Funcionário é indiciado por morte de mulher após explosão em buffet em Poço Fundo
Um funcionário foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, após imprudência e imperícia constatadas pela Polícia Civil de MG.
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito que investigava a morte de Miriam Damiana Moreira, de 39 anos, em Poço Fundo/MG. Ela morreu após uma explosão em um buffet da cidade, durante uma festa em família.
De acordo com nota da PCMG, um funcionário do estabelecimento, de 35 anos, foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O fato ocorreu em 14 de setembro do ano passado, durante um evento festivo.
Segundo a apuração da polícia, o funcionário, ao realizar o abastecimento com álcool de um fogareiro, agiu com imprudência e imperícia, provocando a deflagração de uma intensa labareda de fogo expelida pelo galão utilizado.
“As chamas atingiram a vítima, que sofreu queimaduras graves e morreu dias depois em decorrência das lesões. O investigado foi indiciado com base no artigo 121, §3º, do Código Penal”, explicou a Polícia Civil.
Foto: PCMG
Foto: PCMG
Agora, o inquérito será enviado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que vão analisar o caso e decidir sobre os próximos passos do processo. O investigado não está preso. A PCMG disse que ele responde o processo em liberdade.
Relembre o caso
O acidente aconteceu em 14 de setembro de 2025, durante uma festa de família realizada em um buffet da cidade. Segundo testemunhas, um homem colocou álcool em recipientes usados para manter os alimentos aquecidos. As chamas atingiram o galão e provocaram uma explosão, que atingiu Miriam.
A mulher sofreu graves queimaduras em grande parte do corpo e foi socorrida ainda no local. Ela precisou ser transferida, em estado grave, para a Santa Casa de Poços de Caldas/MG, com ajuda do helicóptero Arcanjo, do Corpo de Bombeiros.
Miriam teve cerca de 80% do corpo queimado. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu aos ferimentos e morreu cinco dias depois.
A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito que investigava a morte de Miriam Damiana Moreira, de 39 anos, em Poço Fundo/MG. Ela morreu após uma explosão em um buffet da cidade, durante uma festa em família.
De acordo com nota da PCMG, um funcionário do estabelecimento, de 35 anos, foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O fato ocorreu em 14 de setembro do ano passado, durante um evento festivo.
Segundo a apuração da polícia, o funcionário, ao realizar o abastecimento com álcool de um fogareiro, agiu com imprudência e imperícia, provocando a deflagração de uma intensa labareda de fogo expelida pelo galão utilizado.
“As chamas atingiram a vítima, que sofreu queimaduras graves e morreu dias depois em decorrência das lesões. O investigado foi indiciado com base no artigo 121, §3º, do Código Penal”, explicou a Polícia Civil.
Foto: PCMG
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Agora, o inquérito será enviado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que vão analisar o caso e decidir sobre os próximos passos do processo. O investigado não está preso. A PCMG disse que ele responde o processo em liberdade.
Relembre o caso
O acidente aconteceu em 14 de setembro de 2025, durante uma festa de família realizada em um buffet da cidade. Segundo testemunhas, um homem colocou álcool em recipientes usados para manter os alimentos aquecidos. As chamas atingiram o galão e provocaram uma explosão, que atingiu Miriam.
A mulher sofreu graves queimaduras em grande parte do corpo e foi socorrida ainda no local. Ela precisou ser transferida, em estado grave, para a Santa Casa de Poços de Caldas/MG, com ajuda do helicóptero Arcanjo, do Corpo de Bombeiros.
Miriam teve cerca de 80% do corpo queimado. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu aos ferimentos e morreu cinco dias depois.
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