Alunos de Santa Rita são premiados em Olimpíada de Matemática na França
Grupo de estudantes de 10 a 12 anos da Escola Estadual Dr. Luiz Pinto de Almeida ganham medalha de bronze. Competição é voltada para trabalho em grupo.
Alunos da Escola Estadual Dr. Luiz Pinto de Almeida, em Santa Rita do Sapucaí, conquistaram a medalha de bronze na Grande Finale 2026 da Olimpíada Internacional de Matemática Sem Fronteiras (MSF), na França. A competição aconteceu entre 3 e 8 de maio, no Salon-de-Provence.
Para a formação da equipe, a escola reuniu estudantes de 10 a 12 anos. Essa foi a primeira vez que a escola enviou uma equipe para a competição internacional.
Segundo a diretora, Monica Ribeiro, a escola concorre desde 2014 e sempre recebeu convite para competir em outros países, mas essa foi a primeira vez que o governo foi comunicado. “A escola acreditava ser impossível receber este apoio.”
Nesta edição, a escola recebeu apoio de R$ 300 mil da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais (SEE/MG). O recurso viabilizou que as crianças e adolescentes representassem MG e o Brasil na França.
A conquista não foi fruto do acaso. Os alunos foram selecionados após um histórico de destaque em fases anteriores, acumulando medalhas de ouro, prata e bronze.
A instituição realizou um treinamento intensivo, em que os estudantes passaram a frequentar a escola em período integral. Um turno era dedicado para as aulas regulares e o outro era exclusivo à preparação para o torneio, realizado pelo menos três vezes por semana.
Em 2026, a escola teve 22 alunos medalhados e dentre eles um número muito inferior de meninas. A competição exigia igualdade de gêneros e este foi um dos grandes aprendizados.
Os medalhistas são: André Rojas Nogales, de 12 anos; Elisa Cristina Silva e Souza, de 11 anos; Mirella Costa Lemos, de 10 anos; Brayan Henrique da Silva Pereira, de 10 anos; Nicole Caroline de Souza Cruz, de 11 anos; Henrique Gória Lemos, de 10 anos; Maria Eduarda Aguiar Balbino, de 11 anos e Felipe Junqueira Barros Dias, de 11 anos.
A Matemática Sem Fronteiras foca e premia o trabalho coletivo, diferente de outras competições. O sucesso depende da coesão do time, da capacidade de diálogo, da escuta ativa e da tomada de decisão sob pressão.
Durante a prova, algumas ferramentas são liberadas. Os competidores podiam consultar livros, cadernos, réguas e calculadoras. A metodologia visa reforçar que o conhecimento real é aquele que se mobiliza para resolver problemas do mundo concreto, preparando os jovens para os desafios da vida adulta.
Além da competição técnica, os estudantes vivenciaram uma rica troca cultural com alunos franceses. Na feira de trabalhos na escola anfitriã Lycée Adam de Craponne, o time da Escola Luiz Pinto montou o projeto “Encantos do Brasil”. É um mercadinho temático em que os franceses interagiram com a cultura brasileira e ganharam um chaveiro com a legítima sandália havaiana nas cores verde e amarela.
A conquista dos alunos não representa apenas o mérito individual, mas o trabalho coletivo da própria escola. O Projeto Político-Pedagógico incentiva os alunos participem de várias modalidades de olimpíadas de conhecimento. Assim, cada um pode testar seus conhecimentos e ir cada vez mais longe.
A Superintendência Regional de Ensino (SRE) também celebrou a conquista dos alunos e o trabalho dos profissionais, com destaque para a dedicação da equipe. Graças aos professores e responsáveis, foi possível possibilitar o crescimento do universo matemático para além da aprendizagem.
(Matéria escrita pela estagiária Júlia Lima e revisado pela jornalista Nayara Andery.)
Alunos da Escola Estadual Dr. Luiz Pinto de Almeida, em Santa Rita do Sapucaí, conquistaram a medalha de bronze na Grande Finale 2026 da Olimpíada Internacional de Matemática Sem Fronteiras (MSF), na França. A competição aconteceu entre 3 e 8 de maio, no Salon-de-Provence.
Para a formação da equipe, a escola reuniu estudantes de 10 a 12 anos. Essa foi a primeira vez que a escola enviou uma equipe para a competição internacional.
Segundo a diretora, Monica Ribeiro, a escola concorre desde 2014 e sempre recebeu convite para competir em outros países, mas essa foi a primeira vez que o governo foi comunicado. “A escola acreditava ser impossível receber este apoio.”
Nesta edição, a escola recebeu apoio de R$ 300 mil da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais (SEE/MG). O recurso viabilizou que as crianças e adolescentes representassem MG e o Brasil na França.
A conquista não foi fruto do acaso. Os alunos foram selecionados após um histórico de destaque em fases anteriores, acumulando medalhas de ouro, prata e bronze.
A instituição realizou um treinamento intensivo, em que os estudantes passaram a frequentar a escola em período integral. Um turno era dedicado para as aulas regulares e o outro era exclusivo à preparação para o torneio, realizado pelo menos três vezes por semana.
Em 2026, a escola teve 22 alunos medalhados e dentre eles um número muito inferior de meninas. A competição exigia igualdade de gêneros e este foi um dos grandes aprendizados.
Os medalhistas são: André Rojas Nogales, de 12 anos; Elisa Cristina Silva e Souza, de 11 anos; Mirella Costa Lemos, de 10 anos; Brayan Henrique da Silva Pereira, de 10 anos; Nicole Caroline de Souza Cruz, de 11 anos; Henrique Gória Lemos, de 10 anos; Maria Eduarda Aguiar Balbino, de 11 anos e Felipe Junqueira Barros Dias, de 11 anos.
A Matemática Sem Fronteiras foca e premia o trabalho coletivo, diferente de outras competições. O sucesso depende da coesão do time, da capacidade de diálogo, da escuta ativa e da tomada de decisão sob pressão.
Durante a prova, algumas ferramentas são liberadas. Os competidores podiam consultar livros, cadernos, réguas e calculadoras. A metodologia visa reforçar que o conhecimento real é aquele que se mobiliza para resolver problemas do mundo concreto, preparando os jovens para os desafios da vida adulta.
Além da competição técnica, os estudantes vivenciaram uma rica troca cultural com alunos franceses. Na feira de trabalhos na escola anfitriã Lycée Adam de Craponne, o time da Escola Luiz Pinto montou o projeto “Encantos do Brasil”. É um mercadinho temático em que os franceses interagiram com a cultura brasileira e ganharam um chaveiro com a legítima sandália havaiana nas cores verde e amarela.
A conquista dos alunos não representa apenas o mérito individual, mas o trabalho coletivo da própria escola. O Projeto Político-Pedagógico incentiva os alunos participem de várias modalidades de olimpíadas de conhecimento. Assim, cada um pode testar seus conhecimentos e ir cada vez mais longe.
A Superintendência Regional de Ensino (SRE) também celebrou a conquista dos alunos e o trabalho dos profissionais, com destaque para a dedicação da equipe. Graças aos professores e responsáveis, foi possível possibilitar o crescimento do universo matemático para além da aprendizagem.
(Matéria escrita pela estagiária Júlia Lima e revisado pela jornalista Nayara Andery.)
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