Menino de 5 anos sabe todos os países e bandeiras do mundo
João Matheus mora com a família na zona rural de Espírito Santo do Dourado. Ele tem o diagnóstico do espectro autista e precisa do acompanhamento de mais especialistas.
Um menino de apenas 5 anos tem conhecimentos extraordinários de geografia. João Matheus conhece todas as bandeiras e países desde quando ainda nem tinha começado a ser alfabetizado. A repórter Nayara Andery foi até a casa do garotinho para contar essa história. A família mora na zona rural de Espírito Santo do Dourado, próximo a Pouso Alegre, Sul de Minas. Veja a reportagem acima!
João completou cinco anos em abril. A diversão dele é viajar através dos mapas, apontando e falando os nomes dos países. A mãe Verônica conta que o filho sabe todas as bandeiras do mundo todo.
O menino foi diagnosticado com autismo nível 1, o que traz o hiperfoco para algumas áreas. Ainda conforme a mãe, com 3 aninhos ele gostava muito de falar as cores, depois começou a falar planetas, todos os planetas, acertava todos. E também começou a falar cores em inglês. Depois foi mudando. Foi para a matemática. Fazia uma soma, dava resultado e dava certinho o resultado também.
A inteligência e precocidade de João surpreendem a família e quem o conhece. Desde o diagnóstico do transtorno do espectro autista, o menino é acompanhado pela neuropediatra Catrine Freitas. A médica explicou ao Terra do Mandu que o comum é que as crianças típicas, as que não têm autismo, saibam fazer somas de 6 a 7 anos, que é quando começa o cálculo mental básico em geral.
Mas João tinha apenas 3 anos, quando já fazia somas exatas de cabeça. A idade comum para começar a conhecer bandeiras e países é de 6 a 10 anos. Mas João já sabe todos desde os 4 anos, o que é considerado raro. E ele começou a alfabetização em 2026, ao iniciar o Pré-1 em uma escola pública, com avanços no desenvolvimento e socialização.
Verônica diz que o filho nunca deu trabalho para ir para a escola, até chora para não ficar em casa. “É incentivar bastante, para ele melhorar cada vez mais e ficar mais independente”, diz a mãe que também destaque que João Matheus tem monitora, tem fonoaudióloga. “Tem esse acompanhamento e graças a Deus está indo super bem”.
Necessidade de mais especialistas
Mas o João Matheus precisa de mais especialistas na vida dele, para alguns tipos de terapia e para corrigir o atraso de fala, característico de crianças com transtorno do espectro autista. A família não tem condições financeiras para arcar com todo esse acompanhamento necessário.
“Então, é terapia ocupacional, psicóloga, parece que é para entrar com o método ABBA, e eu acho que é muito difícil conseguir pelo SUS, que a fila é muito grande, tem muitos autistas, e… A psicopedagoga é na escola, que ele vai ter, e a fonoaudióloga, ele já está em acompanhamento”.
A médica que neuropediatra ressalta que a literatura científica relaciona o autismo a pontos fortes muito evidentes, aliados a dificuldades na comunicação e interação social, características que João possui. Ao mesmo tempo que domina algo que muitos desconhecem, segundo ela, a atraso de linguagem e redução da atenção compartilhada, contato visual reduzido e interesses restritos e repetitivos.
Os pais André e Verônica veem o potencial que o filho tem de ser o que quiser no futuro. E o pai deixa um recado para famílias que têm filhos com autismo. “Que corra atrás dos seus direitos, que possa levar o menino, que ele melhore bem a educação, que é muito inteligente, que ele dê alguém na vida que vá para frente”.
“Para mim, o João é uma pessoa normal. O autismo, para mim, não é uma doença, é apenas uma divergência cerebral, mas não muda nada na vida dele, na nossa também. Ele é muito amado, tem tudo, e graças a Deus a gente trata ele como a gente pode, com muito carinho, né? E muito, nossa, a gente só pode dar o melhor para ele”, enfatiza a mãe Verônica.
Um menino de apenas 5 anos tem conhecimentos extraordinários de geografia. João Matheus conhece todas as bandeiras e países desde quando ainda nem tinha começado a ser alfabetizado. A repórter Nayara Andery foi até a casa do garotinho para contar essa história. A família mora na zona rural de Espírito Santo do Dourado, próximo a Pouso Alegre, Sul de Minas. Veja a reportagem acima!
João completou cinco anos em abril. A diversão dele é viajar através dos mapas, apontando e falando os nomes dos países. A mãe Verônica conta que o filho sabe todas as bandeiras do mundo todo.
O menino foi diagnosticado com autismo nível 1, o que traz o hiperfoco para algumas áreas. Ainda conforme a mãe, com 3 aninhos ele gostava muito de falar as cores, depois começou a falar planetas, todos os planetas, acertava todos. E também começou a falar cores em inglês. Depois foi mudando. Foi para a matemática. Fazia uma soma, dava resultado e dava certinho o resultado também.
A inteligência e precocidade de João surpreendem a família e quem o conhece. Desde o diagnóstico do transtorno do espectro autista, o menino é acompanhado pela neuropediatra Catrine Freitas. A médica explicou ao Terra do Mandu que o comum é que as crianças típicas, as que não têm autismo, saibam fazer somas de 6 a 7 anos, que é quando começa o cálculo mental básico em geral.
Mas João tinha apenas 3 anos, quando já fazia somas exatas de cabeça. A idade comum para começar a conhecer bandeiras e países é de 6 a 10 anos. Mas João já sabe todos desde os 4 anos, o que é considerado raro. E ele começou a alfabetização em 2026, ao iniciar o Pré-1 em uma escola pública, com avanços no desenvolvimento e socialização.
Verônica diz que o filho nunca deu trabalho para ir para a escola, até chora para não ficar em casa. “É incentivar bastante, para ele melhorar cada vez mais e ficar mais independente”, diz a mãe que também destaque que João Matheus tem monitora, tem fonoaudióloga. “Tem esse acompanhamento e graças a Deus está indo super bem”.
Necessidade de mais especialistas
Mas o João Matheus precisa de mais especialistas na vida dele, para alguns tipos de terapia e para corrigir o atraso de fala, característico de crianças com transtorno do espectro autista. A família não tem condições financeiras para arcar com todo esse acompanhamento necessário.
“Então, é terapia ocupacional, psicóloga, parece que é para entrar com o método ABBA, e eu acho que é muito difícil conseguir pelo SUS, que a fila é muito grande, tem muitos autistas, e… A psicopedagoga é na escola, que ele vai ter, e a fonoaudióloga, ele já está em acompanhamento”.
A médica que neuropediatra ressalta que a literatura científica relaciona o autismo a pontos fortes muito evidentes, aliados a dificuldades na comunicação e interação social, características que João possui. Ao mesmo tempo que domina algo que muitos desconhecem, segundo ela, a atraso de linguagem e redução da atenção compartilhada, contato visual reduzido e interesses restritos e repetitivos.
Os pais André e Verônica veem o potencial que o filho tem de ser o que quiser no futuro. E o pai deixa um recado para famílias que têm filhos com autismo. “Que corra atrás dos seus direitos, que possa levar o menino, que ele melhore bem a educação, que é muito inteligente, que ele dê alguém na vida que vá para frente”.
“Para mim, o João é uma pessoa normal. O autismo, para mim, não é uma doença, é apenas uma divergência cerebral, mas não muda nada na vida dele, na nossa também. Ele é muito amado, tem tudo, e graças a Deus a gente trata ele como a gente pode, com muito carinho, né? E muito, nossa, a gente só pode dar o melhor para ele”, enfatiza a mãe Verônica.
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