Mulher espancada por companheiro em Jacutinga dá detalhes do crime e alerta mulheres
Em entrevista ao Terra do Mandu, Isabelle Lucatelli fala pela 1ª vez sobre a agressão. Ela quer que o ex fique preso e incentiva mulheres a denunciarem agressores.
A vítima do espancamento brutal, Isabelle Duarte Lucatelli, de 39 anos, falou pela primeira vez sobre o crime cometido pelo companheiro, em Jacutinga, Sul de Minas. Ela disse ao Terra do Mandu que tenta se recuperar das lesões e do trauma psicológico desde a madrugada deste domingo (14/6).
As imagens chocantes foram gravadas por uma câmera de segurança. O companheiro dá chutes, murros e bate em Isabelle. Ela conversou com a repórter Nayara Andery e detalhou que após o espancamento, ficou desacordada.
Ela lembra que ele parou só depois de bater muito e ver que o rosto dela sangrava. Em seguida ela perdeu a consciência.
Pessoas que passaram pelo local viram a agressão e interviram, agredindo Carlos. A mãe da vítima chegou ao local e a PM foi acionada.
Isabelle teve hematomas e ferimentos e levou pontos no rosto. A vítima teve alta do hospital no domingo. Ela tenta se recuperar dos ferimentos, mas ainda mais dos traumas que a agressão trouxe.
O relacionamento terminou. Ele foi preso em flagrante por lesão corporal em relação à Lei Maria da Penha e levado para o Presídio de Pouso Alegre.
Ela pediu medida protetiva, que foi concedida nesta segunda-feira (15/6). Isabelle é atendente e há dois anos ela e Carlos tinham um relacionamento e moravam juntos. Ela foi vítima de agressões anteriores.
Em 2025 ela sofreu de tentativa de feminicídio. Meses depois, teve o braço quebrado pelo próprio companheiro. Carlos teria ficado preso por cerca de cinco dias e foi liberado.
Abalada física e emocionalmente, a atendente conta com o apoio da família e busca justiça. Ela espera que Carlos seja julgado e condenado pelos crimes de violência doméstica e tentativa de feminicídio.
Violência doméstica é alarmante
Casos de violência doméstica, tentativa de feminicídio e feminicídio têm crescido ao longo dos anos. As denúncias ajudam a punir agressores e evitar novos casos.
Minas Gerais analisou 20.667 novos pedidos de medidas protetivas, de janeiro a junho de 2026. Os dados do Conselho Nacional de Justiça apontam que o prazo média para conceder a MP é de até quatro dias, mas 31% são concedidas em um dia.
A justiça tem 414.454 novos casos de violência doméstica registrados de janeiro a junho de 2026 no Brasil. O CNJ detalha que Minas Gerais é o quinto lugar com mais casos do ranking, são 28.502. Em todo o ano de 2025, o estado teve 100.427 casos enviados à justiça.
Feminicídios são a consequência mais grave trazida pela violência contra a mulher. O motivo é que os criminosos geralmente começam com atos de agressões verbal, moral, financeira, psicológica e evoluem para a agressão física até tentar ou tirar a vida das companheiras.
E a justiça registrou 4.277 novos casos de mulheres que perderam a vida em feminicídios no Brasil, em 2025, além de mais 7.638 terem conseguido sobreviver da tentativa de feminicídio. É o maior índice desde 2020. São 1.409 novos casos em 2026, contra os 1.300 registrados em todo o ano de 2020.
A vítima do espancamento brutal, Isabelle Duarte Lucatelli, de 39 anos, falou pela primeira vez sobre o crime cometido pelo companheiro, em Jacutinga, Sul de Minas. Ela disse ao Terra do Mandu que tenta se recuperar das lesões e do trauma psicológico desde a madrugada deste domingo (14/6).
As imagens chocantes foram gravadas por uma câmera de segurança. O companheiro dá chutes, murros e bate em Isabelle. Ela conversou com a repórter Nayara Andery e detalhou que após o espancamento, ficou desacordada.
Ela lembra que ele parou só depois de bater muito e ver que o rosto dela sangrava. Em seguida ela perdeu a consciência.
Pessoas que passaram pelo local viram a agressão e interviram, agredindo Carlos. A mãe da vítima chegou ao local e a PM foi acionada.
Isabelle teve hematomas e ferimentos e levou pontos no rosto. A vítima teve alta do hospital no domingo. Ela tenta se recuperar dos ferimentos, mas ainda mais dos traumas que a agressão trouxe.
O relacionamento terminou. Ele foi preso em flagrante por lesão corporal em relação à Lei Maria da Penha e levado para o Presídio de Pouso Alegre.
Ela pediu medida protetiva, que foi concedida nesta segunda-feira (15/6). Isabelle é atendente e há dois anos ela e Carlos tinham um relacionamento e moravam juntos. Ela foi vítima de agressões anteriores.
Em 2025 ela sofreu de tentativa de feminicídio. Meses depois, teve o braço quebrado pelo próprio companheiro. Carlos teria ficado preso por cerca de cinco dias e foi liberado.
Abalada física e emocionalmente, a atendente conta com o apoio da família e busca justiça. Ela espera que Carlos seja julgado e condenado pelos crimes de violência doméstica e tentativa de feminicídio.
Violência doméstica é alarmante
Casos de violência doméstica, tentativa de feminicídio e feminicídio têm crescido ao longo dos anos. As denúncias ajudam a punir agressores e evitar novos casos.
Minas Gerais analisou 20.667 novos pedidos de medidas protetivas, de janeiro a junho de 2026. Os dados do Conselho Nacional de Justiça apontam que o prazo média para conceder a MP é de até quatro dias, mas 31% são concedidas em um dia.
A justiça tem 414.454 novos casos de violência doméstica registrados de janeiro a junho de 2026 no Brasil. O CNJ detalha que Minas Gerais é o quinto lugar com mais casos do ranking, são 28.502. Em todo o ano de 2025, o estado teve 100.427 casos enviados à justiça.
Feminicídios são a consequência mais grave trazida pela violência contra a mulher. O motivo é que os criminosos geralmente começam com atos de agressões verbal, moral, financeira, psicológica e evoluem para a agressão física até tentar ou tirar a vida das companheiras.
E a justiça registrou 4.277 novos casos de mulheres que perderam a vida em feminicídios no Brasil, em 2025, além de mais 7.638 terem conseguido sobreviver da tentativa de feminicídio. É o maior índice desde 2020. São 1.409 novos casos em 2026, contra os 1.300 registrados em todo o ano de 2020.
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