
Foto enviada ao Terra do Mandu
A Polícia Civil de Minas Gerais abriu um inquérito para investigar o encontro de uma ossada no distrito de Monte Verde, em Camanducaia, no Sul do estado. A vítima, ao que tudo indica, seria um homem que era dado como desaparecido desde dezembro de 2025.
A família do desaparecido procurou a polícia no dia 22 de janeiro, relatando que Luiz Antônio de Paula, de 55 anos, não era visto desde dezembro. Familiares disseram ainda que o homem não passou as festas de fim de ano no distrito, como costume.
“Familiares informaram não ser possível precisar a data exata em que ele foi visto pela última vez no distrito, destacando apenas que não mantinham contato com o referido cidadão desde o ano anterior e que ele não teria permanecido na localidade durante as festividades de fim de ano, como ocorria habitualmente”, registrou a PMMG, em boletim de ocorrências.
A ossada foi localizada no último dia 3 de fevereiro. A PM foi acionada no local e isolou a área para os trabalhos da perícia. A polícia não deu detalhes de onde e como estavam a ossada. O material foi encontrado em uma área de mata, próximo de onde o homem desaparecido morava.

Foto enviada ao Terra do Mandu
Mulher é suspeita do crime
A mulher do desaparecido é a principal suspeita do crime. Testemunhas relataram para a polícia que ela teria matado e esquartejado o corpo do homem. As testemunhas e possíveis envolvidos no crime estão sendo ouvidos pela polícia na investigação.
Os ossos encontrados e recolhidos pela polícia passarão por exames. Luiz Antônio de Paula e a mulher tinham um relacionamento há 25 anos. Ela relatou para a PM que não possuía informações concretas acerca do paradeiro do companheiro.
De acordo com a Polícia Civil, a ossada será submetida à análise técnica e perícia especializada, a fim de confirmar se se trata de ossada humana e, sendo o caso, verificar eventual correspondência com o homem desaparecido.
As investigações tramitam na Delegacia da Polícia Civil em Camanducaia. A PCMG disse que para preservar os trabalhos investigativos, não serão divulgadas informações sobre eventuais suspeitas ou pessoas ouvidas. Até o momento, ninguém foi preso.
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