Categoria: Gente do Mandu

Blusas de frio e cobertores foram arrecadados por uma igreja evangélica, com a ajuda de moradores do bairro Árvore Grande, em Pouso Alegre. ASSISTA AO VÍDEO ABAIXO.

O varal vai sendo reabastecido de acordo com as pessoas vão pegando e doando novos agasalhos. Foto: Magson Gomes/Terra do Mandu

Quem passa pela Avenida Moisés Lopes, no bairro Árvore Grande em Pouso Alegre logo percebe um varal com blusas penduradas em cabides e alguns cobertores encostados no varal. Placas avisam: Está com frio; pegue, é sua. A ideia é quem chegar e estiver precisando pode pegar alguma peça, sem cerimônia. A iniciativa é de uma igreja evangélica que fica na mesma avenida.

O pastor Osvaldo Flórido disse que logo nas primeiras horas em que os agasalhos foram colocados algumas pessoas passaram e pegaram algumas peças e o varal foi reabastecido. Os agasalhos foram arrecadados pela igreja. Além dos fiéis, outros moradores do bairro têm ajudado.

VEJA A REPORTAGEM EM VÍDEO:

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Renata Couto luta contra um linfoma há 15 anos, mesma idade do filho que fará a doação. Técnica é chamada de transplante haploidêntico, quando o doador é 50% compatível com o paciente.

Essa é uma história de luta pela vida e de amor entre mãe e filho. Há 15 anos, a assistente de RH Renata do Couto Rosa Ribeiro descobriu que tinha um câncer, era um linfoma de Hodgkin. Renata estava com 19 anos e tinha acabado de ter seu segundo filho; o menino Vinycius Guilherme que estava com três meses de vida. É Vinycius que será o doador da medula óssea para a mãe. O procedimento é chamado de transplante haploidêntico, quando o doador é 50% compatível.

Renata se emociona ao falar da doação do filho. “Meu herói. [quando era pequeno] ele me ajudou muito. Pegava as injeções que eu tinha que tomar diariamente. Teve uma vez na escola que ele desenhou uma cama, ele e uma injeçãozinha”, conta Renata.

Vinycius já fez todos os exames e a doação será nos próximos dias. “Quero muito poder ajuda-la. Acompanhei toda a história e é bem ruim a história dela. Espero que ela fique bem, melhore e que suma o câncer dela”.

O hematologista Fabian de Souza Camargo explica que o transplante haploidêntico é indicado para os pacientes que não encontram um doador 100% compatível no banco de medula óssea. “O transplante haploidêntico é uma técnica mais moderna de transplante em que o doador não precisa ser 100% compatível. O haploidêntico é 50% ou as vezes, um pouquinho mais e, geralmente é de família pai, mãe irmão ou até primo pode ser doador”.

Médico Fabian de Souza Camargo explica o procedimento. Foto: Terra do Mandu

Segundo os médicos, o ideal seria o paciente encontrar um doador 100% compatível, mas essa é uma tarefa difícil. As chances são de 25% para encontrar um doador desse tipo na família e 1 em 100 mil entre outras pessoas em um banco de medula óssea. “Às vezes, não dá tempo de esperar um transplante 100% compatível. Então, o haploidêntico vem suprir essa demanda de transplante de medula óssea. Quando chega para o transplante é realmente que ela já fez todos os tipos de tratamento e o transplante pode ser a última opção de cura e sobrevida para essa pessoa”, diz o médico Fabian Camargo.

LUTA DIÁRIA PELA VIDA

Desde que descobriu que estava com câncer, em 2004, Renata passou por diversos tratamentos e fez 11 cirurgias. Mas o linfoma sempre reaparecia. “De 2004 até 2010 eu fiz todas as quimioterapias existentes para o linfoma de Hodgkin. Tudo que existia eu tomei”, relembra Renata. Em 2008, ela se submeteu a um transplante da própria medula, mas seis meses depois o câncer reapareceu. A assistente de RH ainda fez um tratamento experimental oferecido por um laboratório e ficou um período curada. Mas o linfoma ressurgiu em 2017 e o transplante foi a indicação dos médicos. “É uma luta constante. Nós lutamos dia após dia pela vida”.

Renata se apoia na família.

Nos próximos dias, Renata vai se internar para iniciar o tratamento para o transplante e espera, logo estar de volta para continuar vendo os filhos crescer. “Eu creio e tenho fé que vai dar tudo certo”.

 

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Pelo menos cinco instituições foram beneficiadas. Outras campanhas para arrecadar roupas e agasalhos estão em andamento na cidade.

Centenas de peças foram doadas pela população. Campanha foi organizada por empresas da cidade. Foto: reprodução

As instituições de Pouso Alegre que cuidam de pessoas carentes e idosos já estão recebendo as doações das campanhas realizadas na cidade para arrecadar roupas e agasalhos. Nesta quinta-feira (06), empresários que organizaram a campanha Maio Solidário fizeram a entrega de centenas de peças arrecadas no último mês. Pelo menos, cinco instituições estão sendo agraciadas com as doações.

Entre as instituições beneficiadas estão os dois asilos de Pouso Alegre, o Educandário e uma creche filantrópica, além do presídio da cidade. O empresário Wellington Araújo da Silva, um dos organizadores, agradeceu em vídeo todas as doações feitas pela população e as empresas que se mobilizaram para conseguir o maior número possível de cobertores e agasalhos.

As pessoas que ainda não fizeram doações e querem colaborar com alguma instituição, podem procurar essas entidades filantrópicas ou a secretaria de Políticas Sociais do município que ajuda no encaminhamento das doações.

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Nos escritórios de coworking o autônomo ou microempreendedor pode usar por hora ou ser mensalista. Segundo pesquisa, os profissionais produzem mais neste tipo de ambiente porque facilita a troca de ideias. os custos para o serviço são até 70% mais barato que manter uma estrutura própria.

Os escritórios de coworking têm os espaços comuns e as salas individuais. Foto: Terra do Mandu

Com estrutura pronta, preços atrativos e ainda a possibilidade de trocar experiências, muita gente encontrou os serviços de coworking a oportunidade que faltava para dar uma guinada nos negócios. Esse tipo de serviço oferece um escritório compartilhado tem crescido no Brasil nos últimos anos e chegou a Pouso Alegre, Sul de Minas, recentemente, e vem mudando a forma que pequenas empresas, profissionais freelancers e autônomos se relacionam entre si, com seus fornecedores e clientes.

Mateus Lima trabalha numa indústria na cidade e tem uma atividade paralela como microempreendedor individual. O negócio dele é uma rádio na internet com programas gravados e ao vivo, com entrevistas. Quando decidiu criar o próprio negócio, Mateus sabia que precisava de um espaço para trabalhar e em casa não seria uma boa ideia. Alugar um imóvel para montar a estrutura também estava fora do orçamento. “Em geral, o custo de aluguel de imóveis é um pouco absurdo, ainda mais os comerciais. E ainda, eu não utilizo o tempo integral”.

Mateus montou sua rádio web numa das salas do coworking. Foto: Terra do Mandu

A saída encontrada pelo Mateus foi aderir ao coworking. “Vi essa possibilidade que eu poderia ter o meu escritório, a minha empresa de maneira compartilhada, tendo toda estrutura, onde posso receber meus clientes e fechar contratos e o espaço onde posso exibir meus programas, receber convidados e ainda tem a bancada de trabalho onde posso conversar com outros profissionais, trocar ideias. É bem legal”, diz Mateus.

O espaço dentro do conceito de coworking em Pouso Alegre foi implantado pelo especialista em Inteligência de Mercado, Leandro Lopes, e pela Coach, Solange Gravi. No escritório compartilhado as pessoas pagam pelo que usar e o tempo que usar.

Leandro explica que essa é a principal ferramenta de economia colaborativa para o pequeno empresário ou autônomo conseguir de manter nesse período de tanta crise que o país vem passando. Os custos, por serem compartilhados, ficam em torno de 70% abaixo do que um escritório convencional. “Dá tempo para o empresário focar 100% aos seus clientes. Ele não tem que se preocupar com infraestrutura e contas fixas de internet, energia, água, segurança…”, conta Leandro.

No escritório tem a estação de trabalho compartilhado, as pessoas passam a atividade do dia a dia, tem ainda as salas de atendimento exclusivo, sala de reunião para até 10 pessoas e auditório para 30 pessoas para treinamentos, palestras. Tem ainda espaço de comedoria, biblioteca, e sala de descompressão com TV, jogos, videogame e redes para relaxar no momento em que está menos criativo.

Quem trabalha em coworking produz mais

De acordo com pesquisa do Censo Cowoorking Brasil, até o ano passado, esse tipo de serviço já estava presente em todos os 26 estados brasileiros e ao Distrito Federal, somando 1.194 unidades e atendendo a cerca de 214 mil pessoas. E contar com uma infraestrutura corporativa e ao mesmo tempo descontraída reflete na produtividade do trabalho, com 76,8% dos entrevistados afirmando que o rendimento melhorou ou melhorou muito.

Os benefícios se estendem, ainda, para a vida fora do expediente: para 67% houve reflexo positivo no convívio social e a relação com a família está melhor para 37% deles. Enquanto 63,4% tiveram ganhos na organização, 61,1% relataram melhora na qualidade da saúde e disposição diária.

Leandro ainda lembra que o networking é outro importante ganho para quem trabalha em um escritório de coworking. “Uma vez que ele compartilha o ativo, o imóvel, ele também vai compartilhar as ideias. Então, ele vai ter profissionais de várias áreas trabalhando no mesmo local onde que um pode complementar ou se tornar parceiro de negócios para o outro”.

Mateus da rádio web garante que hoje não tem pretensão de procurar um espaço próprio e aprova 100% a economia e o relacionamento que encontra no escritório compartilhado. “Porque hoje eu tenho tudo que preciso aqui, na verdade tenho até um pouco mais, com uma redução de custos muito significativa, comparado se eu fosse alugar um espaço comercial na cidade”.

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Dunia Oliveira, formada em administração, estava desempregada quando se viu obrigada em transformar o hobby em seu negócio. Assim, surgiu a marca de bolsas de mão criativas. Essa semana, o Sebrae realiza a Semana Nacional do MEI. Veja no final desta matéria como participar.

Dunia com uma de suas bolsas criativas. Foto: Magson Gomes/Terra do Mandu

A pouso-alegrense Dunia Oliveira criou sua marca própria de bolsas de mão. E como ela mesma define: “é uma arte que você carrega por aí”. Isso porque as peças produzidas são pintadas à mão em uma tela, como se fosse um quadro para decorar a parede de casa. Em seguida, essa tela é cortada e transformada em bolsa criativa. A marca CanvasBag existe há 10 meses e as vendas são feitas através de loja online e redes sociais.

Dunia se tornou uma microempreendedora individual (MEI) a partir da necessidade em ter uma fonte de renda. Formada em administração, com ênfase em comércio exterior, ela estava desempregada e precisava encontrar um meio para se sustentar.

Hoje com 31 anos, ela conta que aos 7 anos já tinha feito sua primeira colcha de crochê. Também fazia algumas roupas para suas bonecas. “Nesta época eu adorava fazer desenhos de desfile de moda”, relembra Dunia que morava na zona rural com a família de cafeicultores.

Anos mais tarde aquela garotinha entrou para a faculdade, mas não na área de moda. Já no segundo ano do curso de administração, ela começou a trabalhar numa empresa da área de saúde e lá ficou por nove anos. Período em que redescobriu o hobby de corte e costura e decidiu partir para uma nova faculdade, desta vez, na área de moda.

Porém, sem conseguir se manter numa nova cidade por falta de emprego, Dunia deixou a faculdade e retornou a Pouso Alegre. Ainda sem trabalho, ela resolveu pintar alguns quadros. “Enchi a casa de quadros coloridos, que era uma forma de espantar a tristeza”, conta.

Meses depois, ela conheceu o namorado, um gaúcho que morava em Itabira, região central de Minas. E lá foi ela morar numa nova cidade, sem conhecer mais ninguém, além do namorado. Novamente, a dificuldade de conseguir um emprego fixo era um tormento e, ao mesmo tempo, um alerta, um grito para transformar o que amava fazer em um negócio.

“Foi aí que vi que aquele era o momento de empreender. Sempre gostei de bolsas de mão, até um look mais básico fica chique com uma bolsa de mão”, constata e ri. A empreendedora que surgia não queria produzir algo parecido com o que havia no mercado. “Tinha que ser diferente, tinha quer ser mais exclusivo, tinha que ser único e de um material que minha máquina de costura doméstica pudesse costurar”.

Então, Dunia teve a ideia de dar um novo destino para aqueles quadros pintados em dias de tristeza. “Se um quadro é lindo na parede, imagina transformá-lo em bolsas e sair espalhando cores por aí?! Nele eu posso pintar o que quiser, com as cores que quiser e fazer qualquer estampa! Era isso!”, conta a empreendedora.

O primeiro protótipo saiu em junho 2018, após vários testes. No mês seguinte ela fez as primeiras postagens no Instagram para divulgar o trabalho. Em setembro formalizou e se tornou uma MEI, microempreendedora individual.

Hoje, ela produz seis modelos de bolsas, variando tamanhos e temas. Foto: Magson Gomes/Terra do Mandu

“Queria começar do jeito certo e garantir meus direitos previdenciários. Além de ter acesso aos cursos online do Sebrae para fazer a precificação correta e a gestão do meu pequeno negócio”.

Para Dunia, empreender é fantástico e o aprendizado é constante. “Venho crescendo um pouquinho todo mês. Porém, por se tratar de um produto ‘diferente’ é bastante desafiador. Em 10 meses de marca já pensei em desistir algumas vezes, mas sempre que ouço um ‘amei as suas bolsas’, sinto que estou no caminho certo” conta ela.

O nome CanvasBag foi a junção das definições em inglês do material usado para fazer quadros e de bolsa. Atualmente, os preços de cada bolsa variam de R$ 65 a R$ 80. As bolsas têm uma proteção em plástico para não borrar a arte em locais úmidos. Outro toque da artesã é o forro interno na cor de rosa. Elas podem ser adquiridas pelo site e pelas redes sociais. “E eu garanto que ninguém terá uma igual a sua”.

Contatos:

Site: www.canvasbag.com.br

Whatsapp atendimento/vendas: (31) 9.9536-2298

Instagram: @canvasbagoficial

Facebook: CanvasBagOficial

Semana do MEI

Nesta semana, entre os dias 20 e 24, o Sebrae realiza a Semana do MEI. Durante os cinco dias do evento, será realizado um mutirão de atendimento para quem quer se formalizar ou para quem já é MEI e quer melhorar a gestão do negócio.

Em Pouso Alegre, as palestras e oficinas serão nos dias 22 e 23 (quarta e quinta-feira). Os interessados em receber as orientações devem fazer a inscrição online. As palestras e oficinas são gratuitas.

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Na tarde desta sexta-feira (10) as mães que passaram pelo Centro de Pouso Alegre receberam homenagens da Polícia Militar. Flores foram entregues pelas policiais femininas na Praça Senador José Bento, em pontos de ônibus, em carros no semáforo e dentro de algumas lojas.

VEJA NO VÍDEO:

 

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Ação educativa envolveu Copasa, Prefeitura e Univás, além dos alunos de uma escola estadual da cidade. Mais de 3.500 mudas de árvores já foram plantadas para recuperar nascentes no município.

Um grupo de 50 crianças do 5º ano da Escola Estadual Professora Geraldina Tosta com sede no bairro São João, em Pouso Alegre, participaram de uma aula efetiva de meio ambiente. Os alunos foram a campo para fazer o plantio de 50 mudas de árvores nativas em uma área aberta dentro da cidade. A ação fez parte do Programa Socioambiental de Proteção e Recuperação de Mananciais, o Pró-Mananciais.

Além das crianças, o projeto tem a participação de alunos da faculdade de medicina da Univás, coordenados pela professora Tatiana Loiola, que passam as orientações aos meninos e meninas sobre a importância das árvores para todos.

O encarregado de meio ambiente da Copasa, Aderilson Soares, explica que, através do programa, já foram plantadas mais de 3.500 mudas de árvores em Pouso Alegre. O objetivo é recuperar nascentes nas regiões de onde é captada a água que abastece a cidade. VEJA O VÍDEO.

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Sobre o programa da Copasa

O Programa Socioambiental de Proteção e Recuperação  de Mananciais – Pró-Mananciais tem por objetivo proteger e recuperar as microbacias hidrográficas e as áreas de recarga dos aquíferos dos mananciais utilizados para a captação de água para abastecimento público das cidades operadas pela Copasa.

Iniciado em 2017, o Pró-Mananciais integra o compromisso da empresa com a responsabilidade  socioambiental e o desenvolvimento sustentável, buscando prevenir os efeitos agravados pela crise hídrica, no contexto das mudanças climáticas. O Programa traz em sua concepção a ideia do antecipar ações por meio do cuidado, da proteção e da recuperação das águas e dos pequenos cursos d’água, desde a sua nascente até o seu ponto de captação.

As ações são desenvolvidas a partir do estabelecimento de parcerias com as comunidades locais em conjunto com as prefeituras, representantes de escolas públicas, órgãos estaduais e ONGs, entre outros, visando a melhoria da qualidade e quantidade das águas, favorecendo a sustentabilidade ambiental, econômica e social.

Dentre as ações desenvolvidas, destacam-se o cercamento de nascentes e demais Áreas de Proteção Permanente – APP, plantio de mudas nativas, construção de bacias de contenção de água de chuva (bolsões), bem como a realização de oficinas e capacitações em temas ambientais para o público escolar, agricultores e demais moradores do município, de forma a promover a cultura da sustentabilidade e, assim, ganhar cada vez mais parceiros na preservação ambiental.

 

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Instituição atende 280 crianças e mantém mais de 80 profissionais contratados. A presidente da APAE diz que o dinheiro da Festapae já tem destinação.

Neste domingo (28) tem a 36ª edição da Festapae, o almoço, seguido de leilão de gado, será no Pavan Eventos, a partir das 10h. No almoço tem os assados e o tradicional leitão à pururuca, com os acompanhamentos de tutu e arroz. No espaço da festa também terá um bazar e brinquedos para as famílias levarem as crianças.

De acordo com a presidente da APAE, Cláudia Garcia, no ano passado mais de 2.500 pessoas participaram do evento, que é organizado por voluntários. Para 2019, mais de 100 animais foram doados para o leilão, que ocorre depois do almoço. A expectativa é que sejam arrecadados mais de R$ 100 mil reais com a festa.

Sobre a APAE

Patrícia de Paiva tem um filho de 11 anos com autismo. Desde os 4 anos ele está na Apae de Pouso Alegre. A mãe diz que a instituição é uma bênção na vida do filho.

A Apae de Pouso Alegre atende, atualmente, quase 300 crianças com algum tipo de deficiência. Aqui elas recebem o atendimento pedagógico e clínico. São 80 profissionais contratados para cuidar dos alunos pacientes.

Para manter tudo isso funcionando e alcançando resultados, a instituição recebe verbas dos governos municipal, estadual e federal. Mas o dinheiro que vem não é suficiente. Então, a Apae conta com a ajuda de voluntários que fazem doações ao longo do ano.

A principal ação voluntária que arrecada dinheiro para a instituição é a Festapae, que será neste domingo, no centro de eventos Pavan.

A presidente da Apae diz que o dinheiro da Festapae já tem destinação definida. A intenção pe fazer reformas e ampliações no prédio da escola, adquirir novos equipamento e ainda promover qualificações aos profissionais.

 

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Veja a história de amor entre seu Tonico e dona Catarina, que se conheceram no asilo no fim do ano passado e começaram a namorar e já falam em casamento.

Um grupo de idosos do asilo Bethania da Providência, em Pouso Alegre, viveram um dia diferente nesta sexta-feira (26). Eles foram convidados para um passeio no shopping. A atividade principal do dia era uma sessão de cinema. Mas também teve almoço e sorvete.

O asilo está com 73 idosos, mas nem todos podem sair para esse tipo de programa. Quem foi ao shopping era só felicidade. E tinha muito amor envolvido também. É que seu Tonico, de 79 anos, e dona Catarina, de 69 anos, não se desgrudam. O casal se conheceu no asilo, no fim do ano passado, quando seu Tonico chegou no lar. Logo começaram a namorar. Veja no vídeo que gracinha.

Os velhinhos chegaram ao shopping e foram direto para a sala de cinema para assistir ao filme Superação – Milagre da Fé. Eles se emocionaram. Dona Antônio conta que chorou muito.

O superintendente do SerraSul Shopping, Gustavo Monnerat, diz que o convite ao asilo faz parte de uma ação social e de interação com a população. E levar os idosos ao cinema, com almoço e sorvete na sequência é dar um alento a eles.

Ao final do filme, os idosos saíram com o encanto de estarem no cinema. E seu Tunico e dona Catarina continuam grudadinhos.

A recreadora do asilo, Luciene do Prado, se emociona ao falar da importância desse tipo de programa para esses idosos e lembra que alguns deles estavam passeando no shopping e vendo uma telona de cinema pela primeira vez.

Nossa reportagem (em vídeo) encerra com a história de amor de seu Tonico e dona Catarina. Ela já disse que quer se casar até o fim do ano. E vem o beijo. (aplausos!)

Foto: Magson Gomes/Terra do Mandu

Asilo precisa da ajuda de voluntários

O Asilo Bethânia da Providência é uma instituição filantrópica e sobrevive de doações. O trabalho de voluntários também sempre é bem-vindo.

LEIA TAMBÉM: Idosos em asilo recebem visita de cabeleireiros voluntários

Algumas empresas de Pouso Alegre organizam e coletam doações e vão até a instituição para fazer a entrega e aproveitam para passar algumas horas com os velhinhos.

Mas a necessidade é diária. Por mês, são utilizadas nove mil unidades de fraldas geriátricas. Na parte de alimento, são consumidos 1.200 litros de leite por mês. Além dos itens de higiene pessoal (xampu, condicionador, enxaguante bucal, sabonete) e produtos de alimentação.

Categoria: Gente do Mandu

Ação faz parte de projeto de Páscoa da escola para levar alegria e reflexão sobre o momento cristão a quem vive em casas de acolhimento.

Alunos de escola de Pouso Alegre visitam asilo – Foto Ascom PMPA

Cerca de 40 estudantes de uma municipal de Pouso Alegre tornaram uma tarde dos idosos que vivem no Asilo Bethania da Providência mais alegre, nesta semana (16/04). Os alunos fazem parte do coral da escola que fica no bairro Algodão, zona rural. Ao se apresentar para os 75 idosos, os adolescentes puderam perceber a importância daquele gesto para quem vive esses senhores e senhoras, que esperam ansiosos dias como esse.

Segundo a direção da escola, a visita fez parte de uma ação social que teve grande significado. A ação solidária faz parte do Projeto de Páscoa da Escola Municipal Maria Barbosa, que inclui o compartilhamento do tempo dos alunos com as pessoas mantidas em instituições de acolhimento, levando aos seus moradores alegria e reflexão sobre o momento cristão.

Os estudantes também receberam o carinho dos idosos. Foto: Ascom PMPA

“A ação social dos alunos da Escola Maria Barbosa os engrandece como cristãos, além de levar afeto e calor humano aos idosos”, diz a secretária municipal de educação, Leila de Fátima Fonseca.

Para a coordenadora do asilo Mariene Morais, “é gratificante  proporcionar aos idosos alguns momentos de alegria e descontração”.

Sobre asilo precisa da ajuda de voluntários

O Asilo Bethânia da Providência é uma instituição filantrópica e sobrevive de doações. O trabalho de voluntários também sempre é bem-vindo.

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Algumas empresas de Pouso Alegre organizam e coletam doações e vão até a instituição para fazer a entrega e aproveitam para passar algumas horas com os velhinhos.

Mas a necessidade é diária. Por mês, são utilizadas nove mil unidades de fraldas geriátricas. Na parte de alimento, são consumidos 1.200 litros de leite por mês. Além dos  itens de higiene pessoal (xampu, condicionador, enxaguante bucal, sabonete) e produtos de alimentação.