Homem que matou colega de trabalho em Cachoeira de Minas é condenado a 16 anos de prisão
Condenação do Júri é para pena em regime inicial fechado. O crime brutal ocorreu em maio de 2024, após desentendimento em bar.
Nayara Andery / 10 abril 2026Condenação do Júri é para pena em regime inicial fechado. O crime brutal ocorreu em maio de 2024, após desentendimento em bar.
Nayara Andery / 10 abril 2026O Júri Popular realizado nesta sexta-feira (10/4), em Cachoeira de Minas/MG, condenou Tiago Rodrigues Pereira dos Santos Ramos a 16 anos de prisão por homicídio. O crime aconteceu em maio de 2024, de forma brutal.
O réu foi condenado pelo Tribunal do Júri à pena de 16 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial fechado. Alvaro Alexandre Rodrigues foi atingido com golpes de pauladas. O Laudo de Necropsia se deu como “politraumatismo contuso.
“O acusado, com manifesta intenção de matar, impelido por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que impossibilitou a defesa do ofendido, desferiu múltiplos golpes com instrumento contundente contra a vitima”, diz um trecho da sentença.
Álvaro Alexandre Rodrigues, de Ubatuba (SP), foi morto em Cachoeira de Minas, na madrugada do dia 30 de maio de 2024. A PM recebeu denúncia que ele teria sido agredido em frente à Creche Municipal e ficou caído na rua.
Policiais encontraram ele na rua, com o rosto ensanguentado e acionaram a ambulância municipal. O enfermeiro constatou que Álvaro morreu no local. A perícia foi acionada. O corpo tinha lesão na mandíbula e corte na língua.
Uma hora antes do crime, por volta de 0h, Álvaro e um amigo de trabalho foram abordados pela PM por atitude suspeita. Os dois estavam há poucos metros do local, onde depois Álvaro foi encontrado morto.
Eles contaram aos policiais que moravam em Ubatuba (SP) e trabalhavam para uma empreiteira, perto do portal de Cachoeira de Minas, na região da MG-173. O rastreamento em busca do suspeito da morte de Álvaro foi realizado com base nessas informações.
A PM de Cachoeira de Minas acionou o Tático Móvel de Pouso Alegre e encontrou o suspeito no alojamento. Ele teria contado que estava em um bar com Álvaro, mas se desentenderam devido a um cartão bancário.
Na versão do colega de trabalho da vítima à PM, os dois seguiam para o alojamento, quando Álvaro mexeu com uma mulher na rua e teria sido agredido por um grupo de pessoas. O suspeito disse que tentou fugir, quando alguém puxou a camisa dele.
Ele foi preso, levado para o Pronto Atendimento e conduzido para a Delegacia da Polícia Civil, em Pouso Alegre. A PM encontrou marcas parecidas com sangue, na bermuda e na camiseta dele.
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