brinquedos. Foto: Arquivo pessoal/Natal Solidário
Os três amigos Conrado, Igor e Bruno iniciaram ação e chamaram outros amigos. Foto: Arquivo pessoal/Natal Solidário

Motorista arrecada brinquedos para crianças

O motorista Edvaldo Alves também arrecadou centenas de brinquedos para doar a crianças de Pouso Alegre. Ele encheu o próprio carro com os presentes e saiu por bairros da cidade e zona rural para fazer a entrega do material.

Em outubro, Terra do Mandu mostrou que o motorista que trabalha na secretaria de Educação havia feito rifas para arrecadar dinheiro e comprar presentes para as crianças. Com a repercussão dessa matéria, algumas pessoas entraram em contato com Edvaldo e ajudaram nessa campanha de Natal.

Crianças do bairro Massaranduba, zona rural de Pouso Alegre, recebem brinquedos levados pelo motorista. Foto: Arquivo pessoal/Edvaldo Alves
Cerca de 200 brinquedos foram doados nessa semana do Natal. Foto: Arquivo pessoal/Edvaldo Alves

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Isabely tem 1 ano e 7 meses. Ela fica na casa da avó durante o dia e sai correndo para rua ao ouvir o barulho do caminhão da coleta.

Menina se veste de gari em homenagem de Natal a funcionários da coleta em Pouso Alegre – Foto: Rosimari Martins Pereira

A pequena Isabely, de 1 ano e 7 meses, se vestiu de gari e gorro de Papai Noel amarelo para homenagear os garis que fazem a coleta de lixo na Rua José augusto da Silva, no bairro Shangrilá, em Pouso Alegre, Sul de Minas.

“Assim que ela completou um aninho já começou de gostar deles passando na rua. Quando ela escuta o barulho do caminhão já sai correndo para rua. Tem dia que ela pega meus potes para levar para o coletor levar embora”, conta Ana Maria Pereira, avó que cuida de Isabely enquanto os pais dela trabalham.

Com tanto carinho da netinha com os coletores, que a avó convidou os vizinhos para se juntarem para comprar cestas de Natal e entregar aos funcionários da coleta. Cada morador contribuiu com uma parte e quatro cestas foram montadas para atender ao desejo da pequena Isabely.

A avó fez a roupinha para a Isabely depois que ela encontrou uma camisa nas cores do uniforme dos garis e começou a apontar e dizer que eram deles.

Isabely era só felicidade. Foto: Rosimari Martins Pereira

Nesta semana, uma mesa foi colocada na rua com as cestas, refrigerantes à espera dos três garis e do motorista do caminhão da coleta.

“A Isabely ficou numa felicidade; pulava de alegria e batia palmas. Saiu correndo atrás do caminhão. Precisava ver a alegria dela”, conta a avó.

A vizinha Rosimari Martins pereira, que também ajudou a adquirir as cestas, filmou e tirou fotos desse momento de euforia da menina.

Os funcionários da coleta pegaram seus presentes e agradeceram a pequena Isabely e os moradores da rua e continuaram a jornada.

“Eles merecem essa homenagem”, diz Ana Maria.

Moradores e outras crianças da rua aguardam a chegada dos coletores. Foto: Rosimari Martins Pereira
A garotinha vai atrás do caminhão de coleta. Foto: Rosimeri Martins

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Crianças de bairros rurais do entorno da escola receberam brinquedos. Foto: PMMG

A Polícia Militar levou brinquedos, presentes e doces para as crianças que estudam na escola Municipal Sabina de Barros Mendonça, no bairro Cervo, em Pouso Alegre. A ação social de Natal da PM foi realizada esta semana na escola que fica na zona rural, próximo à MG-179.

De acordo com a PM, cerca de 100 crianças dos bairros Cervo, Afonsos, Roseta, Cava e Cristal foram beneficiados com a ação.

Na quadra da escola foram montados brinquedos infláveis. Os policiais distribuíram pipoca, algodão doce, picolés e chocolates. Também teve a entrega de brinquedos recolhidos pelos policiais e comunidade.

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Essa edição da campanha ajuda o menino Guilherme, de 7 anos, que tem doenças múltiplas e precisa passar pela 19ª cirurgia.

O hemocentro regional de Pouso Alegre recebeu, nesta terça-feira (17), um grupo de doadores de sangue da campanha ‘Sangue Corinthiano’. Nesta edição, a campanha reuniu 25 pessoas, a maior parte veio de Paraisópolis, Sul de Minas.

O analista de sistemas Cristóvão é torcedor do Corinthians e aderiu à campanha. “Essa campanha que ajuda muito as pessoas. Pessoal deve ter essa consciência de doar um pouco para o ser humano. O que mais tem de gratificante é você doar um pouco”, diz o torcedor.

A cabeleireira Cintia e a filha Giovana não são torcedoras de nenhum time, mas participam da campanha “Sangue Corinthiano. As duas têm o sangue universal O negativo. Cintia já é doadora assídua. Mas a filha Giovana doa pela primeira vez.

A campanha feita pela torcida do Corinthians é feita no Brasil há 10 anos. Esse grupo de Paraisópolis começou a se reunir para doar em 2014. De lá para cá já são 15 edições lotando o hemocentro de Pouso Alegre.

“Para nós o importante é ajudar, independente de torcida. A gente até incentiva o torcedor de outro clube comparecer com a camisa de seu time. O importante é a doação. Cada bolsa de sangue ajuda até quatro pessoas. Esse é o principal fundamento de nossa campanha, ajudar o próximo”, conta um dos organizadores da campanha no Sul de Minas, o auditor fiscal Fábio Faria Pinto, que mora em Paraisópolis.

Um dos objetivos da campanha realizada nesta terça-feira é ajudar o garoto Guilherme Martins, de 7 anos, que tem doenças múltiplas e precisa de sangue para passar pela 19ª cirurgia. Gui é fã do Pouso Alegre. Em outubro ele foi a um treino do time no Manduzão.

A mãe Kelly Cristina foi até o Hemocentro agradecer as pessoas que participam da doação de sangue. VEJA NO VÍDEO ACIMA.

Como o filho depende do sangue para a cirurgia, a mãe fez plaquinha e cartazes para pedir a ajudar das pessoas na rua.

HEMOCENTRO PRECISA MANTER ESTOQUE NO FIM DE ANO

A necessidade de doadores é diária para manter o estoque de sangue do Hemocentro Regional em bom nível. Uma das preocupações é com o estoque de plaquetas que têm validade curta e a saída é diária.

As bolsas de sangue coletadas no Hemocentro Regional são utilizadas em hospitais de Pouso Alegre e de outras 53 cidades da regional de Saúde.

A chegada do fim de ano e período de férias também é motivo de preocupação com o estoque. Por dois motivos. Aumentam os acidentes nas estradas, com mais vítimas precisando de sangue. E costuma diminuir o comparecimento de doadores.

A responsável pelo setor de captação, Solange Assis, pede que as pessoas façam o agendamento da doação no site da Fundação Hemominas e AGENDE SUA DOAÇÃO. Quem quiser doar pode ligar no Hemocentro para tirar dúvidas e se apta para doação. O telefone é o 3449-9900;

O Hemocentro que fica na Rua Comendador José Garcia, 846, próximo ao Hospital das Clínicas Samuel Libânio.

O horário de atendimento no Hemocentro é 07h às 11h, de segunda a sexta-feira.

Para doar, a pessoa tem que ter de 16 a 67 anos; estar em boa saúde; não estiver tomando medicamento; dormir bem na noite anterior. Não precisa estar em jejum.

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Foram 1.200 cartinhas que chegaram nas agências e foram apadrinhadas por empresas e comunidade. A reportagem do Terra do Mandu acompanhou a entrega para 350 crianças. Veja a festa que elas fizeram.

O Natal chegou mais cedo para essas crianças da Escola Estadual Professor Joaquim Queiroz, em Pouso Alegre. Os 700 alunos, dos turnos da manhã e da tarde, escreveram suas cartinhas para o Papai Noel dos Correios. Nós acompanhamos a entrega dos presentes para essa galerinha do período da tarde.

Todo mundo se juntou na quadra da escola. Quando a gente estava gravando a entrevista com o gerente dos Correios foi aquele alvoroço. Eram os papais noéis entrando na quadra. Os sacos cheios de presentes já tinham sido levados pelos ajudantes dos papais noéis.

As carinhas ansiosas esperavam o principal momento da tarde. Mas antes, a criançada ficou atenta na encenação dos coleguinhas de como foi o nascimento de jesus.

Agora sim, hora de ir para fila e receber o pedido feito na cartinha ao Papai Noel.

Em Pouso Alegre, foram 1.200 cartas apadrinhadas esse ano. Alunos de duas escolas e outras centenas de cartas enviadas diretamente para as agências.

“Graças à parceria com os Correios de Pouso Alegre, conseguimos agraciar mais de 800 crianças da nossa rede se ensino através desse carrinho, desse acolhimento das instituições, da comunidade e empresa que estão conosco e com os Correios. A gente vê o brilho no olhinho deles. A gente também fica muito feliz de ver que eles estão sendo agraciados com uma coisa simples, que é o presente que eles pediram, mas que vai ficar marcado na vida deles”, fala a superintendente regional de Ensino, Clícia Beraldo.

“É emocionante ver a alegria da criançada, ver o brilho olhos das crianças recebendo os presentes. O projeto Papai Noel dos Correios faz acontecer, tira sonho do papel”, fala o gerente da agência Central dos Correios em Pouso Alegre.

Para atender tantos pedidos, os Correios contaram com a ajuda de voluntários e empresas. Somente na faculdade de Direito onde Ana Carolina Silvestre é coordenadora de extensão foram 200 pedidos atendidos pelos estudantes e funcionários.

“Ali a gente aprende direito, aprende as leis, mas é importante também para esse senso de cidadania, cumprir seu papel social. Para gente da extensão tem esse caráter de continuar esse processo de tornar nossos alunos pessoas responsáveis para atuar na comunidade”, afirma Ana Carolina Silvestre.

Uma empresa de logística também ajudou na compra dos presentes e ainda enviou os quatro papais noéis para o momento mais festivo.

“É muito gratificante. A gente tem um dia de trabalho corrido. A gente tirou um tempinho, veio aqui para agradecer e passar essa imagem de esperança para as crianças. Esse é o futuro nosso. Temos que tirar um tempinho para fazer essa ação. A sensação é de dever cumprido”, disse o papai Noel Carlos Eduardo Pereira, coordenador na DHL.

O projeto papai Noel dos Correios completou 30 anos em 2019. Ele surgiu em BH, quando carteiros perceberam que estavam chegando cartas para o papai Noel no Polo Norte. Os carteiros se mobilizaram, pediram ajuda de conhecidos, e começaram a entregar os pedidos daquelas crianças. Hoje, o projeto está no Brasil inteiro.