Categoria: Gente do Mandu

Estudante de Pouso Alegre é eleita Miss Minas Gerais. Foto: Divulgação

A estudante Maria Fernanda Rosa, de 19 anos, foi eleita a Miss Minas Gerais 2021 e vai concorrer ao título de Miss Brasil, evento que ocorre no final de semana de 18 a 21 de junho, em Canos, Rio Grande do Sul. Maria Fernanda é natural de Pouso Alegre. Ela está no terceiro ano do curso de Direito.

Para concorrer ao Miss Brasil, Maria Fernanda foi aclamada Miss Pouso Alegre em novembro do ano passado, pela coordenadora estadual Maria Amélia Baptista. No mês passado, em uma seletiva interna, com mais de 100 meninas, a pouso-alegrense foi eleita a nova Miss Minas Gerais, sendo habilitada a participar da disputa do Miss Brasil.

A estudante diz que se sente muito honrada por representar o estado. Ela conta que a preparação é diária para participar de um concurso de miss. “A gente tem que ler um livro por semana. Estar perto das ações sociais, ainda mais nesse tempo de pandemia. Apreender um novo idioma e ter algum talento”, explica Maria Fernanda.

Maria Fernanda Rosa está no 5º período do curso de Direito. Foto: Divulgação

Nessa preparação, Maria Fernanda também precisa ensaiar e mandar vídeos de passarela e discurso para a coordenação do evento. A universitária lembra que, nos últimos anos, o concurso de miss mudou. A prova de corpo não é mais o principal fator de julgamento. Mas a passarela, o uso de todos os trajes.

“Estou muito feliz em representa Pouso Alegre e todas as cidades mineiras nessa etapa do Miss Brasil. A ficha demorou para cair. Eram muitas meninas concorrendo”, conta.

O evento em Canoas será presencial para as concorrentes e os organizadores do Miss Brasil.

A mãe de Maria Fernanda, Márcia Cruz, também comemora a conquista e ressalta que, o ser miss, é composto por belezas da sensibilidade de um olhar social, da elegância em se portar em diversos lugares, sendo quem realmente é, da alegria e esperança de ver um sonho concretizado.

“Pode parecer futilidade em meio à pandemia a realização de um Concurso Miss Brasil, no entanto venho dizer que em todo tempo, devemos celebrar as belezas da vida”.

Maria Fernanda vai representar Minas no Miss Brasil. Foto: Divulgação

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O movimento Acessibilidade em Ação construiu mais uma rampa de acesso em Pouso Alegre, dessa vez no Parque Francisco Vilela. Desde sua criação, o projeto, que objetiva levar acessibilidade às pessoas com dificuldades de locomoção, já construiu rampas nas esquinas da área central, dentro do Colégio Estadual Dr. José Marques de Oliveira, do Conservatório de Música, além de rampas em residências de cadeirantes.

“O movimento nasceu em 2018 com o propósito de construir rampas para facilitar o acesso de cadeirantes, idosos, pessoas com mobilidade reduzida. Enfim, toda a população. E hoje (06) construímos a 21ª rampa aqui no Parque Francisco de Assis Vilela, conhecido como parque do Fórum”, afirma o idealizador do movimento Acessibilidade em Ação, Fernando Rodrigues.

O movimento agora também conta com apoio de alunos do curso de Engenharia Civil do Centro Universitário Una, que fazem parte do Projeto de Extensão ‘Ao Cubo’. O Projeto está realizando diversos levantamentos em áreas da cidade, com foco na acessibilidade. Inclusive dois alunos da faculdade participaram da construção dessa última rampa.

“A gente construiu uma rampa aqui no lago do Fórum, na entrada, para facilitar para os cadeirantes, idosos, quem vem com carrinho de bebê, para todo mundo que tem alguma dificuldade. Foi muito legal participar disso, é gratificante, e espero que a gente possa construir bastante rampas aí pela cidade, afirma a estudante Juliana Ribeiro.

Os organizadores do movimento conseguiram autorização da Prefeitura de Pouso Alegre para realizar a intervenção, que vai levar acessibilidade para as pessoas com mobilidade reduzida que queiram visitar o parque. “O parque aqui oferece pista de caminhada, parquinho para criançada, academia ao ar livre e uma rampa de acesso na entrada para facilitar a entrada e saída dos usuários que precisam dessa rampa. Estou muito feliz”, comemora Fernando Rodrigues.

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Muita gente adota cachorrinhos abandonados, mas a história da Lili é diferente. Na verdade, ela escolheu adotar os policiais do quartel de São Sebastião da Bela Vista, e virou a mascotinha oficial dos PMs. Lili, como foi chamada, apareceu no quartel há quatro meses.

“A Lili apareceu já tem uns quatro meses, e a gente foi cuidando dela, dando comida, e logo a gente já se apegou. Ela é brincalhona e chama atenção de qualquer um que passa. A gente pegou carinho demais, adotou ela, e hoje é nossa mascotinha do quartel”, conta o soldado Anizio Júnior.

A cadelinha tem cerca de um ano, e desde que apareceu no quartel há quatro meses não desgruda dos policiais. Até mesmo na hora dos registros a Lili não sai de perto dos PMs. E como não se apaixonar por esses olhinhos de jabuticaba, não é mesmo?! Segundo Anizio, não tem como não gostar dela.

Lili tem cerca de um ano. Foto: reprodução PM

Hoje, a cadelinha mora no quartel de São Sebastião da Bela Vista. E em meio às ocorrências policiais, a Lili traz um pouco de leveza e alegria para os PMs, que dia a dia trabalham no combate ao crime. Não é à toa que dizem que esse animalzinho é o melhor amigo do homem.

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Irmão Rino Questa em sua bicicleta no pátio do Colégio São José. Foto: reprodução

Os vereadores de Pouso Alegre aprovaram um projeto de lei, na sessão ordinária da semana (106), que uma nova avenida do bairro São Cristóvão irá receber o nome do religioso pavoniano Irmão Rino Questa.

A proposta é do vereador Dionísio Pereira (DEM). A via fica ao lado do Centro Educacional do Padre Mario Zappa e da ‘Escola Modelo’ que está em construção.

Irmão Rino Questa viveu 60 anos em Pouso Alegre. Ele chegou à cidade em 1951, aos 21 anos, vindo da Itália. Irmão Rino foi direto para o Colégio São José, fundado pela congregação a que o jovem religioso pertencia.

Na Terra do Mandu, Irmão Rino teve seu trabalho dedicado à educação e ao esporte reconhecido. Apaixonado pelo ciclismo, era possível vê-lo na sua bicicleta característica participando dos passeios pelas ruas e avenidas da cidade.

Em 2011, o religioso seguiu para Brasília para o Centro Educacional de Audição e Linguagem Ludovico Pavoni, a convite da Congregação Pavoniana. Foi na capital federal que Irmão Rino faleceu em abril de 2016, aos 85 anos.

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Neste mês, o Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL) completou 100 anos em Pouso Alegre. Referência no tratamento de doenças no Sul de Minas, atualmente o HCSL atende 204 municípios da região. São dez décadas cuidando da saúde de pouso-alegrenses e moradores de cidades vizinhas.

Hospital foi inaugurado em 21 de maio de 1921. Foto: Ascom HCSL

O hospital foi inaugurado em 21 de maio de 1921, e marcou uma nova fase de serviços de saúde na região. Na época, o médico pouso-alegrense e diretor de Saúde Pública de Minas Gerais, Dr. Samuel Libânio, veio a Pouso alegre inaugurar o Hospital Regional – que inclusive recebeu o nome dele como forma de homenagem.

Isso porque Samuel Libânio, com suas ações sanitaristas em Belo Horizonte, foi responsável, em 1918, durante a pandemia da gripe espanhola, por evitar muitas mortes na capital de Minas Gerais.

HCSL tem duas pandemias na história

Ao longo desses 100 anos, o Hospital das Clínicas Samuel Libânio enfrentou duas pandemias. Em sua inauguração, no dia 21 de maio de 1921, o Brasil ainda vivia a pandemia da gripe espanhola. Hoje, em seu centenário, enfrenta os desafios da Covid-19.

No passado, médicos, enfermeiras, e irmãs de caridade venceram a gripe espanhola. Dez décadas depois, profissionais da saúde continuam na linha de frente, desta vez contra o coronavírus, para salvar vidas. E o Hospital Samuel Libânio segue junto nessa batalha, já que é referência no tratamento da doença no Sul de Minas.

Hospital Samuel Libânio é referência no tratamento da Covid. Foto: Reprodução HCSL

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Prestação de contas! A Live Solidária Zero Fome arrecadou quatro toneladas de alimentos e 100 cobertores. As cestas básicas e cobertores foram entregues, nesta quarta-feira (19), às duas instituições filantrópicas beneficiadas pela ação.

A Live Solidária aconteceu no dia 08 de maio, véspera do Dia das Mães. Quem acompanhou a transmissão no YouTube e Facebook do Terra do Mandu era convidado a doar um valor em dinheiro. Com isso, foi arrecadado um valor total de R$ 14.143,22, mais que o dobro da meta pré-estabelecida pela organização. Um sucesso!

Com o valor em caixa, foi a hora de adquirir as 200 cestas e doar às instituições escolhidas para serem beneficiadas. O Mosteiro Popular Nossa Senhora de Guadalupe e o Instituto Filippo Smaldone receberam os donativos para distribuir às famílias atendidas.

No Mosteiro Popular são cerca de 500 famílias cadastradas para receber uma cesta básica por mês. No início da pandemia eram 150 famílias cadastradas. O Mosteiro Popular fica no bairro São Geraldo, onde há a maior concentração de famílias em vulnerabilidade social em Pouso Alegre.

O Instituto Filippo Smaldone atende cerca de 200 crianças com algum tipo de deficiência. O foco da instituição filantrópica é o atendimento a crianças com deficiência auditiva. Porém, meninos e meninas com outras deficiências também recebem os cuidados de saúde e pedagógico no local. O com o agravamento da crise gerada pela pandemia, o Filippo Smaldone teve que ampliar a oferta de ajuda às famílias das crianças atendidas na instituição.

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O Dia Mundial de Doação do Leite Humano é celebrado nesta quarta-feira, dia 19 de maio, com o intuito de sensibilizar a sociedade sobre a importância da doação de leite materno e também de estimular doações. Em Pouso Alegre, o projeto Bombeiro Amigo do Peito apoia a coleta e distribuição de leite, inclusive durante a pandemia.

“É um projeto social realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar em parceria com o Hospital das Clínicas Samuel Libânio. O objetivo é coletar e distribuir o leite aos recém-nascidos, atendo aos casos considerados especiais, como prematuridade e distúrbios nutricionais”, explica a cabo dos Bombeiros Rafaela Santos.

O leite materno é destinado para bebês prematuros internados de baixo peso (menos de 2,5 kg) e/ou com patologias, e que não podem ser alimentados pelas mães. Estudos científicos apontam que quando os bebês se alimentam de leite humano possuem mais chances de recuperação e de terem uma vida mais saudável. Por isso, nessa corrente pela vida, cada gota de leite é importante.

“Eu sou muito grata por estar doando leite para o banco de leite do Samuel Libânio. É uma satisfação grandíssima poder ajudar outras vidas e outras crianças que precisam, afirma a doadora Patrícia Paula Augusta.

Como funciona a doação de leite

Toda mulher que está amamentando pode fazer a doação. Para isso, basta ser saudável e não tomar nenhum medicamento que interfira na amamentação. Essa ação pode ajudar várias crianças a terem uma vida mais saudável, já que 1 ml de leite pode ser suficiente para nutrir um recém-nascido a cada refeição, dependendo do peso.

Todo leite doado é submetido a um rigoroso controle de qualidade antes de ser ofertado ao recém-nascido. “Esse leite é enviado para Varginha e passa por um processo de pasteurização. Depois, ele retorna para ser administrado para os bebês de forma segura”, explica a técnica de enfermagem do Banco de Leite Karollayne Cristina Souza.

Para doar leite materno, basta ligar no Banco de Leite do Hospital Samuel Libânio, no número (35) 3429-3276, para fazer o cadastro. A coleta é realizada pelo Corpo de Bombeiros todas as segundas-feiras.

“O projeto é de suma importância, pois contribui para redução da mortalidade infantil em casos que demandam cuidados especiais em Unidades de Terapia Semi-Intensiva e Intensiva. São bebês que nasceram prematuros, e que pelas mais variadas razões precisam de redobrada atenção”, reforça Rafaela Santos.

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O auxiliar administrativo Fabrício Felipe Evanger está de volta à sua casa. Ele passou 74 dias internado, sendo 30 intubado após complicações da Covid-19. Teve um momento em que a família foi avisada para se preparar para o pior. Fabrício, conhecido como Shaolin, acredita que Deus ainda tem uma missão para ele aqui na Terra.

“Graças a Deus, pude vencer essa luta. Estou muito feliz. Só tenho a agradecer a Deus que não deixou eu partir desse mundo. Tenho uma missão grande para cumprir aqui na Terra ainda”, diz ele.

Fabrício foi internado após ser infectado na família, quando foi ajudar a tia a dar banho na sua avó, que era acamada. As duas já estavam com a Covid, mas não sabiam. A tia e a avó faleceram dias depois. A outra avó de Fabrício também foi infectada e não resistiu a doença.

Dias depois daquele contato com a tia e a avó, Fabrício começou a ter os primeiros sintomas do coronavírus. Ele foi internado e, logo após o período dos 14 dias da quarentena, sofreu uma piora com um problema no pulmão, quando teve que operar e ser intubado. Foram 30 dias intubado e sedado.

Quando Fabrício foi submetido à cirurgia no pulmão, os amigos se uniram para fazer uma campanha de doação de sangue. Durante o período em que as informações eram de quadro gravíssimo de saúde, os amigos e parentes invocaram correntes de orações. A família já tinha sido avisado para se preparar para o pior.

Fabrício Shaolin tem 33 anos e sempre fez musculação para cuidar do corpo. Durante o período internado, foram cerca de 20 quilos perdidos. Para quem tem parentes ou amigos internados com a Covid, Fabrício é um exemplo de fé, luta e esperança para vencer a doença.

“Não desejo que ninguém pegue essa doença. Mas está um momento muito difícil. Com oração e fé, pensamento positivo que tudo vai passar. Eu pedi muito para Deus não deixar eu ir embora. Fiquei orando muito; as enfermeiras oraram muito. O importante é ter fé. muita fé em Deus”, afirma.

‘Deus me deu ele de volta’, diz mãe

Depois que saiu da UTI, Fabrício Shaolin recebeu a companhia da mãe. Dona Maria Inez ficou 21 dias com o filho, até vir a alta e saírem de mãos dadas, tocando o sino da vitória. “Cheguei ir na UTI ver ele intubado. Foi muito triste”. Em nenhum momento, dona Maria Inez perdeu a fé e a esperança de ter seu filho único de volta em casa. “Eu não perdi a esperança. Acreditava que Deus iria dar a recuperação na vida dele de volta,”, diz a mãe.

Fabricio Shaolin Evanger e a mãe Maria Inez em casa – reprodução Terra do Mandu

 

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Momento em que a noiva recebe a surpresa no salão onde se arrumava para o casamento. Foto: Wilson Foto Minas

A advogada Mônica Franco teve uma casamento digno de princesa. O noivo, o produtor rural Ronaldo Rocha, preparou uma surpresa para sua amada. Ele mandou uma carruagem para conduzir a noiva até a Catedral Metropolitana de Pouso Alegre, onde foi realizada a cerimônia. Todos os detalhes lembravam um evento de princesa. Quem estava na rua, parou para ver a noiva passar.

“Eu não esperava que teria uma entrada na igreja triunfante assim, de parar a cidade. Eu fiquei muito feliz. Não sabia de nada, foi surpresa. Quando eu vi a carruagem na porta do salão, onde me arrumei, fiquei muito emocionada, muito emocionada mesmo”, contou a advogada ao Terra do Mandu.

O noivo preparou tudo com a ajuda do amigo Anderson Luiz, criador de cavalos de raça em Pouso Alegre. Anderson já tinha os cavalos brancos e uma carruagem um pouco menor. Quando recebeu o pedido do noivo, Anderson encomendou uma nova carruagem em Sorocaba (SP) para tornar a surpresa para a noiva ainda mais marcante.

O casamento aconteceu na tarde deste sábado, dia 08 de maio. Mas era para ter acontecido em 26 de setembro do ano passado. Porém, por causa da pandemia, as cerimônias estavam suspensas naquele período. Os noivos tiveram que adiar e remarcar a celebração da união. A nova data escolhida foi no mês das noivas. E dessa vez, mesmo diante das restrições impostas pela pandemia, a advogada pôde viver um sonho de princesa, planejado pelo seu príncipe Ronaldo.

“Mesmo diante das restrições da pandemia, a gente ficou muito feliz de poder celebrar esse momento da melhor forma. E levar alegria para as pessoas que estavam nas ruas e viram a passagem da noiva em sua carruagem. Estou muito emocionada e, até agora, nas nuvens”, comemora Mônica.

Fotos da noiva chegando na catedral de carruagem e depois saindo na companhia do noivo apareceram em diversos perfis nas redes sociais. Amigos próximos e parentes que acompanharam a cerimônia registravam o momento sem acreditar no que viam. As pessoas que estavam no Centro de Pouso Alegre também fizeram questão de compartilhar o casamento que parecia um conto de fadas.

CONFIRA ALGUMAS FOTOS CEDIDAS PELA NOIVA (Crédito: Wilson Foto Minas):

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Os filhos e o músico ficaram do outro lado da fita para homenagear as 40 mães do asilo. Foto: reprodução Asilo Betânia da Providência

As mães que vivem no asilo Betânia da Providência, em Pouso Alegre, Sul de Minas, tiveram um momento emocionante durante esta pandemia. Na antevéspera do Dia das Mães, a instituição organizou uma homenagem surpresa para as 40 mulheres que são mães e são residentes no asilo.

Mesmo com todas as internas já vacinadas contra a Covid-19 (foram imunizadas na primeira etapa da campanha), alguns cuidados foram tomados para evitar a aproximação de quem vinha de fora do convívio delas. As mamães ficaram de um lado, do outro apareceram os filhos carregando flores e balões, todos higienizados. O músico Rodolfo Guilherme contribuiu, de maneira voluntária, para tornar o momento ainda mais belo.

Funcionários do asilo, filhos e mães não se contiveram diante de tanta emoção. Em tempos em que o abraço ainda não é permitido, a mãe sentir a proximidade do filho e o filho sentir o amor da mãe foi inesquecível para cada um que pôde presenciar essa homenagem às mamães que moram no asilo.

VEJA A HOMENAGEM EM VÍDEO: