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Nova classificação resulta em algumas mudanças, como a proibição dos serviços não-essenciais com alto risco de contágio.

Itajubá passou a integrar a “Onda Amarela”, do Minas Consciente, no último sábado (16). A nova classificação resulta em algumas mudanças, como a proibição dos serviços não-essenciais com alto risco de contágio, que eram permitidos na “Onda Verde”.

O Comitê Extraordinário Covid-19 do Governo de Minas define a mudança de onda do município, de acordo com taxa de evolução da Covid-19. Desta forma, é possível orientar o funcionamento seguro do comércio nas cidades.

O programa é dividido em três ondas, verde, amarela e vermelha. Quanto maior o número de casos e leitos hospitalares ocupados, maior é a restrição ao comércio. Confira os serviços que funcionam em cada onda:

  • Onda Verde: serviços essenciais, serviços não-essenciais e serviços não-essenciais com alto risco de contágio;
  • Onda Amarela: serviços essenciais e serviços não-essenciais;
  • Onda Vermelha: somente serviços essenciais.

A classificação da Onda Amarela, segunda mais restritiva do programa, acende um novo alerta para que o município não chegue à “Onda Vermelha”. Para isso, é necessário redobrar os cuidados com a Covid-19, fazendo o uso de máscara, higienizando as mãos e mantendo o distanciamento social.

Covid-19 em Itajubá

De acordo com o último boletim epidemiológico da Prefeitura de Itajubá, divulgado na noite deste domingo (17), a cidade possui 2.345 casos confirmados do novo coronavírus, com 86 mortes. Atualmente, 26 pacientes positivos da doença estão em recuperação, sendo que quatro estão hospitalizados e 22 em tratamento domiciliar.

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Segundo Rafael Simões, os estabelecimentos permanecem fechados por causa da situação do hospital regional, que está quase lotado. 

O prefeito de Pouso Alegre, Rafael Simões, se reuniu com representantes do comércio, nesta segunda-feira (18), para tratar de uma possível reabertura dos estabelecimentos comerciais no município. No entanto, diante da situação do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, ficou decidido que os serviços não essenciais, por hora, permanecem fechados.

Os representantes da Associação Comercial de Pouso Alegre (ACIPA) entregaram ao chefe do Executivo Municipal um pedido de revogação do decreto que determina o fechamento e solicitaram a reabertura do comércio local. Durante o encontro, Rafael Simões apresentou todas as dificuldades enfrentadas pelo município nesse momento, como a necessidade de reduzir a circulação de pessoas para inibir contaminação cruzada por covid-19.

“Jamais gostaria de estar fechando o comércio da nossa cidade, até porque eu sei da importância que ele tem, mas é um momento que precisamos entender que o nosso hospital regional está lotado. Nós estamos aí, até em respeito aos funcionários da saúde, tomando uma atitude drástica, que é momentânea”, explica o prefeito.

Rafael Simões ainda afirma que acredita que comércio está seguindo as regras para evitar o contágio pelo coronavírus, mas que o aumento da circulação de pessoas levou o hospital regional a ficar lotado. As sugestões da Associação Comercial para flexibilização foram recebidas e serão avaliadas pela administração municipal e, caso sejam viáveis, poderão ser implementadas.

“Eu acredito que se nós continuarmos trabalhando rapidamente, semana que vem já teremos um alívio na vagas de UTI, que é tão importante. A grande missão do setor público nesse momento é não deixar faltar atendimento à população”, destacou o prefeito.

Comerciantes fazem nova manifestação

Comerciantes voltaram a protestar, nesta segunda-feira (18), pela reabertura do comércio em Pouso Alegre. A concentração começou por volta das 15h15 na avenida Tuany Toledo, no Fátima I.

“O objetivo da manifestação de hoje é o mesmo objetivo da manifestação de sábado, que é a reabertura do comércio. A gente está aqui lutando para que o comércio seja reaberto, porque entendemos que não somos responsáveis pelo aumento no número de contaminados na cidade.”

Dessa vez os manifestantes fizeram uma carreata com o intuito de abranger uma parte maior da cidade. O protesto seguiu até a avenida Perimetral, no Centro, e reuniu em torno de 200 carros.

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Primeiras doses serão destinadas a profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate à doença. 

A secretária de Saúde de Pouso Alegre, Silvia Regina, afirmou, nesta segunda-feira (18), que o Plano de Vacinação contra a Covid-19 já está montado, e que agora o município aguarda a chegada das vacinas. No entanto, ainda não há uma data definida para o início da imunização em Pouso Alegre.

A Superintendência Regional de Saúde informou que, na quarta-feira (20), serão repassadas informações sobre o número de doses e os protocolos para aplicação da vacina. De acordo com informações do Estadão, 561.120 doses foram destinadas para o estado de Minas Gerais.

As primeiras doses serão destinadas aos profissionais da saúde que estão na linha de frente de combate à doença, segundo a secretária. Posteriormente, a vacinação será estendida para os demais grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.

Início da vacinação

No último domingo (17), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial da Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac com o Instituto Butantan, e da AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a Fiocruz.

O Plano Nacional de Imunização estava previsto para começar nesta quarta-feira (20), mas o Ministério da Saúde autorizou o início da vacinação contra a Covid-19 para esta segunda-feira (18), a partir das 17h.

O anúncio foi feito no Centro de Distribuição Logística do Ministério da Saúde durante o repasse das doses da Coronavac para os governadores de Estados.

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Ocupação dos leitos de UTI beira os 100%, segundo último boletim epidemiológico sobre o coronavírus no município. Pouso Alegre e cidades vizinhas fecharam o comércio não essencial como medida de enfretamento da pandemia

O diretor técnico do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, Alexandre Hueb, gravou um vídeo para explicar a situação das vagas de leitos no principal hospital da região para o tratamento da Covid-19. Hueb afirma que o momento é delicado e que alcançou o ápice de ocupação.

“Durante os primeiros meses da pandemia, tivemos condições de recepcionar e acomodar os pacientes com Covid-19. Mas, neste momento delicado, os leitos que disponibilizamos para esses casos de Covid estão no ápice, estão no limite. Então, nós tomamos medidas junto a prefeitura no sentido de minimizar a necessidade desses leitos e alertar a população que as medidas de prevenção da disseminação do coronavírus devem ser seguidas para evitar que cheguemos a um colapso do sistema de saúde”, diz o diretor do hospital.

O médico ainda pede que as pessoas saiam de casa apenas se for de extrema necessidade. “Estamos aqui para oferecer o melhor para a população e queremos fazer isso da forma mais adequada”.

VEJA O VÍDEO:

De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura de Pouso Alegre, no sábado com os dados referentes a sexta-feira (15), dos 30 leitos de UTI disponibilizados para o tratamento de Covid, 28 estavam com pacientes, o que representa 93.33% do total.

Medidas tomadas pela prefeitura

Com o sistema de saúde no limite, na sexta-feira, o prefeito de Pouso Alegre, Rafael Simões (DEM) assinou dois decretos com medidas de enfrentamento à Covid-19. O decreto Nº 5.235 ordenou o fechamento de todos os estabelecimentos comerciais de serviços considerados não essenciais.

O segundo decreto do dia, o de número 5.236, autoriza a requisição de leitos de UTI dos hospitais particulares do município. Segundo o prefeito, entre os fatores que levaram à publicação do decreto estão: falta de consciência da população em adotar medidas de proteção contra o novo coronavírus; aumento do número de casos confirmados; grande demanda do hospital regional (já sem capacidade de atender os pacientes); e falta de oxigênio que o setor da saúde tem enfrentado.

Protesto dos comerciantes

Após o decreto, os comerciantes fizeram um protesto para pedir a reabertura de seus estabelecimentos. Eles se concentram na Praça Senador José Bento. Com camisetas e cartazes, afirmavam que a culpa para o aumento de casos não é do comércio. Em seguida, saíram em caminhada pelo Centro da Cidade.

Prefeituras da região também fecham comércio

Prefeitos de cidades que têm Pouso Alegre como referência se reuniram na manhã de sábado (16) e definiram também decretar o fechamento do comércio não essencial em seus municípios. O encontro foi realizado na prefeitura de Camanducaia, com a presença de prefeitos ou representantes de Cambuí, Córrego do Bom Jesus, Estiva, Itapeva e Senador Amaral. Medida idêntica já havia sido tomada pela prefeitura de Congonhal.

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A vítima do acidente é Luiz Donizete da Silva, de 62 anos. Ele era comerciante no bairro Belo Horizonte, em Pouso Alegre.

Comerciante tinha casa próximo ao local do acidente. Foto: Redes sociais

De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, uma pessoa morreu em um acidente na MG-290, no início da tarde deste domingo (17). A vítima fatal estava em um carro que bateu de frente com um caminhão, que transportava uma escavadeira. Ainda conforme a PRE, o acidente foi na altura do km 10, ainda no município de Pouso Alegre.

O trânsito no local ficou em meia pista durante o atendimento das equipes de resgate. A perícia da Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros e o SAMU foram acionados.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima fatal estava sozinho no veículo com placas de Pouso Alegre. O motorista do caminhão não teve ferimentos.

A vítima do acidente é Luiz Donizete da Silva, de 62 anos. Ele era comerciante no bairro Belo Horizonte, em Pouso Alegre. O corpo já foi liberado do IML e o velório acontece na funerária Santa Edwiges. O sepultamento será nesta segunda (18), no Cemitério Municipal.

Segundo familiares, Luiz Donizete tinha problemas cardíacos e uma das hipóteses é que ele tenha passado mal no momento do acidente.

Carro do comerciante bateu em caminhão. Foto: Redes sociais

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Medida foi tomada após prefeito de Pouso Alegre cobrar colegas devido à falta de leitos de UTI no principal hospital da região.

Prefeitos da região aderem ao movimento de fechar serviços não essenciais – reprodução

Prefeitos de cidades que têm Pouso Alegre como referência se reuniram na manhã deste sábado (16) e definiram também decretar o fechamento do comércio não essencial em seus municípios. O encontro foi realizado na prefeitura de Camanducaia, com a presença de prefeitos ou representantes de Cambuí, Córrego do Bom Jesus, Estiva, Itapeva e Senador Amaral.

O prefeito de Pouso Alegre, Rafael Simões, também participou da reunião. Ontem (15), após assinar o decreto que fechou o comércio não essencial, Simões sugeriu aos colegas prefeitos das cidades vizinhas a tomar uma atitude forte. “Do contrário, você não terá para onde mandar os pacientes contaminados”, alertou.

O prefeito de Camanducaia, Rodrigo Alves de Oliveira (MDB), anfitrião no encontrou. Afirmou em entrevista à radio da cidade que havia recebido uma ligação do prefeito de Pouso Alegre, relatando que não havia mais leitos de UTI disponíveis no Hospital das Clínicas Samuel e que há dificuldade na compra de oxigênio para reposição de estoque. As prefeituras da microrregião enviam seus pacientes para Pouso Alegre na hora que há agravamento do quadro de saúde.

Conforme o boletim epidemiológico divulgado por Pouso Alegre neste sábado, com dados de sexta, dos 30 leitos de UTI disponibilizados para o tratamento de Covid, 28 estavam com pacientes, o que representa 93.33% do total. Sendo que 25 pacientes nas UTIs são de cidades vizinhas.
Outra prefeitura da regional que também decretou o fechamento do comércio não essencial é Congonhal. O prefeito Moisés Ferreira Vaz adotou a medida considerando as declarações do prefeito de Pouso Alegre da falta de leitos e escassez de oxigênio no mercado.

Em todos os casos, os políticos pediram desculpas aos comerciantes que serão atingidos pelas medidas e disseram não haver outra saída, neste momento.

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Dos 28 internados em UTI no HCSL, 25 são pacientes de cidades vizinhas.

Comércio fechado em Pouso Alegre – Imagem – Terra do Mandu

Pouso Alegre ultrapassou a barreira dos cinco mil casos de Covid-19 em moradores da cidade. De acordo com o boletim epidemiológico da prefeitura, divulgado neste sábado (16), agora são 5.084 contaminados desde o início da pandemia. Um novo caso de morte em decorrência da doença também foi confirmado, passando para 83 vítimas fatais.

Outro dado preocupante apresentado pelo boletim é a ocupação dos leitos de UTI no Hospital das Clínicas Samuel Libânio. Dos 30 leitos disponibilizados para o tratamento de Covid, 28 estão com pacientes, o que representa 93.33% do total. Dos 28 internados em UTI, 25 são pacientes vindos de cidades vizinhas, que tem Pouso Alegre como referência para o tratamento do novo coronavírus.

á a ocupação dos leitos de enfermaria está em 60%. O problema é que, se três pacientes que estão nos leitos clínicos tiveram agravamento do quadro e precisarem de UTI, um deles já ficaria sem opção.

Por estar à beira do colapso que ontem (15) o prefeito de Pouso Alegre assinou dois decretos, um fechando as atividades não essenciais na cidade e um segundo requisitando leitos de UTI aos hospitais particulares.

“Hoje nós chegamos ao ápice. Não temos mais como atender a demanda que chega ao nosso hospital. Estamos requisitando leitos de hospitais particulares para não deixar os pacientes em atendimento. Entretanto, isso não é suficiente. Já que a população não está tendo consciência do momento difícil que estamos passando. Não me resta outra alternativa ao não ser decretar o fechamento das atividades não essenciais da nossa cidade”, disse o prefeito em vídeo divulgado ontem (15).

Rafael Simões ainda sugeriu aos colegas prefeitos das cidades vizinhas a tomar uma atitude forte. “Do contrário, você não terá para onde mandar os pacientes contaminados”, alertou.

Simões ainda pediu desculpas aos comerciantes, mas garantiu que não tem o que fazer. “A medida é necessária e será por prazo indeterminado. Até que o povo se conscientize que nós precisamos respeitar um ao outro, usando máscara, álcool gel, o que não vem acontecendo, lamentavelmente.

Comerciantes protestam

Após o decreto, os comerciantes fizeram um protesto para pedir a reabertura de seus estabelecimentos. Eles se concentram na Praça Senador José Bento. Com camisetas e cartazes, afirmavam que a culpa para o aumento de casos não é do comércio. Em seguida, saíram em caminhada pelo Centro da Cidade.

O presidente da Associação do Comércio e Indústria de Pouso Alegre (Acipa) Ibrahim Kallas afirma que o apoio ao protesto dos comerciantes é no sentido de conciliação.

“Nós entendemos o problema seríssimo que a saúde passa. Eu, como médico, estou vendo isso de perto. Mas temos que encontrar soluções que possam atender a necessidade do comércio, que não pode parar. Estamos trabalhando ideias, elaborando um documento, propondo soluções para entregarmos para a prefeitura”, diz o presidente da Acipa.

Esse é o segundo decreto que fecha o comércio não essencial em Pouso Alegre. O primeiro foi no final de março, com a flexibilização tendo iniciado uma semana depois. Após sete meses de lojas abertas, seguindo regras sanitárias, os comerciantes alegam que o número de casos de Covid não estava aumentando.

“Existe fortes indícios dessa realidade. Durante o tempo que o comércio estava aberto, nós não tivemos um surto. Tanto é que o comércio está aberto tem alguns meses e o surto aconteceu agora. A contaminação se faz em 10 a 15 dias. Então, algo que aconteceu por aglomerações de outro sentido. Essa é nossa linha de pensamento e que vamos debater com o poder público”, finaliza.

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A maior parte do comércio de Pouso Alegre não abriu as portas neste sábado (16). Ontem, o prefeito Rafael Simões (DEM) assinou o decreto nº 5.235, que interrompe o funcionamento das atividades não essenciais no município. A justificava é o aumento de casos de Covid-19 nos últimos dias e o estrangulamento do sistema de saúde, com a ocupação dos leitos de UTI no Hospital das Clinicas Samuel Libânio chegando próximo a 100%.

Após o decreto, os comerciantes fizeram um protesto para pedir a reabertura de seus estabelecimentos. Eles se concentram na Praça Senador José Bento. Com camisetas e cartazes, afirmavam que a culpa para o aumento de casos não é do comércio. Em seguida, saíram em caminhada pelo Centro da Cidade.

Kelly Ribeiro tem uma brinquedoteca e estava fechada desde março. Em outubro teve liberação para funcionar com limitações, mas agora voltou a ser obrigada a fechar. A empresária conta o funcionamento, mesmo que de maneira restrita, estava dando para manter as contas fixas.

“Agora esse novo fechamento só veio atrapalhar. A gente já tem eventos reduzidos, seguindo os protocolos de segurança. E as pessoas deixam de fazer os eventos nas nossas casas, que conseguimos controlar, e vão para sítios aglomerando com 50 até 200 pessoas”, disse.

O presidente da Associação do Comércio e Indústria de Pouso Alegre (Acipa) Ibrahim Kallas afirma que o apoio ao protesto dos comerciantes é no sentido de conciliação.

“Nós entendemos o problema seríssimo que a saúde passa. Eu, como médico, estou vendo isso de perto. Mas temos que encontrar soluções que possam atender a necessidade do comércio, que não pode parar. Estamos trabalhando ideias, elaborando um documento, propondo soluções para entregarmos para a prefeitura”, diz o presidente da Acipa.

Esse é o segundo decreto que fecha o comércio não essencial em Pouso Alegre. O primeiro foi no final de março, com a flexibilização tendo iniciado uma semana depois. Após sete meses de lojas abertas, seguindo regras sanitárias, os comerciantes alegam que o número de casos de Covid não estava aumentando.

“Existe fortes indícios dessa realidade. durante o tempo que o comércio estava aberto, nós não tivemos um surto. Tanto é que o comércio está aberto tem alguns meses e o surto aconteceu agora. A contaminação se faz em 10 a 15 dias. Então, algo que aconteceu por aglomerações de outro sentido. Essa é nossa linha de pensamento e que vamos debater com o poder público”, finaliza.

Em vídeo divulgado ontem à noite, o prefeito Rafael Simões disse que não restou outra alternativa. Simões pediu desculpa aos comerciantes e afirmou que a medida de fechamento das atividades não essenciais é culpa do relaxamento da população nos últimos dias, principalmente no período de fim de ano. Veja o vídeo completo aqui