Guarda desaparecido em Itajubá (MG) é encontrado em Santos (SP)

Emerson Kichel, de 50 anos, foi de bicicleta até Santos. Ele contatou a família seis dias após desaparecer ao sair do trabalho.

Nayara Andery / 28 julho 2026

Servidor público Emerson José Kichel desaparece ao sair do trabalho na rodoviária de Itajubá. Imagem cedida pela família.

O guarda patrimonial municipal Emerson José Kichel foi localizado em Santos (SP) após ter desaparecido há uma semana em Itajubá (MG). Ele ligou para a esposa Valquíria Kichel na tarde deste domingo (26/7) e disse que chegou em Santos de bicicleta. A distância entre os dois municípios é de 338 quilômetros.

Valquíria conversou com a reportagem do Terra do Mandu. Ela contou que após o marido fazer contato, ela pediu para enviar a localização e descobriu o local exato onde ele estava.

A informação é que ele estaria confuso, mas sem ferimentos. Uma médica que é amiga da família foi buscar Emerson em Santos (SP). Ela levou ele a uma consulta e Emerson começou a tomar medicação para quadro de ansiedade e depressão.

Valquíria estima que o marido retorne à casa da família, em Itajubá, nesta terça-feira (28/7). O casal tem três filhos, sendo que o caçula é um bebê.

Polícia Civil encerra investigação

O Terra do Mandu acompanha o caso desde o desaparecimento. Emerson tem 50 anos e sumiu após sair do trabalho na rodoviária de Itajubá (MG), por volta de 14h de segunda-feira (20/7).

Ele tinha falado com uma colega de trabalho e disse que estava com dor de cabeça. O servidor público tinha pego uma bicicleta emprestada e contou que iria passar em um supermercado e ir para casa.

Desde então ele não foi visto. Valquíria não conseguiu contato no celular dele. Ela registrou boletim de ocorrência no dia seguinte ao desaparecimento. Segundo ela, o marido não usava medicação e nem era dependente químico.

A Polícia Civil (PCMG) encerrou a investigação. Segundo a instituição, o motivo é que o desaparecido foi encontrado e está sob os cuidados da família.

Como houve um desaparecimento voluntário não configura crime. A PCMG explica que por esse motivo, não há necessidade de prosseguir com a investigação, o que leva à finalização do inquérito.

 

Mais Lidas