Ginastas de Pouso Alegre treinam para competir em Copa de Las Américas, no Peru
O custo médio para a competição no Peru será de R$ 12 mil para cada atleta, por isso a equipe busca um patrocinador. Júlia e Manu se dizem animadas para competição.
Um grupo de nove ginastas de Pouso Alegre, no Sul de Minas, com idade entre 9 e 12 anos, vai representar o Brasil na Copa de Las Américas neste ano de 2026. A competição de Ginástica Artística acontecerá em julho, no Peru.
Um evento internacional que vem mostrar o talento e a responsabilidade que as atletas já têm desde novinhas. A repórter Nayara Andery conversou com Luciana Rodrigues, proprietária do estúdio onde as meninas treinam, que falou mais sobre a participação delas na competição.
A Júlia e a Manu, as duas de 11 anos, vão disputar a Copa de Las Américas. A Júlia já tem uma história que começa já com ela há um ano e meio no esporte e ela foi direto para a seleção. E a Manu também já faz algum tempo que entrou na modalidade, dois anos, e agora ela já está na fase do aperfeiçoamento.
“Ah, eu estou bem ansiosa, porque nunca fiz nada assim, mas eu estou bem animada. Acho que a gente vai conseguir ganhar”, disse Júlia. “Eu adoro muito treinar, mas acho que a gente tem que dedicar bastante para conseguir ganhar medalha. Eu acho alguns movimentos muito difíceis de fazer, mas acho que assim, se treinar bastante, consegue”, completou Manu.
Foto: Renan Bandana/Terra do Mandu
As ginastas treinam quatro horas por dia, quatro dias na semana. Para isso, elas têm que abrir mão de algumas coisas, como os momentos de lazer. Mas, toda dedicação para elas é apenas um investimento em uma carreira que pode deslanchar a qualquer momento.
“Eu acho que vale a pena. Eu gosto bastante da paralela e do solo. Eu me inspiro na Simone Biles, Rebeca Andrade, gosto bastante delas”, conta Júlia.
“Na verdade, o Sul de Minas é um celeiro fenomenal para o esporte em todas as áreas, mas para a ginástica artística a gente tem essa crescente por conta das crianças ainda estarem acostumadas a brincar na rua, subir em árvores, tem essa parte ainda de as famílias terem roça, sítios, então elas têm uma vivência totalmente diferente. Eu sou de São Paulo, capital, Na verdade, foi há alguns anos que eu estou para o Sul de Minas e eu consigo ver exatamente essa diferença. Então, é um celeiro muito importante. A ginástica artística não era uma modalidade muito conhecida. Realmente, depois da Rebeca, isso se virou um chamariz, um boom para a gente, graças a Deus, não só aqui, mas em todo o Brasil”, destaca a treinadora.
Foto: Renan Bandana/Terra do Mandu
Equipe precisa de ajuda financeira para competir
O preparo do grupo para o evento internacional passa por treinos em solo, saltos e também aparelhos de paralelas e trave de equilíbrio. Essa é a primeira competição fora do país. As atletas já participam de torneios estaduais e nacionais.
O custo médio para a competição no Peru será de R$ 12 mil para cada atleta. E isso fez reduzir de 25 para 9 o total de participantes do estúdio em Pouso Alegre. O intuito agora é buscar patrocínio para o grupo representar o país nessa e em outras competições.
“É que nós consigamos patrocinadores, parceiros que auxiliem essas famílias. Todas as nossas atletas que fazem parte do treinamento hoje estão aptas para competir. Eu tenho meninas que são medalhistas de ouro todas as vezes que nós estamos nas competições. Então é uma realidade totalmente diferente, é um esporte novo dentro da cidade. Porém, o que acaba às vezes bloqueando a ida delas, realmente é o fator financeiro. Se algum patrocinador não quiser fazer investimento em valor financeiro, em dinheiro mesmo, ele pode tomar a decisão de, de repente, pagar a alimentação das atletas lá, fazer a compra, o pagamento das camisetas, dos colãs, ou até mesmo das inscrições, ou, de repente, criar uma outra forma, adotar uma atleta”, enfatizou Luciana.
Quem se interessar em ajudar, pode entrar em contato através do telefone (35) 99954-6913 ou pelo Instagram @lureega_oficial, onde também podem acompanhar toda a trajetória da equipe.
Um grupo de nove ginastas de Pouso Alegre, no Sul de Minas, com idade entre 9 e 12 anos, vai representar o Brasil na Copa de Las Américas neste ano de 2026. A competição de Ginástica Artística acontecerá em julho, no Peru.
Um evento internacional que vem mostrar o talento e a responsabilidade que as atletas já têm desde novinhas. A repórter Nayara Andery conversou com Luciana Rodrigues, proprietária do estúdio onde as meninas treinam, que falou mais sobre a participação delas na competição.
A Júlia e a Manu, as duas de 11 anos, vão disputar a Copa de Las Américas. A Júlia já tem uma história que começa já com ela há um ano e meio no esporte e ela foi direto para a seleção. E a Manu também já faz algum tempo que entrou na modalidade, dois anos, e agora ela já está na fase do aperfeiçoamento.
“Ah, eu estou bem ansiosa, porque nunca fiz nada assim, mas eu estou bem animada. Acho que a gente vai conseguir ganhar”, disse Júlia. “Eu adoro muito treinar, mas acho que a gente tem que dedicar bastante para conseguir ganhar medalha. Eu acho alguns movimentos muito difíceis de fazer, mas acho que assim, se treinar bastante, consegue”, completou Manu.
Foto: Renan Bandana/Terra do Mandu
As ginastas treinam quatro horas por dia, quatro dias na semana. Para isso, elas têm que abrir mão de algumas coisas, como os momentos de lazer. Mas, toda dedicação para elas é apenas um investimento em uma carreira que pode deslanchar a qualquer momento.
“Eu acho que vale a pena. Eu gosto bastante da paralela e do solo. Eu me inspiro na Simone Biles, Rebeca Andrade, gosto bastante delas”, conta Júlia.
“Na verdade, o Sul de Minas é um celeiro fenomenal para o esporte em todas as áreas, mas para a ginástica artística a gente tem essa crescente por conta das crianças ainda estarem acostumadas a brincar na rua, subir em árvores, tem essa parte ainda de as famílias terem roça, sítios, então elas têm uma vivência totalmente diferente. Eu sou de São Paulo, capital, Na verdade, foi há alguns anos que eu estou para o Sul de Minas e eu consigo ver exatamente essa diferença. Então, é um celeiro muito importante. A ginástica artística não era uma modalidade muito conhecida. Realmente, depois da Rebeca, isso se virou um chamariz, um boom para a gente, graças a Deus, não só aqui, mas em todo o Brasil”, destaca a treinadora.
Foto: Renan Bandana/Terra do Mandu
Equipe precisa de ajuda financeira para competir
O preparo do grupo para o evento internacional passa por treinos em solo, saltos e também aparelhos de paralelas e trave de equilíbrio. Essa é a primeira competição fora do país. As atletas já participam de torneios estaduais e nacionais.
O custo médio para a competição no Peru será de R$ 12 mil para cada atleta. E isso fez reduzir de 25 para 9 o total de participantes do estúdio em Pouso Alegre. O intuito agora é buscar patrocínio para o grupo representar o país nessa e em outras competições.
“É que nós consigamos patrocinadores, parceiros que auxiliem essas famílias. Todas as nossas atletas que fazem parte do treinamento hoje estão aptas para competir. Eu tenho meninas que são medalhistas de ouro todas as vezes que nós estamos nas competições. Então é uma realidade totalmente diferente, é um esporte novo dentro da cidade. Porém, o que acaba às vezes bloqueando a ida delas, realmente é o fator financeiro. Se algum patrocinador não quiser fazer investimento em valor financeiro, em dinheiro mesmo, ele pode tomar a decisão de, de repente, pagar a alimentação das atletas lá, fazer a compra, o pagamento das camisetas, dos colãs, ou até mesmo das inscrições, ou, de repente, criar uma outra forma, adotar uma atleta”, enfatizou Luciana.
Quem se interessar em ajudar, pode entrar em contato através do telefone (35) 99954-6913 ou pelo Instagram @lureega_oficial, onde também podem acompanhar toda a trajetória da equipe.
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